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domingo, 18 de novembro de 2018

Xi, na Cúpula da APEC, e a economia mais aberta

18/11/2018, Xinhua, Pequim (Li Xia, Ed.)


Só para lembrar: 

O golpe no Brasil-2018 só é compreensível se se mantém em mente, como substrato, a importância, para os EUA, de destruírem totalmente o Brasil soberano e implantarem-se diretamente aqui – no território geopolítico decisivo na disputa pelo Atlântico Sul. 

Porque no mundo desenvolvido, inclusivo e de paz, que China e Rússia estão construindo, 
já não há lugar para os EUA-de-hoje [pano rápido].
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Traduzido pelo Coletivo Vila Mandinga



Pequim. Uma proposta de cinco pontos, apresentada pelo presidente Xi Jinping da China, injetará potência no desenvolvimento regional da região do Pacífico Asiático, e criará melhor futuro para que se construa economia mundial aberta – dizem os analistas.

A proposta do presidente Xi foi apresentada ontem, em discurso histórico à reunião de cúpula dos executivos da Cooperação Econômica do Pacífico Asiático [ing. Asia-Pacific Economic Cooperation (APEC), em Port Moresby, capital da Papua Nova Guiné.

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Fidel Castro encontra Xi Jinping

2/1/1994, Jas Gawronski, de La Stampa, entrevista Fidel Castro em entrevista exclusiva para o jornal Clarin, Buenos Aires, Argentina, pp 28-9 (esp.) Sem data, sem local noticiados. CopyrightCLARIN] / Em inglês, Universidade do Texas[Text] (texto aqui retraduzido ao português), no Blog Stalin's Moustache, 5/9/2018 

Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu



[Gawronski] Cuba continua a falar sobre "revolução" e "socialismo" como se nada tivesse mudado no mundo. Em sua opinião, essas duas palavras continuam a ter o mesmo significado de antes, quando o senhor iniciou sua odisséia há 35 anos?



[Castro] Não, não podem ter o mesmo significado. Por duas razões. Primeiro, porque naquele tempo tínhamos programa ambicioso que foi implementado, em grande medida; segundo, a situação internacional passou por mudanças decisivas. Mas, sim, continuamos comprometidos com nossos ideais e nossos objetivos sociais e políticos.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

O "duelo das cúpulas" desse fim de semana tem algo para os livros de História, por Pepe Escobar

10/6/2018, Pepe Escobar, Asia Times, The Vineyard of the Saker


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu




O inferno desabou sobre o G6+1, também chamado G7, em La Malbaie, Canadá, quando todos só pensavam na divina integração eurasiana na Organização de Cooperação de Xangai, OCX, em Qingdao, China, em Shandong, província natal de Confúcio.

O presidente Donald Trump dos EUA foi a estrela previsível do show no Canadá. Chegou atrasado. Saiu mais cedo. Faltou a um desjejum de trabalho. Discordou de tudo e de todos. Fez uma "proclamação de livre comércio", pró nenhuma barreira e nenhuma tarifa, nenhuma, em lugar algum, depois de impor tarifas ao aço e ao alumínio contra Europa e Canadá. Propôs que a Rússia voltasse ao G8 (Putin mandou dizer que tem outras prioridades). Assinou o comunicado final, em seguida retirou a própria assinatura.

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Xi Jinping, sobre a importância do Manifesto do Partido Comunista

24/4/2018, Xinhuanet, Pequim

Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu

"Os proletários nada têm de seu a assegurar,
têm sim de destruir todas as seguranças privadas, todos os asseguramentos privados."
Marx e Engels, Manifesto Comunista, 1848
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Aproveitem para ler e reler:


– o Manifesto Comunista; e
– 9/10/2012, Eric Hobsbaum, "Introdução ao Manifesto Comunista de Marx e Engels", traduzido em redecastorphoto [NTs].
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O ataque de Trump, especialmente contra setor de alta tecnologia da China, está provocando reação profunda na China, levando a um fortalecimento da esquerda e a um enfraquecimento das forças que buscam acomodação com os EUA. É o que se vê refletido na importante reiteração, pelo presidente Xi Jinping, da importância do Manifesto Comunista.

quinta-feira, 29 de março de 2018

Pepe Escobar: Era Putin-Xi superará a (des)ordem liberal ocidental?

26/3/2018, Pepe Escobar, in The Vineyard of the Saker  (de Asia Times)


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu




A emenda à Constituição chinesa, que passa a permitir mandatos subsequentes ao presidente Xi Jinping – de modo a que fique no poder por tempo suficiente para promover o "rejuvenescimento nacional" –, combinada às eleições na Rússia que confirmaram Vladimir Putin na presidência, garantiu consistência e continuidade à parceria estratégica Rússia-China até bem entrada a próxima década.

Com isso se facilitam a interação entre a Iniciativa Cinturão e Estrada (ICE) e a União Econômica Eurasiana (UEE); a coordenação política dentro da Organização de Cooperação de Xangai, nos BRICS e no G-20; e o movimento em geral rumo à integração da Eurásia.

O fortalecimento do que se deve ver como a era Putin-Xi só pode estar levando pânico aos liberais ocidentais.

quinta-feira, 15 de março de 2018

O mito de uma China neoimperial, por Pepe Escobar

15/3/2018, Pepe Escobar, Asia Times

Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu




O foco geopolítico do ainda novo século 21 cobre o Oceano Índico, do Golfo Persa até o Mar do Sul da China, ao longo de todo o espectro do Sudoeste da Ásia até a Ásia Central e a China.

Assim se configura o principal palco, terrestre e marítimo, das Novas Rotas da Seda, ou Iniciativa Cinturão e Estrada (ICE).

O epicentro da mudança do poder global para o Oriente está fazendo voar penas em alguns círculos políticos dos EUA – com proliferação de análises paroquianas que cobrem, da "superdistensão imperial" até "pesadelos" que estariam sendo provocados pelo Sonho Chinês de Xi Jinping.

Presidente vitalício da China? Não. Xi Jinping estuda História

14/3/2018, Deng Yuwen, Hong Kong, South China Morning Post


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu



Os delegados ao Congresso Nacional do Povo, por amplíssima maioria, aprovaram uma emenda à Constituição pela qual se aboliu o limite de dois mandatos imposto até agora aos presidentes da China, movimento controverso que permitirá que o atual presidente, Xi Jinping, permaneça no poder depois de 2023. A questão é: Xi aspira a ser presidente vitalício? Ou, dito de outro modo, o Partido Comunista da China deseja converter Xi em líder vitalício? Ou deseja apenas garantir-lhe mandato um pouco mais longo? Os analistas e observadores que se dedicam à China ainda não se decidiram quanto a essa questão.

segunda-feira, 5 de março de 2018

Rota da Seda de Xi chegou para ficar, por Pepe Escobar

2/3/2018, Pepe Escobar, Asia Times


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu




Bastaram duas frases para Xinhua noticiar fato histórico relevante: o Comitê Central do Partido Comunista Chinês "propôs remover a expressão 'o presidente e o vice-presidente da República Popular da China governarão por no máximo dois mandatos consecutivos', da Constituição do país".


Tudo será confirmado ao final da próxima sessão do Congresso Nacional do Povo que se iniciará semana que vem em Pequim.

Seguiu-se a devida tempestade geopolítica made in Ocidente: a infalível condenação do "regime" e o "renascimento autoritário" e todo o espectro da demonização de praxe do "ditador vitalício" e de "o novo Mao". É como se o Novo Imperador estivesse assumindo o chicote para dar início a neo-iminentes Grande Fome, Revolução Cultural e Tiananmen, num combo.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Mapa da estrada de Xi rumo ao Sonho Chinês, por Pepe Escobar












A Iniciativa Cinturão e Estrada da China – a Nova Rota da Seda – disparará o desenvolvimento e converterá em realidade o sonho do país.

