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sexta-feira, 10 de novembro de 2017

HuffPo esconde artigo de Joe Lauria sobre histéricos do 'Rússia-gate' (mas ZeroHedge publica)

7/11/2017, ZeroPointNow in ZeroHedge


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu




O jornalista Joe Lauria, premiado correspondente na ONU por 25 anos, escreveu importante artigo sobre as origens do "Rússia-gate", que publicou essa semana no Huffington Post, veículo suposto liberal. 24 horas depois, o HuffPo excluiu o artigo – deixando no lugar dele um link ocioso e uma triste mensagem.

Talvez a informação que o artigo oferece não combine com as narrativas que o HuffPo aprova, ou talvez tenha algo a ver com o novo livro de Lauria, How I Lost By Hillary Clinton [Como perdi. Autora: Hillary Clinton], com prefácio de Julian Assange.

Considerando os créditos profissionais de Joe Lauria, que foi correspondente do Wall St. Journal na ONU por quase sete anos, e do Boston Globe por seis – cobrindo pode-se dizer todas as grandes crises mundiais ao longo de um quarto de século, a perspectiva que ele tem a oferecer sobre mais esse caso com certeza merece ser conhecida. Adiante, nossos leitores encontram, para sua informação, o artigo que HuffPo censurou.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Clinton, Assange e a guerra contra a verdade, por John Pilger

20/10/2017, John Pilger, Counterpunch









Dia 16 de outubro a Australian Broadcasting Corporation, ABC Australia, pôs no ar uma entrevista com Hillary Clinton: uma de muitas para promover seu livro no qual estabelece uma dita sua verdade sobre por que não foi eleita presidenta dos EUA.

Mover-se pelas páginas do livro de Clinton What Happened [O que Aconteceu] é experiência desagradável, de revirar o estômago. Só calúnias e lágrimas. Ameaças e inimigos. "Eles" (os eleitores) sofreram lavagem cerebral que os pôs contra ela, culpa do odioso Donald Trump mancomunado com os sinistros eslavos saídos das profundas daquela escuridão macabra chamada Rússia, ajudados por um "niilista" australiano de nome Julian Assange.

No New York Times, viu-se uma espantosa fotografia de uma repórter consolando Clinton, imediatamente depois de a ter entrevistado. A líder que os EUA perderam seria, sobretudo, "absolutamente uma feminista". Os milhares de vidas de mulheres que a dita "feminista" destruiu enquanto foi governo – na Líbia, na Síria, em Honduras — não contam nem interessam a ninguém.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Russia-gate real tem a ver com derrubar Hillary

17/10/2017, Tom Luongo

Hillary Clinton acabará presa. Anotem o que digo. E Julian Assange é o arquiteto da destruição dela. Como sei disso? Simples. A barragem de contenção já está rachando.







Artigo de hoje cedo em The Hill denuncia sem meias palavras a colusão entre o Departamento de Estado de Hillary e funcionários russos de alto nível, para a venda de grande parte da produção de urânio dos EUA para a Rosatom, a gigante estatal russa de energia nuclear.

O artigo é mortal. Nem consigo extrair trechos, porque tudo é explosivo. É preciso ler na íntegra e pensar sobre a gravidade do que lá se diz.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Da Guerra Fria a Clinton: Liberais e conservadores isolaram a raça, da classe

9/2/2017, Rachel Johnson, In These Times












No frenesi das avaliações pós-eleitorais quanto ao futuro do movimento progressista, uma preocupação emergiu, que gerou mais discussão que as outras: a Esquerda nos EUA deve focar-se primeiro na classe, ou primeiro na raça? Uma mudança na direção do populismo econômico faria reverter – ou no mínimo, estagnar – os avanços obtidos pelas mulheres, pelos povos de pele escura e por outros grupos marginalizados?


Esse debate que cresceu durante as primárias dos Democratas, voltou a eclodir novamente depois da eleição quando, 12 dias depois da vitória de Trump, Bernie Sanders conclamou o Partido Democrata a superar seu liberalismo identitário unindo-se em torno das questões de toda a classe trabalhadora.

sábado, 28 de janeiro de 2017

Eleição de Trump frustrou a missão Soros-Clintons

26/1/2017, Alex Christoforou, The Duran











Bilionário, globalista dedicado a mudar regimes pelo mundo, George Soros foi apoiador gigante de Hillary Clinton durante todo o ciclo eleitoral de 2016 nos EUA.

