segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Crise no plano constitucional e golpe para impedir que Trump, presidente eleito, chegue à Casa Branca?

9/12/2016, Prof. Michel Chossudovsky, Global Research, Canadá











Entreouvido na Vila Vudu (em férias)

Esse artigo ñ interessa por ele mesmo, assim como Trump só interessa porque está resistindo contra algum poder que NUNCA FOI 'NOTICIADO' EM CANTO ALGUM DO MUNDO 'NOTICIÁVEL'.

Esse artigo só interessa porque me caiu sob os olhos entre dois uísques e, nessas circunstâncias, ocorreu-me uma pergunta:

"Ma ke porra é essa q está acontecendo no coração do Império Anglo-sionista?!

Por que, de repente, o império passa a precisar tão desesperadamente ver-se sentado COMPLETAMENTE cás duas banda da bunda no trono do poder presidencial nacional nas mais diferentes democracias, em todo o mundo (nas Filipinas, no Brasil, nos EUA)?

Por que, porra, por todos os lados, é só golpe!?

Até hoje, sempre bastou ao imperialismo ocupar a mídia e a academia, ou essas mais a Igreja, e, por essas duas vias, também o judiciário. E o capitalismo já há séculos deixa a presidência nacional para ser usada na encenação de democracia liberal: os eleitores elegiam presidentes e presidentas (embora não nem mídia nem judiciário). Em todos os cantos do planeta esse velho arranjo quase-Mostesquieano dava para o gasto. E assim o império anglo-sionista ia sobrevivendo suficientemente sem provocar excessivo incômodo à democracia liberal.

E agora? Não mais?! Estará o império anglo-sionista sentindo a pressão das massas em rede?! Será?!

Quem ache q não, tem a obrigação de demonstrar. "Achismos" e "ensaísmos" são coisas do tempo da mídia-empresa by WilliamWaacks cum academias e judiciários fascistizantes.




Por mais que Trump tenha montado um gabinete de direita, de "reacionários" que em grande medida correspondem à base do Partido Republicano, a "entente cordiale" do bipartidarismo norte-americano está em crise. Os poderosos interesses corporativos que apoiaram a candidatura Clinton permanecem ativos, decididos a impedir que Trump chegue à Casa Branca.
O capitalismo global absolutamente não é monolítico. O que está em cena são rivalidades fundamentais dentro do establishment dos EUA marcado pelas disputas entre grupos empresariais rivais, cada um deles vitalmente necessitado de controlar a próxima Casa Branca. Nesse sentido, Trump não está integralmente no bolso dos grupos de lobby. Como membro do establishment, Trump tem seus próprios patrocinadores-empresas-empresários. A política externa já divulgada de Trump, que inclui a promessa de reexaminar o relacionamento de Washington com Moscou não se encaixa absolutamente com os interesses das grandes empresas que fornecem serviços e armas para a Defesa.
Por outro lado, Hillary recebe ordens de um grande bando de lobbies mantidos por grupos de empresas-empresários, entre os quais o establishment da Defesa, as petroleiras, os fundos hedge de Wall Street, etc. para nem falar de Monsanto-Bayer, que contribuiu fartamente para sua campanha eleitoral.


Divisões dentro da mídia-empresa

Em linhas gerais pode-se dizer que, apesar da persistente campanha jornalístico-midiática contra Trump e puxada por grandes cadeias de empresas de notícias dos EUA (WP, NYT, LA Times, etc.) e por redes de TV, o presidente eleito tem o apoio de um grupo concorrente, controlado por Rupert Murdoch e que inclui The Wall Street Journal, Fox News e o New York Post.

“Tanques Russos estão em toda parte”

11.12.2016 - Martin Berger, Neo Eastern Outlook



Traduzido por btpsilveira




A todo momento, a mídia corporativista ocidental relata em reportagens sensacionalistas que tanques, canhões, veículos blindados e milhares de soldados russos em uniforme das Forças Armadas da Federação Russa estão por aqui ou ali em nações aliadas ocidentais pelo mundo afora. O que é pior, estas declarações são seguidas caninamente como verdade e são espalhadas por vários políticos de alta plumagem em Washington e nos quartéis generais da OTAN bem como nas capitais de vários Estados europeus.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

As regras do (Trump [trunfo]) jogo, por Pepe Escobar

















O general James "Cachorro Louco" [ing. Mad Dog] Mattis, escolhido pelo presidente eleito Donald Trump para ser o novo cabeça do Pentágono é funcionário modelo do Império do Caos [ing. Empire of Chaos]. Seu bordão de trabalho é – e que outro poderia ser – "caos". O Comando Operacional das Operações Especial dos Marines [ing. Marine Corps Special Operations Command (MARSOC)] até distribuiu imagem do "São Mattis de Quantico, Santo Padroeiro do Caos". Na encarnação pop, O Santo vem completamente equipado com granada e faca.