Agora que o presidente Xi Jinping já foi devidamente elevado ao Panteão do Partido Comunista da China, na rarefeita companhia do Pensamento de Mao Zedon e da Teoria de Deng Xiaoping, o mundo terá tempo de sobra para digerir o significado do "Pensamento de Xi Jinping sobre o Socialismo com Características Chinesas para uma Nova Era".

O próprio Xi, em discurso de três horas e meia na abertura do 19º Congresso do Partido, apontou para uma bastante simplificada "democracia socialista" – exaltando as virtudes dela como único contramodelo à democracia liberal ocidental. Economicamente, ainda se pode discutir se tudo isso não cheira mais a "neoliberalismo com características chinesas".

Foram assentadas as metas a alcançar para a China, no futuro imediato.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

"Nova Era" do socialismo chinês - Partido Comunista da China abre o 19º Congresso Nacional

18/10/2017, Xinhua, Pequim, Li Zhihui, Zhang Zhengfu e Wang Cong, com colaboração de Zuo Wei and Liu Jie










PEQUIM, 18/10 (Xinhua) – O Partido Comunista da China divulgou o "Pensamento sobre Socialismo com Características Chinesas para uma Nova Era" como o mais recente passo na jornada para construir um "grande país socialista moderno", na abertura de seu 19º Congresso Nacional, nessa 4ª-feira.

Falando à sessão inaugural, Xi Jinping delineou uma abordagem em dois passos para se tornar um grande país socialista moderno, depois que a construção de uma sociedade moderadamente próspera em todos os sentidos estiver completada, à altura de 2020.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Redatores do Partido Comunista da China: O livro vermelho de Xi

11/10/2017, Jun Mai, South China Morning Post











A convocação chegou em 2015. He Yiting, vice-presidente do Setor de Treinamento para Quadros de Comando do Partido Comunista da China, recebeu ali a missão que ocuparia completamente os dois anos seguintes de sua vida.

Dez professores universitários, dois anos e um só trabalho chave, com dedicação integral – para definir o pensamento de Xi Jinping para todos os quadros do PCC.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Cúpula dos BRICS, Xiamen, China: discurso do presidente da China Xi Jinping

3/9/2017, Presidente Xi Jinping da República Popular da China
Cerimônia de Abertura do Fórum Comercial dos BRICS
Xiamen, China, 3/9/2017 (
Xinhuanet)


Trabalhar Juntos para Avançar na Segunda "Década de Ouro" da Cooperação entre os BRICS

Entreouvido na Vila Vudu:

ATENÇÃO! Onde o presidente Xi Jinping fala de primeira "Década de Ouro" e de "década passada", deve-se ler: "no Brasil, foram os anos dos governos Lula-Dilma, até o golpe".

Com o golpe de 2016, o Brasil foi arrancado e jogado fora dos BRICS, não pelos demais BRICS, mas pelo facinoroso "Consenso de Washington", já fracassado e agonizante, mas ainda capaz de promover golpes e desgraças precisamente contra a unidade dos BRICS – unidade que a China promove nesse importante discurso, e que o 
presidente Putin da Rússia também promoveu nessa mesma reunião em Xiamen-2017).



"Bem unidos façamos
Nesta luta final,
Uma terra sem amos,
A Internacional"*













Senhores presidentes,
Representantes da Comunidade de Negócios,

Senhoras e Senhores,
Caros amigos

Boa-tarde! É com grande prazer que os recebo todos nessa bela cidade de Xiamen, conhecida como a "Ilha da Garça". Amanhã, teremos aqui a reunião de Cúpula dos BRICS. Em nome do governo e do povo chineses e do povo de Xiamen, e também em meu nome, saúdo todos, muito bem-vindos ao Fórum Comercial.

