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terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

'Novas Rotas da Seda' da China chegam à América Latina, por Pepe Escobar

15/2/2018, Pepe Escobar, Asia Times

Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu


Entrelido no Twitter
Bartleby Street 03:50 - 19 de fev de 2018
Para @duploexpresso É erro GRAVE confundir o internacionalismo comunista e o imperialismo de Wall Street. Marx Ñ escreveu livro intitulado 'A Comuna'. Escreveu livro q se chama 'O Capital'. Kem entende de capitalismo é MARX (e os comunistas, hj os chineses), não os Meirelles e Goldfajns, ô meossaco!
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Importante virada geoeconômica aconteceu mês passado em Santiago, Chile, na segunda reunião ministerial de um fórum que reúne a China e os 33 membros da Comunidade de Estados Latino-americanos e o Caribe. 

O miistro de Relações Exteriores da China, Wang Yi, disse aos presentes que a segunda maior economia do mundo e a América Latina devem unir esforços para apoiar o livre comércio. Trata-se de "opor-se ao protecionismo" e "trabalhar a favor de uma economia mundial aberta" – disse ele.

Depois de encorajar os países latino-americanos e do Caribe a participar de uma grande exposição em novembro, na China, Wang mostrou a que realmente veio: a América Latina tem "significativo" papel nas 'Novas Rotas da Seda', conhecidas como Iniciativa Cinturão e Estrada. A mídia chinesa destacou devidamente o convite.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Nova Estratégia de Defesa de Washington: Sufocar Rússia e China

24/1/2018, F. William Engdahl,[1] New Strategic Culture


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu


O tópico "Brasil" é discutido nos termos seguintes
em incontáveis grupos internacionais em todas as redes:


"Pergunto: Haverá em curso alguma estratégia [dos EUA] para balcanizar o Brasil? Para Rússia e China, já se sabe que há. Para o Brasil seria muito mais fácil. A quem interessa? O golpe em curso [hoje (24/1/2018), ainda não está decidido] pode ser um ponto de partida, pq acho que o sul do país seja mais anti-Lula, e o norte, mais pró-Lula. Maduro já disse que invade o Brasil, se Lula for preso... Fato é que nem Rússia, nem China, nem os EUA podem perder o Brasil. E o que Aluisio Nunes foi fazer em Washington no dia seguinte, depois de votado o impícho?...

Em matéria de 'revolução colorida', parece que a CIA está tentando provocar no Brasil a "revolução amarela-de-vergonha" e/ou a "revolução verde-de-inveja" e/ou a "revolução cor de burro quando foge" [pano rápido].

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Uma coisa já se pode dizer sobre a Nova Estratégia de Defesa Nacional do Pentágono (ing.), documento que acaba de ser distribuído pelo Secretário da Defesa Jim Mattis. O documento não mente sobre o alvo da política militar dos EUA à caça do qual os EUA sairão daqui em diante. Toda a política militar de Washington visa confessadamente a manter China e Rússia bem longe de poderem desenvolver qualquer contrapolo alternativo para desafiar a supremacia militar e política dos EUA. O documento o declara bem explicitamente. Há detalhes notáveis, que mostra a confusão e o desarranjo em que Washington debate-se hoje, enquanto se desintegra o poder que sempre teve e exerceu sobre o mundo.

O documento merece leitura cuidadosa. Na versão pública aberta ao público, lê-se já na introdução:

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

"Make China great again": Partido Comunista Chinês colhe o momento "histórico", para reformatar a ordem mundial

18/1/2018, Nectar Gan, South China Morning Post (dica de Pepe Escobar, no Face)


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu


ATENÇÃO: Esse artigo só interessa pela 'notícia' que traz sobre o tal "Manifesto" – documento importante para todo o planeta. – Esse artigo absolutamente não interessa pelas 'opiniões' pessoais que a jornalista Nectar Gan e professores de think-tanks pressupostos 'democráticos' enunciem sobre o documento, sobre a China, sobre o Partido Comunista Chinês e sobre o comunismo universal, que se devem desconsiderar por irrelevantes.