Jornalismo anglo-norte-americano em luta de vida ou morte contra o próprio modelo digital

30/11/2016, John Hellmer, Dances with Bears, Moscou















Para que os Impérios imperem, seus agentes têm de ter o monopólio da força, da fraude e da subversão, dentro do país imperial e também nos mais distantes domínios do Império. Subversão significa capacidade para persuadir o povo do que seria verdadeiro e bom, e do que seria falso e mau para o mesmo povo. Em resumo: não há império sem monopólio da propaganda.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Vitória de Bashar al-Assad e Putin em Aleppo pôs o ocidente em surto de pânico

03/12/2016, Martin Berger, New Eastern Outlook, NEO















Até o final de novembro, União Europeia e Washington só fizeram tentar convencer a comunidade internacional de que nenhum dos lados no conflito sírio seria suficientemente forte para colher vantagem decisiva no campo de batalha.

Ao mesmo tempo, círculos políticos ocidentais tomaram todas as medidas possíveis para impedir que Damasco e Moscou intensificassem a ofensiva contra os terroristas do 'Estado Islâmico' na Síria, sobretudo em Aleppo. Para essa finalidade, o secretário de Estado John Kerry aumentou os esforços diplomáticos para obter um acordo com a Rússia, sobre a Síria, antes de o atual governo deixar o posto –, como registra o Washington Post. Segundo o mesmo jornal, a Secretaria de Estado pouco se incomoda com a chamada "crise humanitária" em Aleppo; o que teme é que o governo assine acordo diferente com Moscou, que, na essência, põe os EUA ao lado de Bashar al-Assad.


quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

MK Bhadrakumar: China conclama Cuba a trilhar a via socialista


29/11/2016, MK Bhadrakumar, Indian Punchline















Duas empresas aéreas norte-americanas – American Airlines e JetBlue Airways – iniciaram hoje voos diretos entre EUA e Havana, pela primeira vez depois de meio século. Esses voos conectam New York e Miami, respectivamente, com a capital de Cuba. Acontece no momento em que o presidente eleito dos EUA Donald Trump condenou pesadamente o legado de Fidel Castro, ao comentar a morte do herói cubano na 6a-feira à n noite.

Na 2ª-feira, Trump voltou ao tema, com um tuíto: 'Se Cuba não quiser acordo melhor para o povo cubano, para o povo cubano/norte-americano e para os EUA como um todo, porei fim ao acordo.' O tuíto veio em tom tipicamente 'trumpiano' – o assunto central envolto em muitas e muitas condicionalidades ("Se..., se..., se..."), em tudo semelhante à abordagem do caso iraniano, que deixa o observador sem chão firme onde pisar.

Claramente, o tuíto não contém ameaça direta ao acordo com Cuba, que o governo Obama conseguiu a duras penas e com a mediação do Vaticano. Nem Trump ameaça reimpor sanções contra Cuba. Por outro lado, Trump exige coisas de Raul Castro, para não renegar o acordo. Há uma distinção sutil que se tem de fazer aqui, mas é uma mudança importante na ênfase, que pode fazer toda a diferença para as confabulações cubano-norte-americanas na era Trump.

Presidente Xi Jinping, da China: Mensagem de Condolências, pela morte do Camarada Fidel Castro

27/11/2016, Xinhua, Pequim (trad. ao inglês)














"Entristecido com a notícia da morte do líder revolucionário cubano Fidel Castro, eu, em nome do Partido Comunista Chinês, do governo e do povo da China e em meu nome pessoal, manifesto as mais profundas condolências ao Camarada Raul Castro e por ele ao Partido Comunista de Cuba, ao governo e ao povo de Cuba; e minha mais sincera simpatia à família de Fidel Castro.

Fidel Castro, fundador do Partido Comunista de Cuba e da causa socialista de Cuba, é um grande líder do povo cubano. Devotou toda sua vida à grande causa do povo cubano, de luta pela libertação nacional, defesa da soberania do estado e construção do socialismo.