quinta-feira, 14 de abril de 2016

Geopolítica do sistema de Banco Central

17/3/2016, Valérie Bugault,* Katehon

A gênese da ordem oligárquica do 
banking: do sistema de banco central às instituições financeiras[1]

"Deixem-me controlar o dinheiro do país
e nem me importa quem escreva as leis"
[Mayer Amschel Bauer, 1º da dinastia Rothschild]

Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu



O conceito de Banco Central depende da centralização das questões monetárias em mãos de banqueiros de bancos centrasi controlados por banqueiros privados. A política monetária é assim gerida, por sua própria natureza, para satisfazer os interesses da maioria dos acionistas dos principais bancos privados.

Bancos centrais que pertencem a atores financeiros privados que regulam as chamadas moedas soberanas [State currencies] e mais ou menos diretamente controlam todo o setor bancário privado são o núcleo mais duro da questão monetária. Bancos centrais[2] são assim o nervo central do sistema financeiro que temos hoje.

América Latina: gelado vento de golpe sopra do Norte

13/4/2016, Vijay Prashad, The Hindu, Nova Delhi, Índia

Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu


Com os fundos para programas de bem-estar secando, em plena recessão global, a velha elite, com ajuda dos EUA, está outra vez usando a linguagem da anticorrupção para repor os pés na região e desestabilizar governos de esquerda eleitos na América Latina.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Guerra Híbrida, de Palmyra ao Panamá, por Pepe Escobar




Os Panama Papers, dissecados até o osso, revelaram-se, como já escrevi, essencialmente, como operação de infoguerra iniciada pela Agência de Segurança Nacional dos EUA (ing. US-NSA) – que convenientemente mira contra os "inimigos" do 'ocidente' no sul global (como os países BRICS) e variados peões descartáveis.


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu



No estágio atual, os Panama Papers estão servindo como arma de operação de guerra psicológica (ing. psyops) apresentados como 'vazamento ativista', saído diretamente do manual de Guerra Híbrida.

Os incansáveis agentes 'especialistas' da mídia-empresa dominante estão tendo muito trabalho para apresentar o 'vazamento' monstro como "jornalismo responsável", sempre sem tocar em nenhuma das graves questões que já apareceram, sobre como o tal 'vazamento' teria sido 'vazado'; como teriam sido seletivamente editados 2,6 terabytes de dados, incluindo 5 milhões de emails; como foram obtidos sem encriptação; como é possível que, de toda essa massa de dados sobre a qual teriam trabalhado mais de 400 jornalistas por mais de um ano, não tenha havido nenhum 'vazamento' do 'vazamento'; e sobre como a informação estaria sendo seletivamente distribuída hoje.

Brookings Institution e mais um míssil teledesatinado

Panama Papers são "culpa de Putin"


11/4/2016, John Helmer, Dance with Bears, Moscou 


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu





Clifford Gaddy (imagem de abertura, esq.) jamais superou a quedinha que sempre teve, por 20 anos, por Anatoly Chubais e Alexei Kudrin. Tampouco o patrão de Gaddy na Brookings Institution em Washington, Strobe Talbott, o mudador-de-regime em-chefe no Departamento de Estado nos anos 1990s, quando Boris Yeltsin era o homem deles no Kremlin, e o resto da Rússia era fraca demais para lhes resistir.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

O que pensa a China sobre os Panama Papers

Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu


Porque opinionismo tosco do Grupo GAFE plus Ban (Globo-Abr-FSP-Estadão plus Bandeirantes) esse, com certeza TOTAL, só interessa ao Grupo GAFE plus Ban (Globo-Abr-FSP-Estadão plus Bandeirantes) e NÃO INTERESSA ao Brasil (NTs).
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Forças poderosas por trás dos Panama Papers 
5/4/2016, Global Times, Pequim (editorial)
http://www.globaltimes.cn/content/977162.shtml

(Dica de Pepe Escobar, em "Hybrid War, From Palmyra to Panama", SputnikNews, 7/4/2016, em trad.)



Vazamento gigante de documentos confidenciais que pertenceriam a Mossack Fonseca, empresa de advogados com sede no Panamá e acusados de operar como facilitadores para lavar dinheiro suspeito dos seus clientes, chocou a opinião pública internacional. Mais de 11 milhões de documentos foram passados, por fonte anônima, ao jornal alemão Sueddeutsche Zeitung. Segundo o noticiário, esses documentos teriam sido investigados por cerca de 300 jornalistas globais durante um ano.

EUA: Eleições no planeta do "totalitarismo invertido"

Da natureza fraudulenta e destrutiva do neoliberalismo 

Talvez o resultado mais importante até agora da insurgência de Bernie Sanders seja o quão claramente expôs a real natureza totalitária do Estado, nos EUA, no século 21.
Claro, não é o totalitarismo clássico de tipo orwelliano: é o "totalitarismo invertido" que o falecido cientista político Sheldon Wolindescreve tão brilhantemente em seu livro "Democracy, Incorporated" [Democracía S.A (esp.)].
Num sistema de totalitarismo invertido, não há real distinção entre o poder do estado e o poder das grandes empresas. Nesse sistema, uma "democracia gerenciada" atentamente, nas palavras de Wolin, é supervisionada por uma elite tecnocrática a serviço de interesses gerais das grandes empresas.


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu



No "totalitarismo invertido", continuam a existir as formas supostas da democracia – o suficiente para manter uma massa deliberadamente desinformada e subinformada, na ilusão de que ainda viveriam numa democracia –, mas todas as alavancas do governo são firmemente controladas por Wall Street e as indústrias a ela associadas – dobanking, de armas, de energia e de 'mídia' & 'comunicações' em geral.

The Saker: O “Suicídio Pela Negação da Realidade” da União Européia

07.04.2016 - The Saker Unz Review

Traduzido por Roberto Silveira





Aconteceu o que tinha que acontecer. Na União Europeia, o resultado já era esperado, dado que formada por elos frágeis como é, e o povo holandês foi apenas o primeiro a votar contra a associação com a Ucrânia. Claro que os euroburocratas podem agora encontrar alguma razão para declarar o voto inválido, podem afirmar que alguma lei foi violada e podem até substituir a simples negação por alguma forma de minimizar a associação com a Ucrânia, e finalmente, podem simplesmente ignorar o voto do povo holandês. Mas nada do que façam ou não façam fará qualquer diferença: a verdade inegável e inescapável é que os ucranianos não são benvindos na União Europeia, nem como associados e muito menos como membros. O resultado é que não haverá OTAN, nem União Europeia nem “Futuro Europeu” para a Ucrânia. Todo o balão de ar quente que inflamou as esperanças ingênuas e feias do Euromaidan está em chamas e o projeto Euro-Ucraniano está quebrado e queimando como o Hindenburg (dirigível alemão [LZ129 Hindenburg] fabricado pela Zepellin, que queimou totalmente em uma aterrisagem nos Estados Unidos em 06 de maio de 1937, causando a morte de 13 passageiros, 22 tripulantes e um técnico no solo - NT).