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quarta-feira, 13 de março de 2019

Global Times: Se Europa continua a seguir as loucuras dos EUA, todos perdem

7/3/2019Global Times, Pequim

Traduzido pelo Coletivo Vila Mandinga



Como se lê em matéria do Financial Times da 4ª-feira, a Itália está decidida a aprovar formalmente a Iniciativa Cinturão e Estrada (ICE) proposta pela China. Embora as notícias deem conta de que ainda está sendo negociado um acordo preliminar com a China, Washington não consegue conter-se e já se manifestou contra o acordo. Segundo o Financial Times, os EUA teriam 'alertado' que o projeto pode causar grave dano à imagem internacional da Itália. O jornal cita Garrett Marquis, porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, que teria dito que a ICE é "iniciativa made by China, para proveito da China."

Os EUA veem-se como irmão mais velho do Ocidente. Irritaram-se com o fato de a Itália, país há muito tempo aliado dos norte-americanos, movimentar-se para cooperar com país que os EUA têm intenção de conter. Mas a verdade é que a decisão da Itália afetará, sim, em alguma medida, a política dos EUA para a China: a Itália será o primeiro país do G7 a integrar-se à Iniciativa Cinturão e Estrada.

sábado, 9 de março de 2019

"Trump precisa muito conversar com o Irã. Já pediu diretamente 8 vezes. Rejeitamos sempre."

7/3/2019, Teerã, FarsNews

Irã: Presidente, governo e militares que se dão ao respeito 

Traduzido pelo Coletivo Vila Mandinga



O presidente Hassan Rouhani do Irã disse que rejeitou oito pedidos do presidente Donald Trump dos EUA, feitos durante sua estadia em 2017, nos EUA, quando participou da Assembleia Geral da ONU, para conversações com Irã. Rouhani repetiu que persiste até hoje a condição absoluta para qualquer contato: que Washington volte a se integrar ao acordo nuclear de 2015.

"Hoje só podemos escolher a via da Resistência. Quando estive em New York em 2017, o governo dos EUA solicitou oito vezes que recebêssemos o presidente norte-americano. E em 2018, cinco líderes mundiais tentaram mediar o mesmo encontro. Respondi a todos que o momento e as atuais condições não são adequadas. Antes, os EUA têm de se reintegrar ao acordo nuclear e reconhecer que erraram" – disse o presidente Rouhani, falando, na 5ª-feira, a funcionários do conselho administrativo da província de Gilan.

segunda-feira, 4 de março de 2019

Caxemira, Coreia, Venezuela, Irã: guerra híbrida, quente, fria, por Pepe Escobar

28/2/2019, Pepe Escobar, Asia Times

Traduzido pelo Coletivo Vila Mandinga



Girando e girando numa espiral crescente, a geopolítica do jovem século 21 parece uma mandala psicodélica concebida por Yama, Senhor da Morte.

Kim Jong Un, governante da República Popular Democrática da Coreia, repousado ao final de uma viagem de 70 horas por trem, reúne-se, na comunista e próspera Hanoi com seu concorrente na disputa pelo Prêmio Nobel da Paz Donald Trump, sob o olhar benevolente de Tio Ho.

Essa sentença, não faz muito tempo, teria sido recebida com uivos transcontinentais de escárnio.

A banalidade do Império

25/2/2019, Kenn OrphanCounterpunch

18/2/2019, Donald Trump, à comunidade de venezuelanos em Miami, na versão publicada pela Embaixada dos EUA em Cuba): “O socialismo, pela própria natureza, não respeita fronteiras. Não respeita fronteiras nem os direitos soberanos dos próprios cidadãos e de estados vizinhos. Sempre procura expandir-se, invadir e subjugar aos seus desejos populações inteiras.
Mas agora soou a hora final do socialismo em nosso hemisfério – e, francamente, também em muitos, muitos locais por todo o mundo. Os dias do socialismo e do comunismo estão contados, não só na Venezuela, mas também na Nicarágua e em Cuba”.
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Traduzido pelo Coletivo Vila Mandinga