Em todos os casos, os leitores devem considerar que a ÚNICA INFORMAÇÃO realmente importante é o que diga e publique o Partido Comunista da China, não o que digam e publiquem Nectar Gan ou o "professor Jonathan Sullivan, que ninguém sabe quem sejam e absolutamente NÃO MANDAM NO PLANETA [NTs (endossado pelo Blog)].




O mundo está em caos, dando ao Partido Comunista da China uma "oportunidade histórica" para fazer a China novamente grande, e reformatar a ordem mundial – ou, pelo menos, foi essa a mensagem que o PCC buscou apresentar também internamente numa peça de opinião, de fundamentos, que está nas manchetes do principal jornal governamental chinês.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Petroyuan e Nova Doutrina de Segurança dos EUA, por Pepe Escobar

23/12/2017, Pepe Escobar, Rússia Insider


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu





A nova Estratégia de Segurança Nacional (ing.), ESN, "América em primeiro lugar", 55 páginas, redigida ao longo de 2017, define Rússia e China como potências "revisionistas", "rivais" e, para todas as finalidades práticas, concorrentes estratégicos dos EUA.

A ESN fica a um passo de definir Rússia e China como inimigas, deixando espaço para "tentativa de construir uma grande parceria com esses e outros países." Mas Pequim é qualificada como "temerária" e "irracional". Quanto ao Kremlin, anota-se seu "caráter imperialista" e "desinteresse por mundo multipolar". O Irã, como era de esperar, é descrito na ESN como "o mais significativo estado patrocinador de terrorismo do mundo".

Novo Grande Jogo: China e Índia velejam para águas agitadas, por Pepe Escobar

12/12/2017, Pepe Escobar, Asia Times


Ver também

"Do Pacífico Asiático para o Indo-Pacífico: O Novo Grande Jogo"
8/12/2017, Pepe Escobar, Asia Times, traduzido no 
Blog do Alok


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu



O Corredor Bangladesh-China-Índia-Myanmar, que inclui um oleoduto da Baía de Bengala até a província de Yunnan, também está no coração do projeto das Rotas da Seda, bem como o Corredor Econômico China-Paquistão [ing. China-Pakistan Economic CorridorCPEC]. Estende-se de Xinjiang até Gwadar e inclui elos de fibra-ótica, zonas econômicas e investimentos em novas rodovias e portos.


Por fim, há a Rota Marítima da Seda, que parte do litoral do sudeste da China rumo ao Oceano Índico e o Chifre da África, antes de tomar o rumo de Veneza na Itália e Rotterdam na Holanda. No coração dessa teia há portos e logística de infraestrutura.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Esquenta a guerra Antiocidente X Euroanglolândia, por Jeff J. Brown

5/11/2017, Jeff J. Brown, The vineyard of the saker


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu





O discurso histórico de Xi Jinping e o "Foda-se" gigante declarado ao capitalismo imperial no 19º Congresso do Partido Comunista da China semana passada parece ter elevado a novos altíssimos patamares o Antiocidente. Imaginem vocês, a coisa já fermenta há algum tempo. Líderes do século 21 como o revolucionário presidente Hugo Chávez e seu sucessor Nicolas Maduro na Venezuela; o presidente da Bolívia Evo Morales, supremos líderes e presidentes do Irã, o presidente russo Vladimir Putin, dentre outros, todos esses têm desempenhado magnificamente o papel de porta-estandartes do Antiocidente, seguindo as pegadas de Vladimir Lenin, Josef Stalin, Fidel Castro e Mao Tse Tung.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Enigma RPDC enlouquece o EUA-establishment, por Pepe Escobar

6/11/2017, Pepe Escobar, The Vineyard of the Saker

Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu




O 19º Congresso do Partido deixou perfeitamente claro que o "socialismo com características chinesas" – como o codificado pelo presidente Xi Jinping – é o mapa do caminho à frente. Não é apenas que a estratégia deixe de fora muito explicitamente aqueles tão louvados "valores ocidentais"; ela oferecerá, nas palavras de Xi, "uma nova opção para outros países e nações que queiram acelerar o próprio desenvolvimento, sempre preservando a própria independência."

