domingo, 19 de fevereiro de 2017

David Icke e o significado do Poder Judaico, por Gilad Atzmon

24.01.2017, Gilad Atzmon (Blog)







"Poder Judaico" é o poder para suprimir completamente a discussão sobre o poder judaico.

Esse poder está hoje visivelmente minguante.

Hoje, veículos da mídia judaica noticiam que militantes estão exigindo que Manchester seja multada, depois que a cidade acolheu "o antissemita notório David Icke" para falar diante de vasta multidão, nesse final de semana.

Mas o que faz de Icke "antissemita notório"? Icke afirma que os Judeus controlam o mundo e deram início à 1ª Guerra Mundial. Icke também acredita que os Judeus dominaram a Conferência de Paz de Versailles e criaram as circunstâncias que tornaram inevitável a 2ª Guerra Mundial.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Quem tem medo da paz no Afeganistão?

14/2/2017, MK Bhadrakumar, Indian Punchline














A conferência de seis países sobre o Afeganistão a realizar-se em Moscou na 4ª-feira – Rússia, China, Índia, Irã, Afeganistão e Paquistão – já está, de fato, sob a mira dos EUA. Comentário da Voz da América já mostrou isso, ao tomar a iniciativa: "Rússia, sempre mais interessada em minar os EUA do que em resolver os problemas regionais." O comentário lamentava que EUA e OTAN não tenham sido convidados à conferência em Moscou. Mas mesmo assim admite que analistas regionais "observam esse desenvolvimento com mais otimismo".

Washington está terrivelmente preocupada com o "retorno" da Rússia ao Afeganistão. Os EUA temem que a Rússia venha a fazer outra "Síria" no Afeganistão, apressando o fim definitivo da guerra e arrasando todo o Estado Islâmico, expulsando-o para fora do Hindu Kush e da Ásia Central, o que, claro, arrasaria também a raison d'etre da presença militar sem fim, que se vai eternizando, dos EUA no Afeganistão.

O Pântano revida, por Pepe Escobar

15/2/2017, Pepe Escobar, SputnikNews












A espalhafatosa novela de Michael Flynn resume-se à CIA jorrando uma hemorragia de vazamentos para o jornalão a serviço do manda-chuva da cidade, tentando fazer acontecer o desejado fim de jogo: uma vitória retumbante das facções mais linha-dura dos neoliberais/neoconservadores do Estado Profundo dos EUA, numa específica batalha. Mas a guerra não acabou; de fato, está só começando.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

The Saker: O golpe do “estado profundo” contra Flynn - Falando da forma mais clara possível

14.02.2017, The Saker, The Vineyard of the Saker


tradução de btpsilveira





Muito bem. Tenho a percepção de que um grande número de leitores não está conseguindo entender a natureza do que está acontecendo. Assim, desta vez, em vez de escrever uma análise, vou destacar alguns tópicos – e tentar fazer um tipo de trabalho melhor para marcar minha posição. Vamos lá.

ISSO NÃO TEM NADA A VER COM FLYNN. Vou repetir. ISSO NÃO TEM NADA A VER COM FLYNN!!!Pelo amor de Deus, não venham me dizer que Flynn está errado quanto ao Irã, ou Islã, ou China. Concordo. Mas,

==> ISSO NÃO TEM NADA A VER COM FLYNN!!! <==

ISSO É SOBRE PODER. Como assim, quem é o chefe? Quem é o número um? Quem é o cachorro alfa? O presidente ou o “estado profundo”? É disso que estamos falando – mostrando quem é que está no comando.

Acabou o Lexotan na GloboNews! Por Leandro Fortes

15.02.2017, Leandro Fortes, Facebook







Quer entender porque o STF se abraçou, covardemente, à turma de Temer e de seus cupinchas do Congresso Nacional e da mídia?

A pesquisa CNT/MDA, sobre a corrida presidencial de 2018, dá TODAS as respostas.