Esse mês, a deputada Democrata recém chegada à Câmara de Deputados dos EUA Ilhan Omar criticou Trump por ter escolhido Elliot Abrams como seu enviado à Venezuela. Apesar de o questionamento ter sido muito suave, no que disse respeito ao imperialismo norte-americano (para  Ilhan Omar , “não há dúvidas” de que o objetivo dos EUA sempre foi apoiar a democracia e defender os direitos humanos), mesmo assim a deputada trouxe à baila o papel dos EUA nos massacres em El Salvador nos anos 1980s. Massacres nos quais Abrams está implicado. Também foi instrutivo, porque toda a cena foi imagem clara de o quanto está profundamente degradada a paisagem política norte-americana.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

EUA: elites incapazes de compreender a China, por Pepe Escobar

15/2/2019, Pepe Escobar, Asia Times

Por que os “5 Olhos” – EUA, Grã-Bretanha, Austrália, Canadá e Nova Zelândia – além do Japão, bloquearam Huawei e impediram que a empresa participasse da construção de sua infraestrutura de 5G? 

Porque, diferente dos “5 Olhos”, o equipamento Huawei BLOQUEIA a Agência de Segurança dos EUA e impede que espione o mundo inteiro – linha vermelha absoluta, para o Excepcionalistão. 

(Pepe Escobar, Facebook, 16/2/2019, 18h (hora de BSB)
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Traduzido pelo Coletivo Vila Mandinga


Novo relatório sobre a política dos EUA para a China, publicado pela Asia Society em New York é mais um exemplo de como as elites intelectuais nos EUA, supostas bipartidárias, em vez de ofereceram aconselhamento sério, imparcial, pouco fazem além de repetir os pontos ‘a destacar’, feito papagaios de Washington, e absolutamente não admitem que nada sabem, de substancial, sobre China e Rússia como “ameaças existenciais”.

O relatório ‘Course Correction: Toward an Effective and Sustainable China Policy’ [Correção de curso: Para uma política efetiva e sustentável para a China] foi escrito em colaboração com o Centro Chinês Século 21 da Universidade da Califórnia, San Diego. Orville Schell, um dos diretores do Relatório da Força-tarefa, deve ser considerado como um dos menos enviesados, dentre uma seleção não homogênea de autoproclamados especialistas em China, nos EUA.

Ainda assim, o relatório vacila entre “confrontar a China” e “conseguir que a China coopere”. Não inclui “respeitar” a China – considerando todas as conquistas da nação, 40 anos depois das reformas iniciadas pelo pequeno timoneiro Deng Xiaoping.

sábado, 2 de fevereiro de 2019

No Afeganistão, os EUA revisitam a síndrome do Vietnã, depois de 17 anos de guerra e destruição

31.01.2017 - Finian Cunningham, Information Clearing House


tradução: btpsilveira



É a guerra mais prolongada dos EUA, custando enormes somas de “sangue e dinheiro” como afirmam os líderes dos Estados Unidos. Mas parece que os EUA estão aceitando finalmente uma derrota histórica no Afeganistão, comparável à vergonhosa derrota na Guerra do Vietnã.

Negociações intensas entre autoridades (norte)americanas e os insurgentes do Talibã produziram o “maior passo concreto” na direção do fim da guerra que já dura quase 18 anos no Afeganistão, de acordo com o New York Times.

Novas conversações estão marcadas para as próximas semanas para reforçar os detalhes, mas já existem  relatos de que os EUA estão retirando as 14000 tropas remanescentes do país da Ásia Central dentro do próximo ano, mesmo sem quaisquer garantias de reciprocidade pelo inimigo.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Putin alerta EUA contra movimentos temerários, por M.K. Bhadrakumar

19/12/2018, MK Bhadrakumar, Indian Punchline

"O golpe no Brasil inscreve-se no quadro das disputas geopolíticas globais"
(22/12/2018, Rui Costa Pimenta, "Análise Política da Semana", Youtube)

Traduzido pelo Coletivo Vila Mandinga



fala do presidente russo na reunião expandida da cúpula do Ministério da Defesa em Moscou, dia 18/12, foi uma análise ampla do equilíbrio estratégico global. O discurso deve ser visto no contexto da queda-livre em que estão as relações EUA-Rússia, do aumento da infraestrutura da OTAN nas fronteira ocidentais da Rússia e, especialmente, das declarações de Trump sobre os EUA retirarem-se do Tratado das Forças Nucleares Intermediárias (ing. Intermediate-Range Nuclear Forces (INF) Treaty) de 1987.

