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sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Do presidente da República Popular Democrática da Coreia a Trump

22/9/2017, no Guardian, apud Pepe Escobar, no Facebook









"O primeiro discurso do presidente dos EUA na arena da ONU, nas atuais circunstâncias, quando a situação na Península Coreana foi tornada mais tensa que jamais antes e aproxima-se de uma situação de alto risco, já gerou preocupação em todo o mundo.

Quando refletia e ia modelando a ideia geral do que ele diria, eu já sabia que viriam observações estereotipadas, ideias prontas, um pouco como já é rotina quando ele fala no calor da hora de seu gabinete, e que ele repetiria no maior palco diplomático do mundo.

Mas, muito longe de se pronunciar como faria qualquer potência persuasiva, que possa ser considerada benéfica para diluir tensões, o que ele nos trouxe foram grosserias e desatinos, mais do que jamais se ouviram de qualquer de seus predecessores.

Cachorro assustado late mais alto.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Plano Rússia-China para RPDC: estabilidade, conectividade, por Pepe Escobar

13/9/2017, Pepe Escobar, Asia Times








O presidente chinês Xi Jinping (centro) e sua esposa, Peng Liyuan, recebem o presidente russo, Vladimir Putin, antes de um banquete de jantar durante a Cúpula dos BRICS em Xiamen, província de Fujian, em 4 de setembro de 2017. Foto: AFP / Fred Dufour

Moscou trabalhou incansavelmente construindo acordos que expandam a para o oriente a conectividade eurasiana. A questão é como convencer a RPDC a jogar o jogo.

O resultado de 15x0 no Conselho de Segurança da ONU para impor novo conjunto de sanções à Coreia do Norte de algum modo obscurece o papel crítico desempenhado pela parceria estratégica Rússia-China, a "RC", no núcleo duro do grupo RICS.* 

As novas sanções são duríssimas. Incluem redução de 30% nas exportações de petróleo cru e refinado para a RPDC; ficam proibidas as exportações de gás natural; exportações de tecidos produzidos na Coreia do Norte (que valeram ao país US$760 milhões, em média, ao longo dos últimos três anos); e todo o planeta fica proibido de conceder vistos para trabalhar a cidadãos da RPDC (atualmente, há mais de 90 mil deles trabalhando no exterior).

sábado, 9 de setembro de 2017

O que a 'mídia' não diz sobre testes de mísseis da RPDC

4/9/2017, Mike Whitney, Counterpunch













Vejam aqui o que a 'mídia' não está noticiando sobre testes recentes dos mísseis da Coreia do Norte.

2ª-feira passada, a RPDC disparou um míssil balístico de alcance médio Hwasong-12 que sobrevoou a ilha Hokkaido do Japão. O míssil caiu na água, além da ilha, sem causar dano nem humano nem a qualquer propriedade.

A 'mídia' passou a condenar imediatamente o teste como "ato grosseiro e provocativo" que mostrou que o Norte estaria desafiando resoluções da ONU e manifestando "desprezo pelos vizinhos". O presidente Trump criticou fortemente o teste do míssil:


"Ações de ameaça e desestabilização só aumentam o isolamento do regime da Coreia do Norte na região e em todo o mundo. Todas as opções estão sobre a mesa."


O que a 'mídia' não diz é que, durante as três últimas semanas, Japão, Coreia do Sul e EUA estão fazendo vastas manobras militares conjuntas na Ilha Hokkaido e na Coreia do Sul. Esses jogos de guerra desnecessariamente provocativos visam a simular uma invasão do Coreia do Norte e operação de "decapitação" do regime (assassinar o líder). Kim Jong-un da RPDC pediu incontáveis vezes que os EUA pusessem fim àquelas manobras, mas os EUA fizeram como se nada estivesse acontecendo. Os EUA reservam-se o direito de ameaçar qualquer um, a qualquer momento e em qualquer ponto, inclusive bem perto de casa. É parte do que faz a excepcionalidade dos EUA. Vejam esse excerto de artigo da Fox News: