22/12/2018, Pepe Escobar, Asia Times
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20/12/2018, Pepe Escobar, Asia Times e (trad.) no Blog do Alok
20/12/2018, Pepe Escobar, Asia Times e (trad.) no Blog do Alok
Traduzido pelo Coletivo Vila Mandinga
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| O Passo Khunjerab, ponto de partida do Corredor Econômico China-Paquistão. Foto: Asia Times |
O desfiladeiro Khunjerab nevado lá está magicamente silencioso aos 4.934 metros, numa manhã gelada de fim do outono.
Do lado paquistanês, uma casa de madeira serve como pequeno escritório de alfândega, sob uma placa em que se lê “a mais alta caixa de atendimento automático do mundo” – mas nada é garantido, se você só tiver cartão de crédito de outro país. O lado chinês exibe uma estrutura blindada à moda James Bond, sem humanos à vista.
Aqui é o marco zero do Corredor Econômico China-Paquistão (CECP), de onde parte a rodovia Karakoram restaurada – “oitava maravilha do mundo” –, para serpentear de Xinjiang na China até as Áreas do Norte do Paquistão, e ainda mais para o sul, até Islamabad e Gwadar, no Mar da Arábia.
Daqui, são 420 quilômetros até Kashgar, e duros 1.890 quilômetros até Urumqi, capital de Xinjiang. Mas é rumo sul, que a festa realmente começa.