Em termos genéricos, a mensagem de Putin abre-se em três direções:

sábado, 22 de dezembro de 2018

Cumprido o propósito dos bombardeiros russos na Venezuela, por M. K. Bhadrakumar

14/12/2018, M. K. Bhadrakumar, Indian Punchline

Traduzido pelo Coletivo Vila Mandinga



O rápido deslocamento de dois bombardeiros estratégicos Tupolev Tu-160 ‘Blackjack’ russos para a Venezuela semana passada tornou-se evento sensacional. Na verdade, é manifestação da crescente já alta capacidade militar dos russos, restaurada no governo do presidente Vladimir Putin. Os ‘Blackjack’ apareceram mais de uma vez nos céus da Síria, e recentemente voaram até além do Alasca. Agora, atravessaram o Pacífico.

Os dois bombardeiros com capacidade nuclear pousaram na Venezuela dia 10/12. O Tupolev Tu-160 ‘Blackjack’ é bombardeiro supersônico pesado de geometria variável, projetado para atingir alvos estratégicos com armas nucleares e convencionais, em profundidade, em teatros continentais de operações. Foi, digamos assim, uma “amostra” que Moscou ofereceu a Washington do mundo futuro, se os EUA continuarem a romper pactos de controles de armas e a tentar alterar, a favor deles, o equilíbrio estratégico global.

sábado, 15 de dezembro de 2018

Apareceu no radar: Ataque nuclear dos EUA à Rússia - O plano do governo dos EUA de conquistar a Rússia por uma invasão surpresa

11/12/2018, Eric Zuesse,[1] para The Saker Blog


Traduzido pelo Coletivo Vila Mandinga



A seguinte combinação de artigos explica – e aí estão os links para provas conclusivas – que o governo dos EUA está realmente distribuindo e alocando suas forças nucleares, para o objetivo de vencer guerra nuclear contra a Rússia (Guerra Mundial III, GM III); que os EUA já não estão limitados ou contidos (assumindo-se que algum dia os EUA tenham sido limitados ou contidos na loucura nuclear) pela ideia de que a GM III produziria catástrofe inaceitável para os dois lados (“Destruição Assegurada para os dois lados”, ing. “Mutually Assured Destruction”, MAD), e catástrofe que teria de ser evitada a qualquer custo. 

Hoje o governo dos EUA está absolutamente determinado a vencer a GM III, não a evitar a GM III.

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Visão objetiva do caso Meng Wanzhou

8/12/2018, Kong Qingjiang, China Global Television NetworkCGTN

Traduzido pelo Coletivo Vila Mandinga


Entreouvido nos Champs Elysées, na calçada em frente à Maison Dior saqueada:

Caso Meng é mais um caso de ‘lei’ usada como arma de produzir agressão e injustiças.
Meng é Lula, Lula é Meng. E o perseguidor, claro, nos dois casos, é a ‘lei’ que legaliza a desigual ‘ordem’do Império.

Mas tem lado bom: cada dia fica mais irrespondivelmente demonstrado que,
sem a muleta da lei que legalize pela violência a desigual ordem do Império ... o capitalismo já não se aguenta em pé. Segue a luta!
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Nota do Editor: Kong Qingjiang é reitor da Escola de Direito Internacional da Universidade de Ciência Política e Direito da China. O artigo manifesta opiniões do autor, não necessariamente da CGTN.

A surpreendente detenção de Meng Wanzhou, cidadã chinesa, por autoridades canadenses a pedido dos EUA dispara preocupações e verdadeira indignação entre o povo chinês. Meng, principal executiva de finanças da empresa Huawei, gigante chinesa das telecomunicações, foi detida quando fazia uma conexão, no aeroporto de Vancouver, acusada de violar a lei de sanções comerciais que os EUA impuseram ao Irã.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Como EUA organizam campanhas ‘jornalísticas’ – à moda Trump [e Bolsonaro] – contra Rússia, China...

Moon of Alabama [Com atualização para o caso do Brasil]


Traduzido pelo Coletivo Vila Mandinga



Ontem, vários países divulgaram uma mesma campanha de propaganda, igual em todos os países, contra a Rússia. O contexto foi uma reunião de cúpula da OTAN na qual os EUA pressionam para que a ciberguerra contra o inimigo preferido da OTAN seja intensificada.

No mesmo dia, outra campanha coordenada foi disparada contra a China. O alvo a ser atacado, nesse caso, é a fabricação de chips para computador que os chineses estão promovendo a escala superior. Também relacionada, é a pressão que os EUA fazem sobre Taiwan, para que rompa relações com sua grande mãe-pátria.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Provado: EUA Protegem Al-Qaeda na Síria

14/9/2018, Eric Zuesse, para The Saker Blog


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu

Dos comentários:
B.F.        14/9/2018             9h03 EST/EDT
"Fazer guerra usando locais como 'representantes/agentes procuradores' nada tem de novidade. O "ISIS na Síria" foi criado pelos EUA e aliados para derrubar o presidente Assad e criar um Califato que depois seria usado contra o sul da Rússia. Não aconteceu bem assim. Hoje, EUA não podem permitir que Idlib caia, porque perderiam o último pretexto para permanecer na Síria. E têm de ficar lá, por razões geopolíticas e para usar aqueles postos para um possível ataque ao Irã.

Eric Zuesse levantou possibilidade interessante, de que o presidente Assad poderia desistir de Idlib. É a primeira vez que ouço falar desse tipo de manobra. 
Teoricamente, tudo é possível. E é verdade que Assad não se sentirá confortável com uma fortaleza do ISIS ali, no seu próprio.

Putin e Erdogan reúnem-se outra vez, agora em Sochi, dia 17 de setembro. Veremos o que resolvem. Seja como for, não vejo Putin e Assad cedendo Idlib tão facilmente, por causa de 'planos' de EUA e Turquia."
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Há provas abundantes de que o governo dos EUA protege Al-Qaeda na Síria. Nesse momento, EUA estão protegendo o principal centro da Al-Qaeda em todo o mundo – a província de Idlib na Síria. Essa proteção não é fenômeno isolado: é item de um quadro maior.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Índia, Rússia e o século pós-norte-americano, por MK Bhadrakumar

Por que os EUA tanto insistem em se intrometer no relacionamento Índia-China?!



4/9/2018, MK Bhadrakumar, Strategic Culture Foundation

Entreouvido na Vila Vudu:
No caso do Brasil, 4º (B)RICS e hoje já arruinado pelo golpe orquestrado por CIA-Aluysin,
trata-se de "século pós-Brasil & pré-nada" [pano rápido & fúria].
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Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu



A compra pendente, pela Índia, do sistema russo de mísseis S-400 passou a ser o motivo central decisivo, do diálogo "2+2" dos ministros de Relações Exteriores e Defesa da Índia e dos EUA marcados para 6 de setembro em Nova Delhi. Mas a questão aqui não é só questão de defesa. Há outras ramificações geopolíticas muito mais amplas.

'Resistência' desatina, na neoguerra Garganta-Profunda nos EUA, por Pepe Escobar

9/9/2018, Pepe Escobar, Asia Times


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu



"11 anos depois, os proverbiais estenógrafos do império vivem de ansiosamente promover... a al-Qaeda (e que grande novidade!). O governo Obama – que arquivou a terminologia da “guerra ao terror” e está agora orwellizando seus métodos – trabalhou lado a lado com o Grupo de Combate Islâmico Líbio, braço da al-Qaeda, para derrubar Muammar Gaddafi na Líbia; e, lado a lado com a Casa de Saud, apoia um rosário de jihadistas salafistas da al-Qaeda para derrubar o governo de Bashar al-Assad na Síria" (11/9/2012, Pepe Escobar: "Marco Zero redux", em redecastorphoto, de Asia Times Online).
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Primeira página do The New York Times,do dia 9/8/1974, sobre a renúncia do presidente Richard Nixon. (Foto: iStock)

Vivemos hoje num mundo de guerra psicológica e operações 'psi'. A mais recente Guerra Garganta Profunda em Washington tem todos os elementos de um épico do gênero. 
Fear: Trump in the White House, [Medo: Trump na Casa Branca] de Bob Woodward, que permanece como editor associado no Washington Post, será lançado semana que vem, no 17º aniversário do 11/9.