sábado, 4 de novembro de 2017

Tecnologia & o marxismo de Jack Ma

26/10/2017, Caleb Maupin, New Eastern Outlook, NEO


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu





O mundialmente famoso fundador de Alibaba é empresário, presidente executivo da própria empresa. Mas as palavras que Ma repete pelo planeta ainda carregam ecos de Karl Marx, Vladimir Lênin e Mao Tse Tung. Talvez seja difícil identificar esses ecos, para gente de ouvidos não treinados. Mas ninguém se surpreenda por essa celebridade planetária e top star do planejamento central da economia chinesa viver em termos amistosos com o partido profundo ideológico governante. Para os bem-informados, não é difícil identificar os ecos fortes do marxismo, para começar, no otimismo de Ma frente à tecnologia.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Mapa da estrada de Xi rumo ao Sonho Chinês, por Pepe Escobar












A Iniciativa Cinturão e Estrada da China – a Nova Rota da Seda – disparará o desenvolvimento e converterá em realidade o sonho do país.

Agora que o presidente Xi Jinping já foi devidamente elevado ao Panteão do Partido Comunista da China, na rarefeita companhia do Pensamento de Mao Zedon e da Teoria de Deng Xiaoping, o mundo terá tempo de sobra para digerir o significado do "Pensamento de Xi Jinping sobre o Socialismo com Características Chinesas para uma Nova Era".

O próprio Xi, em discurso de três horas e meia na abertura do 19º Congresso do Partido, apontou para uma bastante simplificada "democracia socialista" – exaltando as virtudes dela como único contramodelo à democracia liberal ocidental. Economicamente, ainda se pode discutir se tudo isso não cheira mais a "neoliberalismo com características chinesas".

Foram assentadas as metas a alcançar para a China, no futuro imediato.

Compensação China-rublo e o sistema EUA-dólar, por F. William Engdahl

20/10/2017, F. William Engdahl, New Eastern Outlook, NEO


O Banco do Povo da China acaba de anunciar um sistema de pagamento-versus-pagamento (PVP) para transações em rublos russos e yuan[1] chineses. O objetivo declarado é reduzir os riscos monetários no comércio entre aqueles países. O único risco concebível adviria do EUA-dólar e possíveis atos de guerra financeira movida pelo Tesouro dos EUA para agredir o comércio Rússia-China, que se está tornando muito significativo em volume e valor. Em dezembro deverá alcançar $80 bilhões, aumento de 30% na comparação com 2016. Mas há mais do que os olhos alcançam, nesse movimento aparentemente técnico em que se engajam China e Rússia.








O anúncio oficial, postado no website do Sistema de Comércio e Câmbio da China [ing. China Foreign Exchange Trade System (CFETS)] acrescenta uma nota, tremendamente significativa, segundo a qual a CFETS planeja introduzir sistemasPVPs para transações de yuan com outras moedas cujas bases são países incluídos na Iniciativa Cinturão e Estrada.

Assim se confirma o que discuti em artigo que postei em abril de 2016, a saber, que o grande projeto por trás da Iniciativa Cinturão e Estrada (ICE) tem um componente essencial de moeda com lastro ouro que pode mudar o equilíbrio global de poder a favor das nações da Eurásia, da Rússia e das nações da União Econômica Eurasiana, até a China e por toda a Ásia.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

MK Bhadrakumar: "Cinturão e Estrada" chineses estão enlouquecendo os EUA!

20/10/2017, MK Bhadrakumar, Indian Punchline










Quando falou ao Centro de Estudos Estratégicos Internacionais em Washington, 2ª-feira passada, em discurso intitulado 'Definir nosso relacionamento com a Índia para o próximo século', Tillerson falou da Iniciativa Cinturão e Estrada, ICE, dos chineses, na sessão de perguntas e respostas. Convidado a elaborar sobre uma expressão lastimável que usara no discurso – "economia predatória" no Pacífico Asiático – Tillerson respondeu como segue:

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

"Nova Era" do socialismo chinês - Partido Comunista da China abre o 19º Congresso Nacional

18/10/2017, Xinhua, Pequim, Li Zhihui, Zhang Zhengfu e Wang Cong, com colaboração de Zuo Wei and Liu Jie










PEQUIM, 18/10 (Xinhua) – O Partido Comunista da China divulgou o "Pensamento sobre Socialismo com Características Chinesas para uma Nova Era" como o mais recente passo na jornada para construir um "grande país socialista moderno", na abertura de seu 19º Congresso Nacional, nessa 4ª-feira.