A família Soros & Clintons é mantida coesa por uma mesma força motriz, orientada para pôr o mundo sob controle de uma super-elite, ao mesmo tempo em que remove obstáculos à total submissão de povos e nações, como identidade nacional, fronteiras nacionais, religião e valores familiares tradicionais.

Para Soros e os Clintons, se as massas subalternas não encontrarem qualquer valor com os quais se identificar, torna-se muito mais fácil controlá-las.

É o que explica o ódio que Soros e os Clintons sentem contra a Rússia e o presidente russo, Vladimir Putin.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Moon of Alabama: "Não acontecerá aqui" – Revolução Colorida à força


14/1/2017, Moon of Alabama













Dos Comentários ao postado, na página de MoA
"Os sinais não são bons. A veterana jornalista Claire Hollingworth morreu dia desses, aos 105 anos. Finian Cunningham comentou a morte dela e a amnésia que acomete todos sobre o que significa 
a OTAN reunir 1.000 de seus tanques no leste da Europa:
"Evidência dessa aparente amnésia coletiva viu-se por ocasião da morte da veterana jornalista britânica Clare Hollingworth, que morreu essa semana aos 105 anos.

Hollingworth é autora do "furo do século", em 1939, quando foi a primeira voz jornalística a noticiar a invasão dos nazistas à Polônia, que deflagrou a 2ª Guerra Mundial. Manchete de sua matéria original publicada dia 29/8/20139 no britânico Daily Telegraph: "1.000 tanques estacionados na fronteira polonesa." Postado por Yonatan | Jan 15, 2017 12:43:14 PM | 
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A estratégia do "Donald Trump ama a Rússia" e "Rússia é do mal" foi propagandeada pela campanha eleitoral de Clinton. Cresceu sempre, desde o constante incitamento dos EUA contra Rússia depois que o golpe dos EUA na Ucrânia fracassou parcialmente e depois que a Rússia postou-se ao lado do governo de Assad na Síria. Hillary Clinton como secretária de Estado foi a principal força que moveu adiante a campanha anti-Rússia. Quando Clinton foi derrotada por Trump o tema foi mantido, então já conectando Trump e a Rússia, e ativado por alguns setores da comunidade de inteligência dos EUA.

O Department of Homeland Security (DHS) [Departamento de Segurança Nacional] e o FBI publicaram um relatório de propaganda 'denunciando' o que seria nefanda ciberatividade dos russos durante a eleição, sem apresentar prova de coisa alguma. O relatório apareceu junto com a expulsão de 35 diplomatas russos pelo governo Obama. Na sequência, o DHS plantou no Washington Post uma falsa históriade uma ciberinvasão russa numa instalação em Vermont.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Normalidade Fabricada / Manufacturing Normality*

6/11/2016, CJ Hopkins, Counterpunch















Mais ou menos em meados de novembro, pouco antes da derrota de Hillary (refiro-me ao início da morte da democracia nos EUA), uma gangue de autonomeados Guardiães da Realidade, codinome "mídia-empresa", lançaram uma campanha de marketing contra o mal-em-si e pérfido flagelo consubstanciado no rótulo "notícias falsas" [ing. "fake news"]. A campanha virou febre. 

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Obama acabou. Não numa explosão, mas numa lamúria, por Pepe Escobar

12/12/2016, Pepe Escobar, Sputnik News














Assim está terminando o governo Obama: não numa explosão, mas numa patética lamúria.

A campanha da Rainha Hillary da Guerra ("Viemos, vimos, ele morreu") Clinton – intensamente apoiada pelo presidente Obama – consumiu estonteantes $1,2 bilhão e naufragou vergonhosamente na eleição presidencial nos EUA. 

Então, Obama tomou uma atitude e decidiu que o "prêmio" de consolação seria ele ordenar à "comunidade de inteligência" – essa contradição em termos – que promovesse "completa atualização" do modo como os russos maléficos obraram para entregar o Grande Prêmio a Donald Trump. 

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Mega crash da mídia-empresa

23/11/2-16, Jon Rappoport, Strategic Culture Foundation















Primeiro, só fizeram 'ensinar' ao povo dos EUA que Hillary Clinton 'já estava eleita'; e de todos os lados que analisassem a 'notícia', sempre ensinavam ao povo dos EUA que Hillary eleita era solução ótima.

Então, na noite da eleição, a mídia-empresa desabou.

Apareceram os resultados. A mídia-empresa entrou em choque profundo.