sábado, 8 de julho de 2017

Mensagem de Xi e Putin para Trump: O mundo unipolar dos EUA acabou

07.07.2017, Finian Cunningham - Information Clearing House



tradução: btpsilveira





Há tempos, a estratégia dos EUA têm sido isolar a Rússia internacionalmente. Está cada vez mais evidente que quem está ficando isolado são os Estados Unidos em nível global. Nas preliminares para o encontro do G-20 desta semana na Alemanha, a mudança da sorte se tornou clara.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Putin e Xi alinhados na montagem da nova ordem (comercial) mundial, por Pepe Escobar

16/5/2017, Pepe Escobar, RT










A história recordará que o Fórum Cinturão e Estrada em Pequim marcou o momento e as circunstâncias em que as Novas Rotas da Seda do século 21 assumiram o pleno caráter de Globalização 2.0 – a "globalização inclusiva", como o presidente Xi Jinping definiu-a em Davos, no início desse ano. 

Já falei das apostas monumentais que rolam nesse quadro (aqui e aqui). Terminologia, claro, permanece, como problema de importância secundária. Antes definido como "Um Cinturão, Uma Estrada" [ing. One Belt, One Road (OBOR)] está agora promovido a "Iniciativa Cinturão e Estrada" [ing. Belt and Road Initiative (BRI). Muita coisa permanece perdida na tradução ao inglês, mas o que importa é que Xi deu jeito e pôs na cabeça, principalmente de todo o Sul Global, a miríade de possibilidades que há no conceito.

Gansos selvagens de Xi em busca do ouro da Rota da Seda, por Pepe Escobar














O presidente Xi Jinping invoca heróis da dinastia Ming, estratégias geopolíticas de desenvolvimento e analogias com os gansos selvagens asiáticos para retratar a iniciativa chinesa Novas Rotas da Seda como nave madrinha de uma nova ordem mundial focada no comércio.

O presidente Xi Jinping usou o Fórum Internacional Nova Rota da Seda, de dois dias, em Pequim, para fixar a China como a nave madrinha de nova ordem mundial benigna, focada no comércio. Esse é, disse Xi, um "novo modelo de ganha-ganha e cooperação" que prevalecerá sobre a diplomacia dos canhões.

No início da conferência, a rede estatal chinesa Xinhua cuidou de esclarecer que a iniciativa – oficialmente chamada, antes, de "Um Cinturão, Uma Estrada" [ing. One Belt, One Road (OBOR)] e chamada agora "Iniciativa Cinturão e Estrada" [ing. Belt and Road (BRI)] — nada tinha de "neocolonialismo disfarçado".

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Porque Rússia e China apavoram Washington, por Pepe Escobar

21.04.2017, Pepe Escobar, SputnikNews


Tradução de btpsilveira


Unindo os países que o Pentágono declarou serem as principais ameaças “existenciais” para os Estados Unidos, a parceria estratégica Rússia-China não se revela através de um tratado assinado com pompa e circunstância – e uma parada militar.




Mesmo escavando camada após camada de sofisticação sutil, não há como saber a profundidade dos termos acordados entre Pequim e Moscou, nos bastidores dos inumeráveis encontros entre Xi Jinping e Vladimir Putin.

Diplomatas, desde que mantidos no anonimato, ocasionalmente insinuam que uma mensagem em código pode ter sido entregue à OTAN quantos ao que poderia acontecer se um desses parceiros estratégicos fosse maltratado seriamente – seja na Ucrânia seja no Mar do Sul da China – a OTAN teria que lidar com os dois.

Por enquanto, vamos nos concentrar em dois exemplos de como a parceria funciona na prática, e porque Washington não tem noção de como lidar com a situação.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

NSA de Trump, só blefe: China e Rússia seguem mais unidas do que nunca! Por MK Bhadrakumar

18/4/2017, MK Bhadrakumar, Indian Punchline











O Ministério de Relações Exteriores da China anunciou hoje cedo que o Secretário Geral de Administração do Partido Comunista da China Li Zhanshu visitará a Rússia nos dias 25-27 de abril, atendendo a convite de seu contraparte, chefe da Administração da Presidência no Kremlin Anton Vaino. O porta-voz do Ministério de Relações Exteriores chinês, Lu Kang disse em Pequim que os dois funcionários discutirão relações China-Rússia "como foi combinado entre os líderes dos dois países" e que o lado chinês confia que a visita aprofundará ainda mais as relações sino-russos. (TASS)