Falando à sessão inaugural, Xi Jinping delineou uma abordagem em dois passos para se tornar um grande país socialista moderno, depois que a construção de uma sociedade moderadamente próspera em todos os sentidos estiver completada, à altura de 2020.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

China move-se para mercados mundiais. EUA, para mais guerras, por James Petras

Sucesso da China e recuo latino-americano 


15/10/2017, Prof. James Petras, Global Research (excerto)










Depois de mais de uma década de crescimento e estabilidade, os regimes progressistas latino-americanos recuaram e entraram em declínio. Por que a China continua na mesma trilha de estabilidade e crescimento, enquanto seus parceiros latino-americanos estão em retirada ou já derrotados?

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

China comunista suposta não comunista, por Jeff J. Brown



Apesar do que diga o império ocidental sobre a democracia na China, o comunismo está funcionando muito bem na sociedade chinesa. O artigo discute como os avanços socioeconômicos e geopolíticos da China desde 1949 podem ser atribuídos à exclusiva versão chinesa de democracia.








Em meados da década dos 1930s, a China estava dividida por quatro forças que competiam entre elas. Uma, o Exército Vermelho comunista, comandado por Mao Zedong. Outra, os fascistas japoneses e seu Exército Imperial. Uma terceira, os Nacionalistas Guomindang, abreviadamente “KMT” (ing.), e comandados por Chiang Kai-Shek. A quarta força eram todos os colonialistas – imperialistas, claro, que se autopromoviam com o rótulo pretensioso de “Grandes Potências”.

domingo, 15 de outubro de 2017

E o Comunismo? Morreu mesmo?

12/10/2017, The Saker, Unz Review The Vineyard of the Saker






[ATENÇÃO: Excluíram-se da tradução desse artigo uns poucos trechos/repetições que nos pareceram muito enviesadas (p. ex: "se o Comunismo terminou formalmente na Rússia em 1991, os chineses também se afastaram silenciosamente dele, substituindo-o por uma modalidade tipicamente chinesa de Capitalismo" e/ou "Até o Comunismo chavista resultou em completa bancarrota da Venezuela": não são comentários factuais, nem são passos essenciais para desenvolver o argumento. 
As exclusões estão marcadas com "(...)" no texto abaixo, para que os trechos excluídos possam ser localizados e lidos no original.
Fazemos assim o que nos parece ser honesta tentativa para conhecer a posição que tem, sobre esse tema, um dos mais interessantes autores brotado na blogosfera, que tantas vezes citamos e repercutimos, e fonte pródiga de saberes que não há no Brasil sobre a Rússia e o Oriente Médio no século 21. Ao mesmo tempo tentamos não nos deixar enredar no discurso anticomunista vicioso da Guerra Fria [NTs]).





(...)
Comunismo – o passado:


Para começar, nunca houve "colapso" da União Soviética. A URSS foi desmantelada de cima para baixo pelos líderes do Partido Comunista da União Soviética (PCUS) que decidiram que a nomenklatura soviética dividiria o "bolo" soviético em 15 fatias menores. O que aconteceu depois foi resultado da luta interna entre aquelas facções. Dado que ninguém jamais elegera aquelas gangues de apparatchiks do Partido para legitimamente dissolverem a URSS nem, de fato, para reformá-la fosse como fosse, as ações dos líderes soviéticos naquele momento devem ser descritas como golpe totalmente ilegal.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Baba Pequim e o Grande Urso derrubam Tio Sam no Irã e na Venezuela

25/9/2017, Jeff J. Brown, The Vineyard of the Saker*






Mas… O que aconteceu aos bons velhos tempos da Guerra Fria, quando EUA ricos e imperiais batiam em Rússia e China pobres, agrárias, atrasadas, e Irã e Venezuela eram regimes corruptos fascistas a serviço dos interesses do capital norte-americano?! Longe vão esses dias! Parece que faz tanto, tanto tempo! 



