terça-feira, 22 de janeiro de 2019

‘Ameaça estratégica’ contra Israel - Progressistas já não temem defender os palestinos

22/1/2019, Moon of Alabama

Traduzido pelo Coletivo Vila Mandinga



Há duas semanas, o lobby sionista puniu a ativista de direitos civis Angela Davis, por apoiar o movimento contra Israel Boicotar-Desinvestir-Sancionar (BDS). Por pressão do lobby, o Instituto Birmingham de Direitos Civis no Alabama cancelou a cerimônia anual de gala, na qual Davis receberia um prestigioso prêmio por serviços a favor dos direitos civis. O cancelamento gerou forte contrarreação. A prefeitura de Birmingham aprovou por unanimidade uma resolução de reconhecimento ao trabalho de toda a vida de Angela Davis. O presidente, o vice-presidente e o secretário do Instituto foram obrigados a deixar os cargos.

Depois do escândalo, abriram-se as portas do inferno. No domingo, o New York Times publicou coluna em que criticava a política de Apartheid da entidade sionista no Oriente Médio.

Jornada histórica pela Crimeia, por Pepe Escobar

15/12/2019, Pepe Escobar, Asia Times


Traduzido pelo Coletivo Vila Mandinga


Porto de Kerch, Mar de Azoz, controlado pelos russos, Asia Times.

Aqui estamos nas ruínas de Panticapaeum, capital do Reino de Bósforo, fundado em meados do século 6º antes de Cristo nas duas margens do Estreito de Kerch.

Começamos a caminhada pela colina de Mithridates, no coração do Kerch moderno, onde foi morto o ‘terrível’ rei Mithridates de Pontus (134-64 AC). O geógrafo grego Estrabão (63 AC-23 DC) disse que o Panticapaeum foi o país-mãe de “todas as cidades milesianas [de Mileto] do Bósforo”. Foi uma grande cidade, com um estaleiro e um conveniente porto.

domingo, 20 de janeiro de 2019

Israel perdeu muito na Guerra contra a Síria: Só 5% do arsenal de Irã e Hezbollah foi destruído na Síria, por Elijah J. Magnier

16/1/2019, Elijah J Magnier, no Blog (de Beirute, Líbano)

Traduzido pelo Coletivo Vila Mandinga



Fontes na inteligência dizem que “Israel sonha com que a Síria volte ao que era antes de 2011, quando os líderes sírios eram menos poderosos e experientes do que são hoje, passados sete anos de guerra. Os sírios hoje já receberam equipamento avançado, principalmente para defesa aérea, que lhe veio da Rússia, e de fornecedor e fabricantes de mísseis iranianos sofisticados. E já há na Síria a ativa presença de conselheiros e instrutores iranianos e do Hezbollah, que trabalham na preparação de novos quadros”.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Analisando o colapso contínuo dos EUA, com Dmitry Orlov

11.01.2019 - The Saker, Dmitry Orlov - The Vineyard of the Saker, The Unz Review


Tradução: btpsilveira




A palavra ‘catástrofe’ tem muitos conceitos, mas em sua significação original, em grego, a palavra queria dizer “queda súbita” (katastrophé em grego, ‘queda, reviravolta’ de kata-cair, para baixo + strophé[radical strophein]-‘transformar, virar’). Da mesma forma, para a palavra ‘superpotência’ também há várias definições possíveis. A minha preferida é esta: “‘superpotência’ é o termo usado para descrever um Estado em posição dominante, caracterizado por sua grande capacidade de influenciar ou projetar poder em escala global. Consegue isso através da combinação de força econômica, militar e cultural, poder de convencimento (soft power) e diplomacia. Tradicionalmente, as superpotências predominam entre as grandes potências.” Outra: “uma nação extremamente poderosa, em particular capaz de influenciar eventos internacionais e os atos e políticas de nações menos poderosas” e ainda “um corpo governamental internacional capaz de impor sua vontade mesmo a Estados também poderosos”.
Tenho mencionado em muitos de meus artigos o visível declínio dos Estados Unidos e seu Império, assim não vou repetir aqui nada além disso: a “capacidade de influenciar e impor sua vontade” provavelmente é o melhor critério para medir o tamanho da queda dos Estados Unidos desde que Trump chegou ao poder (o processo já tinha se iniciado com Dubya e Obama, mas com certeza foi acelerado pelo Donald). Porém quero usar uma metáfora para revisitar o conceito de ‘catástrofe’ (Dubya é uma maneira de certa forma sarcástica de se referir a George W. Bush e diferenciá-lo de George H. W. Bush, seu pai. Ambos foram presidentes dos EUA. ‘Dubya’, tem a ver com a pronúncia da letra W – NT).

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Maduro, até o fim. Por Leandro Fortes

11.01.2019 - Leandro Fortes, Facebook




Eu juro que queria ter essas certezas absolutas que leio em toda parte sobre a tal ditadura de Nicolás Maduro, mas não tenho. E por uma razão bem simples: são todas enviesadas, tanto pela direita que o odeia como pela esquerda que o inveja.

O fato é que Maduro, apesar de ser atacado pelos Estados Unidos sem intermediários, está de pé. A Venezuela não se dobrou, nem mesmo fustigada por uma crise econômica devastadora, com as consequências sociais que todos testemunhamos.

O Brasil, pelas mãos de um juiz de primeira instância apoiado por uma multidão de analfabetos políticos, não só sucumbiu ao um golpe parlamentar como, de quebra, elegeu uma besta quadrada cercada de lunáticos e fanáticos religiosos.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Amadores - a desordem mental no comando do país, por Leandro Fortes

08.01.2019 - Leandro Fortes, Facebook




Para vocês que acham que essa ciranda de idiotas e malucos faz parte de uma estratégia genial do Bozo para lançar uma cortina de fumaça sobre as ações de destruição do patrimônio público e dos direitos do cidadão, tenho uma má notícia: não há estratégia nenhuma.

Bozo & Kids são bestas quadradas, assim como essas cavalgaduras seladas na Esplanada do Ministério.

Não se atrapalham nem se confundem. São frutos da mesma desordem mental que bolou essa internação de Fabrício Queiroz, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Golpista John Bolton humilhado outra vez. Turquia rejeita suposto novo ‘plano’ dos EUA para a Síria

8/1/2019, Moon of Alabama

Traduzido pelo Coletivo Vila Mandinga



No domingo, o Conselheiro de Segurança Nacional dos EUA John Bolton tentou impor algumas condições para a retirada dos soldados dos EUA, da Síria:


Bolton, em viagem a Israel e Turquia, disse que destacaria, em conversas com autoridades turcas, inclusive com o presidente Tayyip Erdogan, que as forças curdas têm de ser protegidas.
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Consultado sobre se a retirada dos norte-americanos não aconteceria até que a Turquia assegurasse proteção aos curdos, Bolton respondeu: “Basicamente, é isso.”
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“Não acreditamos que os turcos empreendam qualquer tipo de ação militar que não seja, pelo menos minimamente, coordenada e aprovada pelos EUA”, disse Bolton. “Assim sendo, os turcos não ameaçam nossos soldados, mas também cumprem o que o presidente [Trump] exigiu, que as forças da oposição síria que lutaram conosco não sejam ameaçadas.”


A Turquia não gostou. Os curdos do YPG, que os EUA usam como bucha de canhão para combater o ‘Estado Islâmico’, são a mesma organização PKK, que opera como grupo terrorista na Turquia. A Turquia não pode admitir que esse grupo permaneça junto às fronteiras turcas como força militar organizada.