quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Imprensa inglesa molha as calças com história de assombração do MI5 sobre “ameaça russa”

02.11.2016 - Finian Cunningham, Strategic Culture


tradução de btpsilveira



O festival anual do Halloween costuma ser tempo de sustos “terríveis” e histórias de assombração. Pois a imprensa britânica colabora com isso – embora não pareça intencional. Esta semana, vários dos principais jornais veicularam uma mensagem alarmante do fantasma mor do serviço secreto britânico, MI5. O chefe da Inteligência Militar (seção) 5 (MI5, na sigla em inglês para Military Intelligence [Section] 5 – NT), alertou que a Rússia hoje representa um claro perigo para a segurança estatal britânica.
Foi o jornal The Guardian que deu à luz em primeiro lugar a história, com um artigo “exclusivo” nas manchetes da primeira página: “Chefe do MI5 alerta sobre ameaça crescente da Rússia”.
Com quase as mesmas palavras, a história foi replicada nas páginas dos jornais The Independent, Sun, Daily Mail Daily Telegraph, entre outros.
Rapidamente, a Rússia escarneceu da cobertura da mídia inglesa como sendo ridícula.
Pasmem, isso não foi uma brincadeira de Hallowen oferecida ao público britânico. O assunto foi apresentado como jornalismo sério, como se relatando uma grave questão de segurança nacional. A coincidência com o “festival do outro mundo” só acrescentou uma pitada de hilaridade não intencional.

De volta aos confrontos no mar

30.10.2016 - Brian Clouglhey, Strategic Culture


tradução de btpsilveira




Há mais de um século o poeta inglês John Masefield escreveu: “Devo voltar mais uma vez aos mares e céus solitários / E tudo o que peço é um veleiro e uma estrela que me guie”, e não há dúvidas de que poderia agir dessa forma naquela época, porque se o fizesse agora provavelmente teria muita dificuldade de evitar ser abalroado por um dos vários e enormes Grupos de Ataque de Porta Aviões, ou da mesma forma, dos grandes Grupos Anfíbios de Prontidão dos Estados Unidos que perambulam por todos os quadrantes, dominando os céus e os mares abaixo dele, fazendo alarde do poderio (norte)americano por todos os cantos do planeta.

Hillary Clinton, FBI e a verdadeira surpresa de novembro, por Pepe Escobar

31/10/2016, Pepe Escobar,Sputniknews












"Por pior que seja, quem toma decisões está acima do presidente. Essa gente pode ter resolvido que é a vez de Trump. Nada disso acontece por acidente."

Rússia não elegerá o próximo President of the USPOTUS

Assim falou personagem de alto nível no US business, dos que fazem e acontecem, com trânsito garantido nos círculos rarefeitos onde vivem e operam os Masters of the Universe, em meio ao impressionante caos político gerado pela mais recente revelação-bomba vinda de James Comey, diretor do FBI. Agora já está virtualmente provado que a advogada-geral dos EUA Loretta Lynch ordenou que Comey não divulgasse sua carta ao Congresso. Mas Comey divulgou. Se não divulgasse, e um escândalo eclodisse, como inevitavelmente eclodiria, depois da eleição presidencial nos EUA, Lynch estaria perfeitamente posicionada para declarar que não sabia de coisa alguma, e Comey estaria na linha de tiro. Lynch é conhecia agente ativa da máquina de Clinton. 

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Ex-vice-secretário de Estado Assistente alerta contra golpe de Estado nos EUA comandado pelos Clintons

Wikileaks recebeu informações de funcionários do 'estado profundo' dos EUA.


02/11/2016, Alex ChristoforouThe Duran, Nicosia, Chipre




Steve Pieczenik diz que "a segunda Revolução Americana" está acontecendo neste momento.

Estamos assistindo a uma guerra civil, dentro do 'estado profundo' nos EUA?

Steve Pieczenik acaba de vir a público, com acusações espantosas de que a máquina dos Clintons está no processo de instigar um golpe, servindo-se da corrupção como meio de pressão.


Pieczenik explica, no vídeo distribuído para Youtube, que a comunidade de Inteligência dos EUA, trabalhando em conjunto com Julian Assange para salvar a República Norte-americana já iniciou um contragolpe contra a máquina dos Clintons. 

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Versão Completa >> "O que Trump representa nada tem de loucura... E não desaparecerá"

31/10/2016, Peter Thiel in Zero Hedge (vídeo e transcrição, aqui traduzida, acrescida do trecho final não transcrito)










O bilionário do Vale do Silício (agora convertido em pária) Peter Thiel defendeu seu apoio a Donald Trump em discurso essa manhã. Sua fala brilhante percorre, da ignorância típica das elites e da bancarrota dos EUA, às guerras sem fim nem sentido e à qualidade de vida, cada dia mais degradada nos EUA...




"Todos sabem que estamos vivendo ano eleitoral completamente ensandecido. Eventos reais parecem ensaio geral para "Saturday Night" ao vivo.

Só um surto de insanidade explicaria o fato sem precedentes de, esse ano, um político completamente outsider ter conseguido a indicação como candidato de um dos dois grandes partidos.

Para o pessoal acostumado a influenciar nossas escolhas, os muito ricos que dão o dinheiro e os jornalistas e especialistas que fornecem os motivos pelos quais os muito ricos dão o dinheiro, para todos esses, tudo, nessa campanha eleitoral parece um pesadelo.

"O que Trump representa nada tem de loucura... E não desaparecerá"

31/10/2016, Peter Thiel in Zero Hedge (vídeo e transcrição, aqui traduzida)













O bilionário do Vale do Silício (agora convertido em pária) Peter Thiel defendeu seu apoio a Donald Trump em discurso essa manhã. Sua fala percorre, da ignorância típica das elites e da bancarrota dos EUA, às guerras sem fim nem sentido e à qualidade de vida, cada dia mais degradada nos EUA...

O direito universal à renda do capital

31/10/2016, Yanis Varoufakis, Atenas, Project Syndicate














O direito à preguiça tem sido tradicionalmente exclusividade dos proprietários ricos, com os pobres obrigados a lutar por salários e condições de trabalho decentes, contra o desemprego, por seguro por incapacidade, por assistência universal à saúde e outros itens indispensáveis a qualquer vida digna. A ideia de que os pobres devem ter garantida uma renda não condicionada suficiente para viver tem sido anátema não só para os ricos e poderosos mas, também, para o movimento trabalhista, que abraçou uma ética que gira em torno de reciprocidades, solidariedades e contribuição para a sociedade.