Era uma vez, em 1945-1990, quando os EUA reinavam sobre o mundo não comunista como brutal líder de quadrilha, abusando o mais possível de seus muitos estados-poodles, com seu ilimitado poder militar e financeiro, sacudindo o chicote e ameaçando tudo e todos até que se rendessem e obedecessem. A piada em círculos diplomáticos do pós-guerra sempre foi que os EUA não têm amigos, só clientes, e abusados e espancados sem dó. My, oh my, como tudo isso mudou!

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Um império em derrocada: A estratégia militar da Rússia e da China para conter os EUA

25.09.2017, Federico Pieraccini -  Strategic Culture Foundation



tradução de btpsilveira






Ao prestar atenção na paisagem política global do último mês, sobressaem duas tendências. O obsceno poder econômico e militar à disposição dos Estados Unidos está em declínio, enquanto ocorre uma aceleração na criação de uma série de infraestruturas em um mundo multipolar, com mecanismos e procedimentos para conter e limitar os efeitos negativos do declínio (norte)americano neste momento de queda. Esta série de três artigos deverá focar em primeiro lugar no aspecto militar dessas mudanças em andamento, depois nos aspectos econômicos e finalmente, como e porque pequenos países estão transitando do campo unipolar para o terreno multipolar do planeta.

domingo, 24 de setembro de 2017

Kadyrov na Chechênia & Soros em Myanmar

14/9/2017, Scott Humor, The Vineyard of the Saker








Só nós acertamos, ninguém mais. Só nós. E por isso todos devem ler thesaker.is e nossos parceiros.

Comecemos por definir um cenário hipotético.

Uma organização supranacional intergovernamental criminosa chamada "Estado Profundo" comanda uma agência militarizada de inteligência chamada "CIA". Fazem dinheiro pelos mesmos métodos usados há eras pelos assaltantes de rua. Só que, em vez de emboscar indivíduos em becos, o Estado Profundo ataca, embosca, estupra, pilha e saqueia países inteiros. Suas operações de emboscada contra qualquer nação pobre sempre vêm camufladas como movimentos por direitos civis e sempre começam com a chegada de uma fundação de caridade que leva o nome (e recebe dinheiro) de George Soros.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Desmascarada: Doutrina Trump e a carnificina do neoeixo do mal, por Pepe Escobar

20/9/2017, Pepe Escobar, Asia Times (reproduzido em The Vineyard of the Saker)









Nada de "discurso profundamente filosófico". Sequer um show de "realismo com princípios" – como a Casa Branca havia espalhado. O presidente Trump na ONU foi de "carnificina à EUA", tomando emprestada a expressão do autor de discursos e nativista Stephen Miller.

É preciso deixar 'baixar' a enormidade do que acaba de acontecer, devagar. O presidente dos EUA, diante da burocracia enfatuada que se faz passar por "comunidade internacional", ameaçou "varrer do mapa" toda a República Popular Democrática da Coreia (25 milhões de almas, metade da população do estado de São Paulo, NTs). E também varrerá (se varrer a Coreia do Norte) vários outros milhões de sul-coreanos como dano colateral.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Irã revoluciona a Arte de Negociar, por Pepe Escobar

16/9/2017, Pepe Escobar, Asia Times








O Irã é um elo chave de conectividade nas rotas seja da Ásia Central seja do Cáucaso. Foto: iStockphoto/Getty

Com o presidente Hasan Rouhani preparando-se para falar à Assembleia Geral da ONU em New York e o governo Trump e aliados em lobby incansável para desqualificar o acordo nuclear do Irã, Teerã só faz assinar acordos e mais acordos de negócios com asiáticos e europeus.


Para o governo chinês, Irã – e Paquistão – são tão importantes em termos geopolíticos que os dois são tratados como nações de interesse do ministério do Interior no leste da Ásia (não no Oriente Médio, no caso do Irã), ao lado de Japão e Indonésia.

E precisamente como o Paquistão via o Corredor Econômico China-Paquistão (CECP), o Irã é nodo essencial das Novas Rotas da Seda, também conhecidas como Iniciativa Cinturão e Estrada (ICE).