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sábado, 11 de fevereiro de 2017

Pepe Escobar: Andrew Jackson Trump dará corpo à Doutrina Bannon?

09/02/2017, Pepe Escobar, SputnikNews














Nos recônditos profundos da Trumpologia – a nova disciplina infestada de 'especialistas', todos tentando decodificar o novo governo norte-americano – tornou-se moda zombar do estrategista chefe da Casa Branca Steve Bannon, como se se tratasse de criatura sociopata do pântano estilo Jurassic Park, um "quase-fascista" comparável a islamofascistas.

(Mesmo que Bannon só metaforicamente opere como degolador em chefe.)

Descartar Bannon como se fosse uma espécie de Maquiavel/Richelieu remixado para o século 21 que veste calças cobertas de bolsos e gravatas estranhíssimas é resposta barata, de adolescente entediado. Kelyanne Conway pode até ser "especialista em luta-de-faca, com palavras"; Jared Kushner pode até ter tomado a linha D do trem dos negócios imobiliários em Manhattan para vir fazer-se de secretário de Estado 'sombra', com cadeira cativa na sala de situação. Mas o homem a estudar nos detalhes mais excruciantes tem de ser Bannon, que devora ensaios de história e teoria política de café da manhã. Quem quiser descartá-lo que o descarte. E pague o preço.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

O exército dos EUA excluiu a Casa Branca das negociações internacionais sobre a Síria

21.12.2016 - Moon of Alabama


tradução de btpsilveira





O jornal New York Times lamentou hoje que as negociações internacionais em curso sobre a situação na Síria estão se dando sem a participação dos Estados Unidos: Russia, Irã e Turquia promovem encontro para conversações sobre a Síria – EUA excluídos.

Nesta terça feira houve um encontro entre Irã, Turquia e Rússia para trabalhar na criação de um acordo político que coloque um fim na guerra que grassa na Síria já há quase seis anos, deixando de lado os Estados Unidos, assim como os países que durante todo esse tempo trabalharam para insuflar o conflito pensando apenas nos próprios interesses.
Não houve convite para o Secretário de Estado dos EUA, John  Kerry nem consulta prévia para as Nações Unidas.
Com as forças governamentais conseguindo enormes progressos no terreno…

 [Nota: a última sentença foi original (e corretamente) grafada assim: “forças pro Síria...” e não “forças governamentais...” Isso foi alterado depois que percebi uma tendência “Pró Síria” no twitter].

A Rússia chutou os Estados Unidos para fora de quaisquer negociações futuras sobre o destino da Síria depois que os EUA arruinaram um acordo conseguido depois de longas negociações entre o Secretário de Estado John Kerry e o Ministro de Relações Exteriores Sergey Lavrov.