9/10/2018 Por Álvaro Verzi Rangel,[1] Centro de Analise Estratégico Latinoamericano,* trad. Victor Farinelli (por indicação de Pepe Escobar, pelo Facebook)
Traduzido pelo Coletivo Vila Mandinga
A internacional capitalista encontrou em um ex-militar xenófobo, misógino e homofóbico chamado Jair Bolsonaro a figura para conquistar a Presidência do Brasil através dos votos, diante da incapacidade dos golpistas de 2016 para realizar as reformas estruturais que garantam a nula intervenção do Estado nas relações capital-trabalho e nas transações comerciais e financeiras, o “mercado livre” em estado puro.
O trabalho para impor esse discurso no imaginário coletivo dos brasileiros, imersos em uma profunda crise com mais de 13 milhões de desempregados, começou há mais de uma década, a partir dos think tanks do movimento ultraliberal, um enorme financiamento e a ativa participação das igrejas evangélicas, que tiveram um papel crucial na campanha eleitoral e na construção do imaginário coletivo cheio de golpes baixos e fake news (mentiras), como é habitual nesta época de pós-verdade.