Com protestos e tumultos surgindo pelo país, a mídia-empresa não disse que (a) haviam execrado Trump todos os dias 'porque' ele dissera que talvez não aceitasse o resultado das urnas; e (b) ali estavam muitos Democratas que não aceitavam o resultado das urnas, mas elogiados, não execrados.

Era urgente inventar nova campanha eleitoral! 

De repente, lá estava: Hillary Clinton perdeu 'por causa' de "notícias falsas" que se espalharam sobre ela durante a campanha.

Websites de notícias falsas. Pronto. Tudo explicado.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Persuasão versus demagogia

21/9/2016, Scott Adams' Blog











O que mais se ouve são explicações de engenharia de obra feita, de por que Trump foi eleito. A interpretação que mais se repete reza que muitos cidadãos pensam sobre o próprio país algo que nem especialistas acadêmicos, nem pesquisadores profissionais, nem toda a campanha de Clinton conseguiram captar. Fato é que seja lá como for Trump acertou mais, ao identificar os sentimentos da população – especialmente na região dos Grandes Lagos – e construiu mensagem que se encaixou naquelas emoções.

Essa explicação, sim, dá conta dos eventos observados. As prioridades de Trump parecem, sim, estar de acordo com o que as pesquisas dizem que o povo está pensando e sentindo. Ou, pelo menos, povo em quantidade suficiente para dar a Trump a vitória no Colégio Eleitoral. Nessa visão de mundo, Trump é demagogo com bons instintos sobre o que o povo quer ouvir.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

É classe, estúpido, não raça!

















Durante a campanha presidencial de 1988, alguém perguntou ao reverendo Jesse Jackson "Como fará para atrair o apoio do operário metalúrgico branco?" Resposta: "Vou mostrar a ele que tem mais em comum com o operário metalúrgico negro, porque é operário, do que com o patrão, porque é branco." 

Jackson também falou de reviver uma "coalizão arco-íris", mas apesar de ser associado com o radicalismo negro por grande parte do país, ganhou quase 50% dos delegados Democratas na convenção de Atlanta, com um apelo explícito que transcendeu a questão das raças, e invocou a questão das classes. O próprio Jackson não é líder provável do Partido Democrata, mas o modelo dele é um dos que os Democratas bem fariam se considerassem, se querem reconquistar a maior parte do país, que perderam nas eleições da semana passada.

Em grande medida, Bernie Sanders compreendeu e avaliou esse aspecto, embora, como hoje sabemos, os doadores de Wall Street/Vale do Silício, o bloco que doou dinheiro ao Comitê Nacional Democrata, assustaram-se com isso e puseram-se a operar ativamente para sabotar a campanha de Sanders. Quando afinal chegamos à eleição geral, a mensagem do partido já estava diluída e turva, em algumas disputas focada exclusivamente em questões de gênero e ataque à falta de 'adequação' de Trump, ao cargo.

Não há dúvidas de que Donald Trump fez forte apelo a racistas, homofóbicos e misóginos, e por mais que seus colegas Republicanos tenham manifestado cenográfica indignação, tampouco há dúvidas de que Trump só fez tornar explícito o que os Republicanos fazem há décadas – desde os dias de Nixon em 1968. Só trocaram o apito de chamar cachorro, por um berrante de chifre.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Trump: Alguns números

14/11/2016, R.W. Johnson, London Review of Books (online)












"Mas gênero não é identidade de coesão em termos eleitorais. Na hora de as mulheres decidirem o próprio voto sempre predominam as divisões por classe e por etnia. (...) 2016 foi a eleição em que o peso da classe se fez ver mais claramente que em todas as eleições anteriores desde o New Deal. (...)

A velha classe política foi derrubada. Clinton ainda mantém os ricos, mas perdeu a classe trabalhadora. Os trabalhistas ingleses ganham Londres, a porção mais rica do Reino Unido, mas perderam os trabalhadores para o Partido Independente e para o Partido Nacional Escocês. Estamos em território ainda não mapeado.

(...) Clintons e Blairs surfaram por cima das dores e das desigualdades sociais, cuidando de enriquecer e deixando os eleitores para trás, comendo o pão que o diabo amassou. A classe trabalhadora percebeu esse 'desenvolvimento', e aí está uma das razões pelas quais a velha política já não funciona."







Por mais que estejamos frustrados ou desgostosos com o resultado da eleição nos EUA, 2016 seria quase com certeza absoluta ano Republicano. Se se examinam os governos no pós-guerra que cumpriram dois mandatos e, em seguida, quem venceu as eleições de meio de mandato no sexto ano, torna-se muito fácil prever quem vencerá a presidencial dois anos depois, exceto em um ou dois casos. 

