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domingo, 19 de novembro de 2017

Israel, Arábia Saudita: Precondições para guerra contra o Hezbollah

17/11/2017, The Saker, Unz Review e The Vineyard of the Saker


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu




SouthFront acaba de divulgar um vídeo, com análise muito interessante sobre a possibilidade de uma guerra que envolveria Líbano, Arábia Saudita e, possivelmente, Síria, Irã e Israel. Significa, é claro, que Rússia e os EUA estariam envolvidos. Primeiro, por favor, assistam ao vídeo (ing.).


Hoje, então, me proponho a analisar as implicações desse cenário.

Contexto: fracasso completo dos anglo-sionistas em todos os fronts

sábado, 4 de novembro de 2017

Ucrânia: Os escroques, os palhaços e os nazistas

26/10/2017, The Saker, Unz Review The Vineyard of the Saker

Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu




As últimas grandes notícias da Ucrânia


Ouviram as grandes notícias vindas da Ucrânia? Não? Há um mini-Maidan por lá em andamento, e nacionalistas parecem esperar que Poroshenko seja chutado de lá antes do final da semana. Não ficaram sabendo? Bem... Aí está a grande notícia: não terem ouvido palavra sobre isso.

Na verdade, o que está acontecendo é bem interessante. Permitam-me resumir: o ex-presidente da Geórgia Mikhail Saakashvili (que perdeu a cidadania georgiana e a cidadania ucraniana) recentemente cruzou a fronteira (através da Polônia, claro) e seguiu viagem até Kiev para exigir a renúncia de Poroshenko. Acham que estou brincando? Consultem o artigo da Wikipedia sobre ele, se querem todos os detalhes. E tem mais. Há consenso entre os analistas de que Saakashvili está sendo usado como batedor por algum muito mais influente – Iulia Timoshenko, claro. Mas o que é realmente novidade é que muitos analistas e comentadores bem informados parecem convencidos de que EUA e União Europeia (UE) não são as principais forças ativas por trás desses últimos desenvolvimentos (embora, claro, estejam envolvidos).

O que está acontecendo aqui?

domingo, 15 de outubro de 2017

E o Comunismo? Morreu mesmo?

12/10/2017, The Saker, Unz Review The Vineyard of the Saker






[ATENÇÃO: Excluíram-se da tradução desse artigo uns poucos trechos/repetições que nos pareceram muito enviesadas (p. ex: "se o Comunismo terminou formalmente na Rússia em 1991, os chineses também se afastaram silenciosamente dele, substituindo-o por uma modalidade tipicamente chinesa de Capitalismo" e/ou "Até o Comunismo chavista resultou em completa bancarrota da Venezuela": não são comentários factuais, nem são passos essenciais para desenvolver o argumento. 
As exclusões estão marcadas com "(...)" no texto abaixo, para que os trechos excluídos possam ser localizados e lidos no original.
Fazemos assim o que nos parece ser honesta tentativa para conhecer a posição que tem, sobre esse tema, um dos mais interessantes autores brotado na blogosfera, que tantas vezes citamos e repercutimos, e fonte pródiga de saberes que não há no Brasil sobre a Rússia e o Oriente Médio no século 21. Ao mesmo tempo tentamos não nos deixar enredar no discurso anticomunista vicioso da Guerra Fria [NTs]).





(...)
Comunismo – o passado:


Para começar, nunca houve "colapso" da União Soviética. A URSS foi desmantelada de cima para baixo pelos líderes do Partido Comunista da União Soviética (PCUS) que decidiram que a nomenklatura soviética dividiria o "bolo" soviético em 15 fatias menores. O que aconteceu depois foi resultado da luta interna entre aquelas facções. Dado que ninguém jamais elegera aquelas gangues de apparatchiks do Partido para legitimamente dissolverem a URSS nem, de fato, para reformá-la fosse como fosse, as ações dos líderes soviéticos naquele momento devem ser descritas como golpe totalmente ilegal.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Rússia e os referendos separatistas na Espanha e no Iraque