O lançamento, por sua vez, distrairá a opinião pública, desviando as atenções para longe do fato de que a velha Guerra Global ao Terror, cunhada na era Bush, já sofreu metástase e é hoje formato especial de Todos os Rebeldes Sem Causa Norte-americanos, que apoiam abertamente os "rebeldes moderados" da al-Qaeda na Síria, ex- Jabhat al-Nusra, atualmente Hayat Tahrir al-Sham.

Provocações costumam se transformar em guerras, por Paul Craig Roberts

31.08.2018, Paul Craig Roberts, Blog


Tradução de btpsilveira






As pressões que o governo russo e o presidente Putin enfrentam não decorrem das sanções dos Estados Unidos, as quais acabam se tornando benéficas para a Rússia, ao forçá-la a ser independente, mas de patriotas russos que estão perdendo a paciência com a postura não confrontacional de Putin para as provocações de Washington e seus insultos e provocações militares infindáveis. Os patriotas russos não querem a guerra, mas querem que se defenda a honra do país, e acreditam que o trabalho de Putin é falho nesse quesito. Alguns chegam a dizer que o próprio Putin é um Integracionista Atlantista, admirador do ocidente.

A cumulação desse desencanto com Putin e a elevação da idade de aposentadoria para o trabalhador russo, que é uma armadilha colocada pelos economistas liberais do país, prejudicou o índice de aprovação de Putin precisamente quando ele está para ser mais uma vez testado por Washington na Síria.

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Guerras comerciais dos EUA contra a China: o que realmente está em disputa, por F. William Engdahl

3/9/2018, F. William Engdahl[1] (Website)


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu



A bizarra e em ininterrupta escalada "guerra comercial" que Washington move contra os chineses nada tem a ver com equilibrar superávits comerciais. E parece que, agora, os chineses já concluíram também nessa direção. Tudo ali tem a ver com assalto frontal contra a estratégia chinesa de se autoconverter em país líder, de economia avançada, autoconfiante, em pés de igualdade, no campo da tecnologia com o ocidente e, possivelmente, ainda mais avançada. Essa é basicamente a meta da estratégia nacional econômica de Xi Jinping, Made in China: 2025.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Histeria norte-americana no encontro Bolton e Patrushev

27/8/2018, Ruslan Ostashko (legendas do vídeo, trad. do ing.) em The Vineyard of the Saker 


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu




As conversações de Genebra terminaram de modo ainda mais cômico do que se esperava.

O Conselheiro de Segurança Nacional do presidente dos EUA, John Bolton, simplesmente não conseguiu assinar a declaração final conjunta do próprio Bolton e do secretário do Conselho de Segurança Nacional Russo, Nikolai Patrushev.

Lembram do que eu disse antes da reunião EUA-Rússia em Genebra? Eu disse: Não concordarão sobre coisa alguma. Nada."

sábado, 25 de agosto de 2018

Sun Tzu e a arte de guerrear guerra comercial, por Pepe Escobar

Será longa e  será suja, e Trump é doido se subestimar Xi e a firmeza da China
23/8/2018, Pepe Escobar, Asia Times


Entreouvido na Vila Vudu:

Fato sempre apagado por quantos tenham resolvido que "a China não é Marx", é que Marx escreveu livro intitulado "O Capital", não escreveu livro intitulado "A Comuna". Se se considera, pois, que Marx foi especialista – dos melhores que o mundo já conheceu – em CAPITAL, e o que estamos vendo na China é O CAPITAL in progress, o fato de esse in-progress acontecer em estado comunista, absolutamente não desrespeita coisa alguma nos conceitos marxianos. Na verdade, Deng Xiaoping considerado, até confirma as conclusões de Marx. Marx hoje poderia dizer, coberto de razão, que
"Wall Street não é capitalista" (é sionista mafiosa) [NTs].
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Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu



Imagine a liderança chinesa sumir durante quase duas semanas – praticamente posta em hibernação, imersa num debate secreto. Foi precisamente o que aconteceu em Beidaihe, resort de férias de verão na província ocidental de Hebei.