Em 2014 os Republicanos derrotaram pesadamente os Democratas, ganhando nove novos lugares no Senado, o que lhes garantiu clara maioria nas duas casas. Levando-se em conta exclusivamente esse dado, nenhum outro, já se poderia prever que qualquer candidato Republicano teria vencido em 2016. Se se acrescenta que os Republicanos foram às eleições com o partido ocupando o governo de 31 dos 50 estados – fato de grande peso, porque a administração desses estados é efetivamente entregue ao partido do governador – 2016 seria ano de sucesso garantido para qualquer Mitt Romney ou John McCain, sobretudo contra candidata tão impopular quanto Hillary Clinton.

sábado, 12 de novembro de 2016

Reação de Clinton à derrota foi terrivelmente não presidencial

12/11/2016, Adam Garrie, The Duran, Nicosia, Chipre










The Queen is no more. Long live The Don.
"E prestenção Hollande e Merkel: os próximos são 
vocês.







A reação inicial de Donald Trump à vitória foi sóbria, digna e calma. A reação histérica de Hillary à derrota foi horrenda. 

As reações contrastantes de Donald Trump e Hillary Clinton aos resultados das eleições nos EUA oferecem instrutivo insight quanto ao estado de prontidão individual de cada um para ser presidente.

Há notícias de que Hillary Clinton pôs-se a chorar incontrolavelmente ao se dar conta de que sua carreira política acabara. Certamente a aflige também a probabilidade de um longo retiro na cadeia. Esse comportamento demonstra que a candidata jamais teve os atributos indispensáveis para liderar coisa alguma, não, com certeza, uma potência nuclear.

Como é possível que os que votaram em Clinton vivam nas cidades – precisamente onde mais provavelmente seriam aniquilados na guerra contra a Rússia que Clinton preparava?

11/11/2016, John Hellmer, Dances with Bears, Moscou













A geografia da eleição nos EUA essa semana é coisa jamais vista. E ali aconteceu a maior derrota jamais infligida, em toda a literatura moderna. – Foi a capacidade dos norte-americanos para compreender o valor verdade do que lhes dão para ler e lhe dizem pela TV, rádio, mídias sociais e internet.

Quase 90% dos votantes no centro das maiores cidades norte-americanas votaram em Hillary Clinton – são as cidades ao longo do litoral leste e oeste. Em números agregados, são quase todos os 60,3 milhões do total pró-Hillary (47,7%). Os 59,9 milhões (47,4%) de votantes que venceram a eleição para Donald Trump vivem por todos os outros pontos do país. O mapa de votos por condado mostra que vivem em todo o país.

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Soros e os Clinton lançam a “Revolução Púrpura” nos EUA

11.11.2016 - Wayne Madsen, Strategic Culture



tradução btpsilveira





A candidata derrotada à presidência dos Estados Unidos, Hillary Rodham Clinton não vai “aceitar tudo numa boa”. Na manhã subsequente à derrota surpreendente e totalmente inesperada para o arrivista do Partido Republicano Donald Trump, a Sra. Clinton e seu marido, ex presidente Bill Clinton, entraram no salão de baile do Hotel art déco New Yorker, no centro de Manhattan e estavam ambos com uma roupa enfeitada com apliques na cor púrpura. Claro que a imprensa notou imediatamente e perguntou o que isso representava. O porta voz de Clinton afirmou que a cor representava a junção dos EUA “azul” do Partido Democrata e os EUA “vermelho” do Partido Republicano, tudo junto misturado. Esta declaração não passa de um truque sujo, já tristemente conhecido dos cidadãos daqueles países que foram alvos no passado das infames jogadas políticas do fundo especulativo internacional do magnata George Soros.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

O Sistema Clinton


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu



Dia 17 de janeiro, no debate final dos Democratas antes do início da temporada de primárias, Bernie Sanders atacou Hillary Clinton por seus laços financeiros muito íntimos com Wall Street, coisa que Sanders sempre evitara em sua campanha até aquele momento: "Não tomo dinheiro dos grandes bancos (...) A senhora recebeu mais de $600 mil dólares de Goldman Sachs em honorários por palestras, em um único ano" – disse ele.


As críticas de Sanders coincidiram com matérias recentes segundo as quais o FBI poderia estar expandindo as investigações sobre mensagens de e-mail de Hillary Clinton, de modo a incluir os contatos dela com grandes doadores, quando servia como secretária de Estado. 


