21/8/2017, Tyler Durden, Zero Hedge (Via GEFIRA)
"Descobri the Economist no final dos anos 80s, na época de Reagan. Era muito boa. O declínio começou em 1995 (...). Em 2002, já não era nem sombra do que fora. Parei de ler definitivamente em 03, 04 e nunca mais li The Economist. Pelo visto, piorou ainda mais".
(Abelard Lindsey, em Comentários)
(Abelard Lindsey, em Comentários)
As elites globalistas ocidentais até hoje não engoliram a vitória de Trump ou o Brexit. Estão padecendo, obrigadas a lidar com os próprios fracassos ideológicos, e quando a realidade atreve-se a não satisfazer os delírios daquelas elites, elas vão para a internet & e inventam um mundo paralelo, onde suas previsões 'de especialistas' sempre se confirmam e os seus fracassos não podem ser questionados. [No caso do Brasil-2017-E-Golpe, as elites globalistas vão muito mais frequentemente para os principais veículos das mais tradicionais grandes empresas de mídia e 'kumunicação', chamada aqui 'imprensa' falada, escrita e televisionada (NTs)]
O portal "Mas... e se?" de The Economist, câmara de eco neoliberal de pensamento desejante-delirante [ing. wishful thinking] é exatamente isso.
Na peça mais recente ali publicada, atribuem-se poderes mágicos ao novo herói das elites, Emmanuel Macron, que tão impressionantemente derrotou em maio o mal encarnado em Marine Le Pen. Para The Economist (1), Macron é praticamente um neo-Jesus. Correspondentemente, o rapaz é apresentado andando sobre as águas, na capa da edição desse mês.

