Antes de entrar no cerne desse artigo, quero relembrar uns poucos parágrafos que escrevi no postado de agosto "Questionar a saúde de Hillary não é teoria da conspiração":
Ao examinar a paisagem de 2016 até agora, observo emergentes sinais de que a mídia alternativa está afinal começando a avançar sobre o legado da mídia-empresa dominante, no que tenha a ver com impacto e influência. A mídia-empresa dominante (diferente do que fez com John McCain em 2008), já decidiu que a saúde de Hillary Clinton não é notícia e decidiu não falar mais disso. Muitos, no mundo da mídia alternativa adotaram posição diferente e, por causa do fracasso da mídia-empresa dominante, que há décadas não informa o público norte-americano, a mídia alternativa conseguiu pôr o assunto no topo do ciclo de notícias. Isso é poder.