Por mais que circulem por aí teorias da conspiração à moda James Bond sobre esse rito anual, não há dúvidas sobre o tema-chave das discussões: a guerra comercial EUA-China.

A segunda maior economia do mundo sob o presidente Xi Jinping está já muito avançada na longa marcha rumo ao status de superpotência. O status quo geopolítico e geoeconômico anterior está morto.

Xi já disse incontáveis vezes e muito claramente que não basta, para a China, tornar-se simples "acionista responsável" na ordem liberal internacional pós-Guerra Fria controlada pelos EUA.

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Imran Khan levará o Paquistão, dos EUA para a China?

31/7/2018, Daniel Hyatt, Global Times, China

Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu


Sobre Imran Khan, ver também

20/6/2012, Assange entrevista Imran Khan Niazi, candidato à presidência do Paquistão,
19/6/2012, Russia Today – 10º Programa, Episódio 9,
vídeo 27'30 e transcrição traduzida, em Redecastorphoto.

"O Movimento por Justiça (ing. Movement for Justice/Pakistan Tehreek-i-InsafPTI) foi pensado como Movimento para lutar por sociedade justa e igualitária baseada no sistema que o Profeta Maomé [Que a Paz Esteja com Ele] expôs na Carta de Medina, que foi o fundamento sobre o qual se construiu o estado islâmico modelo: uma sociedade igualitária, baseada no respeito à lei e na justiça econômica – o primeiro estado de bem-estar na história da humanidade. Infelizmente, como o filósofo muçulmano Ibn-e-Khaldun previu que aconteceria, quando decaiu o compromisso dos muçulmanos com a justiça, decaiu também toda a sua civilização" (Do Manifesto do Partido Tehreek-e-Insaf (PTI), [ing. "Pakistan Movement for Justice", port. Movimento por Justiça), 9/7/2018, Dawn, Islamabad, Paquistão, trecho aqui traduzido].
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"Faremos do Paquistão um estado islâmico de bem-estar, sobre os mesmos pilares sobre os quais se ergueu Medina: humanidade e justiça" (Imran Khan, no lançamento do Manifesto do Partido Tehreek-e-Insaf (PTI), [ing. "Pakistan Movement for Justice", port. Movimento por Justiça), 9/8/2018, GeoTV]).

"Temos de combater a pobreza. É enorme desafio. A China é o maior exemplo que há diante de nós. A China tirou da miséria milhões de cidadãos nos últimos 30 anos. É feito sem precedentes" (Imran Khan, empossado primeiro-ministro do Paquistão ontem, 19/8/2018).____________________________





Imran Khan é agora o homem mais poderoso do Paquistão. Às vésperas de ser empossado primeiro-ministro do Paquistão [foi empossado ontem (NTs)], não fez segredo de que tem um mapa do caminho do relacionamento que deseja com a China.


Um dia depois de completado o processo eleitoral, cujo resultado mostrou o partido de Khan como o único grande partido vitorioso, Khan falou pela televisão a todo o país pela primeira vez.

sábado, 18 de agosto de 2018

Moon of Alabama: "John Brennan não é páreo para Trump."

17/8/2018, Moon of Alabama

Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu




O presidente Trump dos EUA revogou a credencial especial que garantia passe livre em todos os departamentos e setores da mais alta inteligência dos EUA ao ex-diretor da CIA John Brennan.

Ótimo. Das melhores coisas que Trump jamais fez. Brennan é dos mais desprezíveis ex-funcionários dos EUA ainda vivos. Que apodreça no inferno.