5/10/2017, The Saker, Unz Review e The Vineyard of the Saker










Os recentes referenda na Catalunha e no Curdistão, embora de modo algum sejam desenvolvimentos cruciais para a Rússia, resultaram num vivo debate na mídia russa e entre o público russo. O Kremlin optou por não fazer pronunciamentos bombásticos, indicando provavelmente que os ministérios chaves abrigam várias linhas de pensamento sobre essas questões. Consideremos nós, então, essas duas situações, do ponto de vista dos russos.

sábado, 12 de agosto de 2017

Desmascarando os mitos sobre as entregas de armamento para a Ucrânia

11.08.2017, The Saker - The Vineyard of The Saker / The Unz Review.



tradução de btpsilveira






A mais nova mania jornalística versa sobre a possibilidade de entrega à junta nazista em Kiev de armas antitanques dos Estados Unidos (o Javelin FMG-148 sempre é mencionado [sistema portátil de mísseis antitanques desenvolvido pelos EUA-NT]). Tipicamente, estas histórias sempre incluem uma discussão de armas “defensivas X ofensivas” e “letais X não letais” e revelam uma crença infantil na existência de algum tipo de tecnologia mágica que faria milagres no campo de batalha. Nada disso tem a ver com o mundo real e é por isso que esse pessoal escreve esse tipo de nonsense tentando esconder a própria ignorância, semeando pelos seus artigos números sem sentido tais como alcance, capacidade de penetração de blindagem, sistemas de orientação, expressões do tipo “dispare e esqueça”. A verdade é que todos esses autodenominados especialistas citam uns aos outros e todos papagueiam juntos a propaganda de linha chapa branca que sugere que a entrega dessas armas para a Ucrânia seria uma espécie de divisor de águas. Divisor de águas realmente é, mas não em termos militares. Pois bem. Vamos tentar colocar um pouco de razão nessa besteirada toda.

sábado, 5 de agosto de 2017

The Saker: Para EUA, fim das "guerras a preço de ocasião"

4/8/2017, The Saker, Unz Review e Vineyard of the Saker










Com o golpe dos neoconservadores contra Trump agora já completado (pelo menos no objetivo principal, i.e., com Trump já neutralizado, o objetivo subsidiário, i.e., tirar o presidente da presidência, pode ser adiado para algum momento, não se sabe quando, no futuro), o mundo tem de lidar, mais uma vez, com situação muito perigosa: o Império Anglo-sionista está em rápida decadência, mas os neoconservadores voltaram ao poder. E farão de tudo, qualquer coisa que esteja ao alcance deles, para deter e reverter aquela decadência. 

É também dolorosamente óbvio, se se observa a retórica dos neoconservadores, além de suas ações passadas, que a única "solução" que eles anteveem para se safar é iniciar algum tipo de guerra. 

Assim sendo, a questão mais premente passa a ser: "quem o Império agredirá dessa vez?" Será a República Popular Democrática da Coreia ("Coreia do Norte")? Será a Síria? O Irã ou a Venezuela? Atacarão na Ucrânia, talvez? Ou os neoconservadores procurarão guerra com Rússia ou China?

sábado, 8 de abril de 2017

Mike Whitney: O conflito iminente entre EUA e Rússia

07.04.2017 - Mike Whitney, The Unz Review




tradução de btpsilveira







O ataque de mísseis ordenado pelo presidente Donald Trump contra o Aeroporto Shayrat no oeste da Síria não passou de uma exibição dos músculos imperiais que teve efeito exatamente contrário ao que se pretendia. Mesmo que o ataque com certeza tenha levantado o moral dos jihadistas que assolam o país há seis anos, não teve qualquer valor estratégico ou militar. O dano causado ao aeroporto foi muito superficial e não há razão para acreditar que tenha qualquer impacto no progresso do exército sírio no campo de luta.

No entanto, o ataque matou quatro soldados sírios em atividade, o que significa que as tropas dos Estados Unidos na Síria não podem mais ser consideradas como parte de uma coalizão internacional para combater o terrorismo. Agora, os Estados Unidos são uma força hostil que representa uma ameaça existencial para o governo soberano do país.

Era esta a mudança que Trump queria?