Entreouvido na Vila Vudu (em férias)
Esse artigo ñ interessa por ele mesmo, assim como Trump só interessa porque está resistindo contra algum poder que NUNCA FOI 'NOTICIADO' EM CANTO ALGUM DO MUNDO 'NOTICIÁVEL'.
Esse artigo só interessa porque me caiu sob os olhos entre dois uísques e, nessas circunstâncias, ocorreu-me uma pergunta:
"Ma ke porra é essa q está acontecendo no coração do Império Anglo-sionista?!
Por que, de repente, o império passa a precisar tão desesperadamente ver-se sentado COMPLETAMENTE cás duas banda da bunda no trono do poder presidencial nacional nas mais diferentes democracias, em todo o mundo (nas Filipinas, no Brasil, nos EUA)?
Por que, porra, por todos os lados, é só golpe!?
Até hoje, sempre bastou ao imperialismo ocupar a mídia e a academia, ou essas mais a Igreja, e, por essas duas vias, também o judiciário. E o capitalismo já há séculos deixa a presidência nacional para ser usada na encenação de democracia liberal: os eleitores elegiam presidentes e presidentas (embora não nem mídia nem judiciário). Em todos os cantos do planeta esse velho arranjo quase-Mostesquieano dava para o gasto. E assim o império anglo-sionista ia sobrevivendo suficientemente sem provocar excessivo incômodo à democracia liberal.
E agora? Não mais?! Estará o império anglo-sionista sentindo a pressão das massas em rede?! Será?!
Quem ache q não, tem a obrigação de demonstrar. "Achismos" e "ensaísmos" são coisas do tempo da mídia-empresa by WilliamWaacks cum academias e judiciários fascistizantes.
Esse artigo ñ interessa por ele mesmo, assim como Trump só interessa porque está resistindo contra algum poder que NUNCA FOI 'NOTICIADO' EM CANTO ALGUM DO MUNDO 'NOTICIÁVEL'.
Esse artigo só interessa porque me caiu sob os olhos entre dois uísques e, nessas circunstâncias, ocorreu-me uma pergunta:
"Ma ke porra é essa q está acontecendo no coração do Império Anglo-sionista?!
Por que, de repente, o império passa a precisar tão desesperadamente ver-se sentado COMPLETAMENTE cás duas banda da bunda no trono do poder presidencial nacional nas mais diferentes democracias, em todo o mundo (nas Filipinas, no Brasil, nos EUA)?
Por que, porra, por todos os lados, é só golpe!?
Até hoje, sempre bastou ao imperialismo ocupar a mídia e a academia, ou essas mais a Igreja, e, por essas duas vias, também o judiciário. E o capitalismo já há séculos deixa a presidência nacional para ser usada na encenação de democracia liberal: os eleitores elegiam presidentes e presidentas (embora não nem mídia nem judiciário). Em todos os cantos do planeta esse velho arranjo quase-Mostesquieano dava para o gasto. E assim o império anglo-sionista ia sobrevivendo suficientemente sem provocar excessivo incômodo à democracia liberal.
E agora? Não mais?! Estará o império anglo-sionista sentindo a pressão das massas em rede?! Será?!
Quem ache q não, tem a obrigação de demonstrar. "Achismos" e "ensaísmos" são coisas do tempo da mídia-empresa by WilliamWaacks cum academias e judiciários fascistizantes.
Por mais que Trump tenha montado um gabinete de direita, de "reacionários" que em grande medida correspondem à base do Partido Republicano, a "entente cordiale" do bipartidarismo norte-americano está em crise. Os poderosos interesses corporativos que apoiaram a candidatura Clinton permanecem ativos, decididos a impedir que Trump chegue à Casa Branca.
O capitalismo global absolutamente não é monolítico. O que está em cena são rivalidades fundamentais dentro do establishment dos EUA marcado pelas disputas entre grupos empresariais rivais, cada um deles vitalmente necessitado de controlar a próxima Casa Branca. Nesse sentido, Trump não está integralmente no bolso dos grupos de lobby. Como membro do establishment, Trump tem seus próprios patrocinadores-empresas-empresários. A política externa já divulgada de Trump, que inclui a promessa de reexaminar o relacionamento de Washington com Moscou não se encaixa absolutamente com os interesses das grandes empresas que fornecem serviços e armas para a Defesa.
Por outro lado, Hillary recebe ordens de um grande bando de lobbies mantidos por grupos de empresas-empresários, entre os quais o establishment da Defesa, as petroleiras, os fundos hedge de Wall Street, etc. para nem falar de Monsanto-Bayer, que contribuiu fartamente para sua campanha eleitoral.
Divisões dentro da mídia-empresa
Em linhas gerais pode-se dizer que, apesar da persistente campanha jornalístico-midiática contra Trump e puxada por grandes cadeias de empresas de notícias dos EUA (WP, NYT, LA Times, etc.) e por redes de TV, o presidente eleito tem o apoio de um grupo concorrente, controlado por Rupert Murdoch e que inclui The Wall Street Journal, Fox News e o New York Post.












