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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Brilhante estratégia de Trump para esquartejar a hegemonia do EUA-dólar

1/2/2019, Michael Hudson, Hudson Website

“O fim do imperialismo monetário norte-americano, sobre o qual escrevi pela primeira vez em 1972 em Super Imperialism, surpreende até mesmo um observador bem informado como eu. Requerem-se níveis colossais de arrogância, de visão curta e total desconsideração à lei, para acelerar o declínio norte-americano: isso tudo, precisamente, é o que só neoconservadores completamente alucinados feito John Bolton, Elliot Abrams e Mike Pompeo podem fornecer a Donald Trump.”

Taí! Isso, sim, afinal, explica os Bs no governo, o ônix, a doida no ministério da mulher, o analfabeto no ministério da educação, o animal no ministério do meio ambiente e coisa e tal... [pano rápido].
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Traduzido pelo Coletivo Vila Mandinga



O fim da dominação econômica norte-americana não contestada chegou antes do esperado, graças aos mesmos neoconservadores que deram ao mundo a guerra do Iraque, da Síria e as sujas guerras na América Latina. Assim como a Guerra do Vietnã arrancou os EUA do padrão ouro em 1971, o patrocínio e o financiamento que estão garantindo as violentas guerras para mudança de regime contra a Venezuela e a Síria – e as ameaças de sanções contra outros países que não se unam na mesma cruzada – estão hoje levando países europeus e outros a ter de criar suas próprias instituições financeiras alternativas.

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

A principal ameaça ao dólar como moeda dominante

12/11/2018, Irina Slav, Oil Price (San Francisco, EUA)

Traduzido pelo Coletivo Vila Mandinga



Exportadores russos de petróleo estão pressionando exportadores ocidentais para que paguem em euros, não em dólares, as compras de petróleo russo, agora que Washington prepara mais sanções ainda por conta da reintegração da Crimeia à Federação Russa, a Agência Reuters noticiou com essas palavras (NTs)] semana passada, citando nada menos que sete fontes na indústria do petróleo.

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Silenciosa arma de Washington, para guerras nada silenciosas, por F. William Engdahl - Com atualização de Pepe Escobar

20/8/2018, F. William Engdahl, New Eastern Outlook, NEO

+ ATUALIZAÇÃO: 
Pepe Escobar, 22/8/2018, Facebook, 14h50 (hora BSB) (no final)


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu



Hoje, a mais mortal das armas de destruição em massa do arsenal de Washington não está no Pentágono nem é qualquer daquelas armas de matar tradicionais. É arma silenciosa: a capacidade que tem Washington para controlar a oferta global de dinheiro, de dólares, mediante ações do banco (privado) Federal Reserve coordenadas com o Tesouro dos EUA e seletos grupos financeiros ativos em Wall Street.

Desenvolvida ao longo de décadas, desde que dólar e ouro foram separados por ato de Nixon, em agosto de 1971, o controle sobre o dólar é arma financeira contra a qual poucas nações, talvez nenhuma, têm hoje condições de enfrentar, pelo menos ainda não, até esse momento.

terça-feira, 3 de abril de 2018

China opta pelo caminho mais longo, para resolver o quebra-cabeças do petroyuan*, por Pepe Escobar

30/3/2018, Pepe Escobar (de Asia Times, in Information Clearing House


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu



Poucas viradas do jogo geoeconômico são mais espetaculares que os futuros contratos de compra de petróleo a serem denominados em yuan – especialmente quando são firmados pelo maior importador de cru do planeta.

Mas a estratégica da mídia em Pequim parece ser reduzir muitíssimo o noticiário sobre o lançamento do petroyuan na Bolsa Internacional de Energia de Xangai.

Mesmo assim, sente-se no ar uma euforia discreta. O cru Brent subiu a $71 por barril pela primeira vez desde 2015. O West Texas Intermediate (WTI) alcançou o preço mais alto em três anos, com $66,55 por barril, depois recuou para $65,53.