Então, vamos lá:

Cenário 1 – 1° turno

LULA 30,5%
Marina Silva 11,8%
Jair Bolsonaro 11,3%
Aécio Neves 10,1%
Ciro Gomes 5,0%
Michel Temer 3,7%

Cenário 2 – 1° turno

LULA 31,8%
Marina Silva 12,1%
Jair Bolsonaro 11,7%
Geraldo Alckmin 9,1%
Ciro Gomes 5,3%

Cenários 1, 2 e 3 – 2º Turno

LULA 39,7% 
Aécio 26,5%

LULA 42,9% 
Temer 19%

LULA 38,9% 
Marina 27,4%

Por isso estão todos contra Lula: os golpistas, o juiz Moro, a mídia, os retardados do MBL, os analfabetos políticos da classe média, os remediados de Miami, as senhoras de Santana, os fascistas, os crentes sem noção e os dementes da extrema direita.

Por isso que é preciso prender Lula, execrar Lula, inviabilizar Lula e, se necessário, matar Lula.

Porque, em qualquer pesquisa, em qualquer tempo, daqui até 2018, SÓ VAI DAR LULA, de cabo a rabo.

#Lula2018


The Saker: Neocons e o Estado Profundo castraram a presidência Trump (atualizado 2x)

14.02.2016, The Saker, The Vineyard of the Saker



tradução btpsilveira





Há menos de um mês, alertei que uma “revolução colorida” estava em curso nos Estados Unidos. Meu principal elemento de prova era a assim chamada “investigação” que CIA, FBI, NSA e outras agências estavam conduzindo contra o candidato a se tornar Assessor para a Segurança Nacional do Presidente Trump, o General Flynn. Nesta noite, o plano para expulsar Flynn finalmente teve sucesso e ele ofereceu sua renúncia. Trump aceitou.

Uma coisa quero deixar bem clara desde o início: Dificilmente Flynn poderia ser visto como um homem sábio ou um santo, que poderia, sozinho, salvar o mundo. Não é. No entanto, Flyyn era a pedra angular da política de Segurança Nacional de Trump. Em primeiro lugar, Flynn ousou o impensável: ele ousou declarar que a comunidade de inteligência dos Estados Unidos, superdimensionada e inchada, tinha que ser reformada. Tentou ainda subordinar a CIA e o Estado Maior ao presidente via Conselho de Segurança Nacional. Colocado de maneira diferente, Flynn quis combater o poder incontestável até então que vem da CIA e do Pentágono e trazê-lo de volta para as mãos da Casa Branca. Além disso, queria trabalhar com a Rússia. Não porque fosse algum tipo de admirador da Rússia, a simples noção de que um diretor do DIA fosse fã de Putin é simplesmente ridícula, mas Flynn é um homem racional, ele entendeu que a Rússia não é uma ameaça para os Estados Unidos ou para a Europa e que a Rússia e o ocidente têm interesses em comum. Estas noções são um crime de pensamento absolutamente imperdoável na cidade de Washington, DC.

Os neocons que governam o ‘estado profundo’ forçaram Flynn a renunciar sob o pretexto imbecil de que ele teve uma conversação telefônica através de uma linha aberta, insegura e claramente monitorada, com o embaixador russo.

Pior: Trump aceitou a renúncia.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

A Política Externa de Trump Será Travada pela Demissão de Flynn

14.02.2017, Moon of Alabama




tradução de btpsilveira





O Assessor para a Segurança Nacional de Trump, Michael Flynn, pediu exoneração depois de apenas três semanas na função. Mesmo não sendo fã de Flynn ou mesmo de Trump, penso que esse descarte é um acontecimento muito perigoso. Impedirá uma grande mudança nas políticas externas dos EUA, como imaginado por Trump.

A demissão ocorreu na sequência de uma campanha minuciosamente orquestrada contra Flynn por funcionários da inteligência dos EUA, a mídia e algumas pessoas dentro da Casa Branca.

Depois da vitória inesperada de Trump nas eleições, a administração Obama disparou sanções contra a Rússia e mandou funcionários da embaixada russa de volta para Moscou. Esse movimento tinha a intenção de bloquear a política de melhores relações com a Rússia, desejada por Trump. Em seguida, Flynn falou com o embaixador russo, e como consequência direta da conversa, os russos não responderam às expulsões e sanções de Obama na mesma moeda. Totalmente de acordo com as políticas já anunciadas por Trump, esse foi um movimento decididamente positivo. Um movimento parecido com esse foi feito por Henry Kissinger, que visitou a embaixada russa semanas antes de se juntar ao NSC (Conselho de Segurança Nacional – NT) de Nixon. Durante a eleição de 2012, o próprio Obama fez um “acordo” similar com os russos numa situação também bastante parecida: