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terça-feira, 17 de outubro de 2017

China move-se para mercados mundiais. EUA, para mais guerras, por James Petras

Sucesso da China e recuo latino-americano 


15/10/2017, Prof. James Petras, Global Research (excerto)










Depois de mais de uma década de crescimento e estabilidade, os regimes progressistas latino-americanos recuaram e entraram em declínio. Por que a China continua na mesma trilha de estabilidade e crescimento, enquanto seus parceiros latino-americanos estão em retirada ou já derrotados?

sábado, 16 de setembro de 2017

Quem governa os EUA? 'Elites' em tempos de Trump, por James Petras

5/9/2017, James Petras, The James Petras Website (in Global Research)


Nos últimos meses, vários setores políticos, econômicos e militares concorrentes – ligados a diferentes grupos ideológicos e étnicos – emergiram bem claramente nos centros do poder nos EUA.





"Trump já perdeu em todos os fronts. A 'solução final' ao problema da eleição de Donald Trump está andando passo a passo – rumo ao impeachment do presidente e, possivelmente, com o presidente preso por todos os meios e seja como for.

O que a ascensão e a destruição do nacionalismo econômico na 'pessoa' de Donald Trump nos diz é que o 'sistema político norte-americano', ele todo, não tolerará nenhuma reforma que possa ameaçar a 'elite' imperial globalista que está no poder."

Podem-se identificar alguns dos diretorados chaves que competem entre si e se interconectam na 'elite' do poder dos EUA:

sexta-feira, 31 de março de 2017

China dá seu grande salto adiante* (Rãs ocidentais acham ruim)


23/3/2017, James Petras (Blog)



"Se se espera agora, não vem. Se não se espera, mesmo assim virá.
Se não vier já, ainda virá. Estar pronto é tudo."
Hamlet, William Shakespeare em Hamlet, Ato V, Cena 2

"Romper a gradação", anotava Lênin à margem de A Grande Lógica de Hegel.
E sublinhava: "A gradação nada explica sem os saltos. Os saltos! Os saltos! Os saltos."
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Introdução: Acadêmicos e especialistas dos jornais 'de finanças', a mídia-empresa de massa e 'especialistas em Ásia' em geral, nos EUA, além de legiões de políticos ocidentais progressistas e conservadores, coaxam em coro a própria frustração e vivem de anunciar um iminente colapso ambiental da China.

Invariavelmente dizem que (1) a economia da China está em declínio; (2) a dívida é monstruosa; há uma bolha imobiliária chinesa pronta a explodir; (3) o país está tomado pela corrupção e envenenado pela poluição; e (4) trabalhadores chineses vivem em greve, movimentos monstro de protesto, e repressão sempre crescente – resultado da exploração e da feroz desigualdade social. As rãs financeiras coaxam que a China seria iminente ameaça militar à segurança dos EUA e de seus parceiros asiáticos. Outras rãs saltam tentando pegar as moscas no céu – e clamam que os chineses hoje ameaçam todo o universo!

Os especialistas em 'fim da China', sempre com antolhos, veem realidade sistematicamente distorcida, inventam fábulas para se consolar e pintam cenários os quais, na verdade, são reflexo das próprias sociedades onde vivem.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Donald Trump: Capitalismo nacionalista, pós-fracasso da globalização?

28/1/2017, Prof. James Petras, Global Research, Canadá

















No discurso de posse, o presidente Trump clara e vigorosamente delineou as políticas político-econômicas que adotará ao longo dos próximos quatro anos. Jornalistas, editorialistas, acadêmicos e 'especialistas' anti-Trump que aparecem no Financial Times, New York Times, Washington Post e Wall Street Journal incansavelmente distorcem e mentem sobre o que Trump disse e também sobre as críticas que fez a políticas anteriores.

Começaremos por discutir seriamente a crítica que o presidente Trump fez à economia política contemporânea e, na sequência, elaboraremos sobre suas alternativas e fraquezas.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

A imprensa financeira e seus próceres: fobias, fábulas e fracassos nas eleições dos EUA

23.11.2016, James Petras - Global Research


tradução de btpsilveira





A burocracia dos Estados Unidos e seus fantoches estridentes da imprensa empresa inventam sistematicamente narrativas que nada tem a ver com a realidade política e tudo com sua visão alucinógena do mundo. As reportagens antes e depois das eleições trançam uma tapeçaria confusa de fantasia e ficção.

Discutiremos aqui as mais perniciosas dessas espantosas fobias e fábulas, bem como seus previsíveis fracassos.

sábado, 7 de novembro de 2015

A “Troika Midiática”: Imprensa financeira e Guerra Política (parte 01)

O extremismo da “imprensa empresa”: As distorções, fabricação de fatos e fraudes na imprensa financeira.


04.10.2015 - James Petras - "Information Clearing House"
  

Tradução mberublue - publicada no Blog Btpsilveira

Comentário do tradutor: Aqui se fala da imprensa dos Estados Unidos, mas você, leitor brasileiro, terá a nítida impressão que falam da NOSSA Troika – Folha, Estadão e Globo.







Com o colapso dos países comunistas em meados dos anos 1990s e sua conversão ao capitalismo, ao que se seguiu o advento dos regimes neoliberais através principalmente da América Latina, Ásia, Europa e América do Norte, os regimes imperialistas nos Estados Unidos e União Europeia estabeleceram um novo espectro político, no qual os padrões de aceitabilidade foram reduzidos e expandidas as definições para inimigos/adversários.

Os Estados Unidos e a União Europeia, durante o último quarto de século passaram a prestar atenção ao que julgavam ser seus inimigos sistêmicos (Estados e Movimentos anticapitalistas e anti-imperialistas), e atacaram países capitalistas que

1 – passassem a adotar políticas ou Keynesianas ou nacionalistas ou distributivas;

2 – tomassem posições contra intervenções militares, golpes ou instalação de bases (norte)americanas;

3 – Se alinhassem a potências capitalistas não ocidentais;

4 – firmassem posição contrária à colonização da Palestina por Israel ou ao financiamento pelos países do golfo, de terroristas islâmicos;

5 – se recusassem, a qualquer tempo, seguir as políticas das casas financeiras de investimentos de Wall Street ou da City de Londres, bem como fossem contra a ação de especuladores ou de fundos abutres.