Mas as maiores questões têm a ver com como Hillary & Bill Clinton construíram sua poderosa máquina de recolher doações em dinheiro, e o que a existência dessa máquina posse vir a significar para a conduta futura de Hillary Clinton se vier a ser eleita presidenta dos EUA. 

sábado, 21 de novembro de 2015

A Política Externa de Hillary: Uma Eterna Guerra de Agressão.

20.11.2015 - Stephen Lendman - SteveLendmanBlog


Tradução mberublue - publicada no Blog Btpsilveira




A presidência dos Estados Unidos nas mãos de Hilarry Clinton seria um desastre para os Estados Unidos e para a humanidade. Ela representa o mal em sua forma pura – a mais imprudente e implacável entre todos os aspirantes a candidatos – uma atriz desonesta e covarde, uma ameaça real para a paz e a estabilidade mundial.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

La Hilária mente, mente, mente descaradamente



Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu


Na undécima hora da audiência do dia 22 da Comissão Especial da Câmara de Representantes dos EUA sobre Benghazi, a ex-secretária Hillary Clinton disse algo que não chamou a atenção nem dos membros da Comissão nem da mídia-empresa. 


O Representante Peter Roskam (R-IL) perguntou a Hillary: "Será essa a Doutrina Clinton?", a propósito de um vídeo em que se lia "Fomos, vimos, ele morreu" [em que Hillary comemorava o assassinato do presidente da LíbiaMuammar al-Gaddafi]. 

Ela respondeu: "Não. Foi expressão de alívio, porque a missão militar que cabia à OTAN e a outros dos nossos parceiros havia alcançado o objetivo." 



O que hoje já ninguém lembra é que a mudança de regime NUNCA FOI objetivo da missão militar de intervenção naLíbia em março de 2011. O que o presidente Barack Obama disse (atfp.co/1kyBt2i) em discurso à nação dia 28/3/2011 foi outra coisa: "A tarefa que determinei às nossas forças [é] proteger o povo líbio de perigo imediato, e estabelecer uma zona aérea de exclusão" – e Obama acrescentou explicitamente: "Ampliar nossa missão militar para incluir mudança de regime teria sido um erro." 

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Rússia vai desmontando as mentiras ocidentais sobre a Síria




Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu

© REUTERS/ Bassam Khabieh

Não há como discordar: nas semanas recentes, a cada um dos movimentos de Moscou relacionados à crise na Síria, um depois do outro, quase se pode ouvir um "Xeque! Feito!" – o que deixa Washington e sua coorte de vassalos completamente desorientados, sem saber como reagir aos movimentos russos.


No centro da desorientação do 'ocidente', o que aparece aí, à frente de todos, são as espantosas, quase inacreditáveis mentiras e falsidades que se repetem sobre a Síria.

Essa semana, a porta-voz do ministério de Relações Exteriores da Rússia Maria Zahkarova desmontou a base de toda a argumentação do ocidente relacionada à Síria, com uma única proposta que, mais clara, impossível.

Zahkarova disse que, se Washington pretende continuar a insistir em que o presidente Bashar al-Assad da Síria deixe o governo, nesse caso, os EUA que providenciem para retirar sua assinatura do Comunicado Genebra 2012. E o mesmo ultimatum vale para Grã-Bretanha e França. Bingo! Xeque!

O Comunicado Genebra 2012, assinado há três anos por governos e também pela ONU, União Europeia e Liga Árabe, claramente dispõe que "o futuro político da Síria será determinado pelo próprio povo sírio".

Esse é documento oficial, que cria obrigações para todos os signatários, resultado de demoradas negociações entre Rússia, China e as potências ocidentais, e foi assinado em Genebra no verão de 2012 sob os auspícios do então secretário da ONU Annan. Na ocasião, Hillary Clinton ocupava a Secretaria de Estado dos EUA.



"Em lugar algum daquele documento fala-se ou menciona-se qualquer cláusula que determine que Assad da Síria teria de renunciar."


Aquele documento endossa um processo político de diálogo entre partidos políticos sírios, cujo resultado final terá, necessariamente, de ser decidido pelo povo sírio. E efetivamente, dois anos depois de o Comunicado ser assinado, o povo sírio votou; e, por larga maioria, reelegeu o presidente Assad para governar a Síria.


Pois atropelando a assinatura de sua própria secretaria de Estado... há quem ainda insista que "Assad tem de sair".