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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Todos a bordo do mundo pós-Parceria Trans-Pacífico, por Pepe Escobar

24/11/2016, Pepe Escobar, Strategic Culture Foundation















Os apertos de mãos pode-se dizer 'de indiferença' que trocaram os presidentes Barack Obama dos EUA e Vladimir Putin da Rússia, um antes e outro depois de terem conversado "por cerca de quatro minutos", em pé, nos corredores da cúpula de Cooperação Econômica do Pacífico Asiático (CEPA) [ing. Asia-Pacific Economic Cooperation (APEC)] em Lima, Peru, capturou à perfeição o ocaso melancólico da era Obama. 

Qualquer flashback mesmo que superficial das sempre precárias relações entre Obama e as duas "ameaças existenciais" Rússia e China incluiria de tudo, desde Maidan patrocinado por Washington em Kiev, até o "Assad tem de sair" de Obama na Síria, com menção especial à guerra pelo preço do petróleo, sanções, o ataque contra o rublo, a demonização extremada de Putin e de tudo que tenha a ver com a Rússia, provocações no Mar do Sul da China – até a reviravolta final: a morte do tão almejado Tratado da Parceria Trans-Pacífico (PTP) [ing. Trans-Pacific Partnership (TPP)], morte que foi reconfirmada na CEPA em Lima, imediatamente depois da eleição de Donald Trump.

Mega crash da mídia-empresa

23/11/2-16, Jon Rappoport, Strategic Culture Foundation















Primeiro, só fizeram 'ensinar' ao povo dos EUA que Hillary Clinton 'já estava eleita'; e de todos os lados que analisassem a 'notícia', sempre ensinavam ao povo dos EUA que Hillary eleita era solução ótima.

Então, na noite da eleição, a mídia-empresa desabou.

Apareceram os resultados. A mídia-empresa entrou em choque profundo.

Com protestos e tumultos surgindo pelo país, a mídia-empresa não disse que (a) haviam execrado Trump todos os dias 'porque' ele dissera que talvez não aceitasse o resultado das urnas; e (b) ali estavam muitos Democratas que não aceitavam o resultado das urnas, mas elogiados, não execrados.

Era urgente inventar nova campanha eleitoral! 

De repente, lá estava: Hillary Clinton perdeu 'por causa' de "notícias falsas" que se espalharam sobre ela durante a campanha.

Websites de notícias falsas. Pronto. Tudo explicado.