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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

EUA querem terceirizar a guerra do Afeganistão para empresas militares privadas.

Fugindo da responsabilidade de uma missão fracassada



11.08.2017, Andrei Akulov - Strategic Culture


tradução de btpsilveira






Até agora, o presidente Donald Trump não teve sucesso em apresentar uma política coerente para o Afeganistão. Ele está frustrado com assessores e comandantes militares, entre os quais o General John Nicholson, que comanda as forças (norte)americanas no país conflagrado.

Com tanto cozinheiros na beira do fogão, alguns estão advogando por um papel extremamente limitado dos Estados Unidos na Guerra, enquanto outros pressionam por um aumento de vários milhares de tropas (norte)americanas no terreno. Trump já é o terceiro Supremo Comandante-em-Chefe que tenta vencer a mais longa guerra da história dos EUA, em vão. Depois de dezesseis anos de esforço constante, ainda não há luz no fim do túnel. Esperava-se por uma nova estratégia que deveria ser entregue em julho. Não foi, enquanto debates intermináveis sobre o que fazer continuam.
Os Estados Unidos já gastaram, até agora, mais de 800 bilhões de dólares no conflito, embora alguns analistas digam que o custo real estaria na casa dos trilhões. Durante a campanha eleitoral, o candidato Trump descreveu a Guerra no Afeganistão como um “desperdício total”. Já aconteceram mais de 2.400 mortes entre os militares dos EUA e mais de 20 mil foram feridos. A produção de ópio cresceu 43% de 2015 para 2016 e a tendência tem sido ascendente desde 2001. As Nações Unidas acreditam que o Afeganistão permanece sendo um dos mais perigosos e mais violentos países em crise no planeta.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

EUA lançarão guerra econômica contra “inimigos múltiplos” – China na Alça de Mira

02.08.2017, Andrei Akulov - Strategic Culture


tradução de btpsilveira






Há um cheiro de Guerra comercial no ar. Donald Trump usou o twitter para expressar seu desapontamentocom a China e seus esforços para pressionar a Coreia do Norte no intento de que esta abandone seu programa nuclear e de lançamento de mísseis. A embaixadora dos Estados Unidos para a ONU, Nikki Haley disse que Washington não vai mais esperar ações do Conselho de Segurança da ONU na sequência de novos lançamentos de mísseis de teste pela Coreia do Norte. De acordo com ela, “o tempo das conversas acabou”. A embaixadora acredita que depende de Pequim, que “precisa decidir se quer realmente dar o passo decisivo”, de desafiar Pyongyang.