Li será a segunda alta autoridade chinesa a visitar Moscou nesse mês de abril. O presidente Vladimir Putin recebeu o 1º vice-premier da China Zhang Gaoli (que é também membro do Comitê Central do Politburo do Partido Comunista Chinês) no Kremlin dia 13 de abril, um dia depois, por falar em datas, da visita do secretário de Estado dos EUA Rex Tillerson a Moscou.

sexta-feira, 31 de março de 2017

China dá seu grande salto adiante* (Rãs ocidentais acham ruim)


23/3/2017, James Petras (Blog)



"Se se espera agora, não vem. Se não se espera, mesmo assim virá.
Se não vier já, ainda virá. Estar pronto é tudo."
Hamlet, William Shakespeare em Hamlet, Ato V, Cena 2

"Romper a gradação", anotava Lênin à margem de A Grande Lógica de Hegel.
E sublinhava: "A gradação nada explica sem os saltos. Os saltos! Os saltos! Os saltos."
**














Introdução: Acadêmicos e especialistas dos jornais 'de finanças', a mídia-empresa de massa e 'especialistas em Ásia' em geral, nos EUA, além de legiões de políticos ocidentais progressistas e conservadores, coaxam em coro a própria frustração e vivem de anunciar um iminente colapso ambiental da China.

Invariavelmente dizem que (1) a economia da China está em declínio; (2) a dívida é monstruosa; há uma bolha imobiliária chinesa pronta a explodir; (3) o país está tomado pela corrupção e envenenado pela poluição; e (4) trabalhadores chineses vivem em greve, movimentos monstro de protesto, e repressão sempre crescente – resultado da exploração e da feroz desigualdade social. As rãs financeiras coaxam que a China seria iminente ameaça militar à segurança dos EUA e de seus parceiros asiáticos. Outras rãs saltam tentando pegar as moscas no céu – e clamam que os chineses hoje ameaçam todo o universo!

Os especialistas em 'fim da China', sempre com antolhos, veem realidade sistematicamente distorcida, inventam fábulas para se consolar e pintam cenários os quais, na verdade, são reflexo das próprias sociedades onde vivem.

segunda-feira, 20 de março de 2017

Pepe Escobar: Grande Muralha de Ferro contra Nova Rota da Seda?

16/3/2017, Pepe Escobar, Asia Times










Quando o zum-zum em torno do encontro Trump-Xi converter-se numa Mar-a-Lago em campo mês que vem, os dois presidentes terão de concordar integralmente em pelo menos uma questão: "o terror islâmico radical" – na terminologia trumpeana.


Donald Trump aposta suas fichas num "banimento sem banir" que – em teoria – restringiria o influxo de islamistas potencialmente radicais para o território dos EUA; seu contraparte chinês, Xi Jinping, em encontro com políticos da província Xinjiang, acontecido durante a sessão anual do Congresso Nacional do Povo em Pequim, lançou uma "Grande Muralha de Ferro", para proteger o Extremo Oeste da China.

sábado, 4 de março de 2017

MK Bhadrakumar: Trump tem pressa para se encontrar com Xi Jinping

4/3/2017, MK Bhadrakumar, Indian Punchline












A mídia japonesa noticia, citando "fontes diplomáticas" em Tóquio, que o secretário de Estado dos EUA Rex Tillerson embarcará em meados de março para seu primeiro tour pela Ásia, que o levará ao Japão, China e Coreia do Sul.

A agência Kyodo de notícias repete fontes que teriam dito que em Pequim Tillerson conta com reunir-se com o presidente Xi Jinping e espera conseguir um encontro nos EUA, de Xi com o presidente Donald Trump, "para o início de abril."

A mídia chinesa indicou recentemente que o conselheiro de Estado Yang Jiechi, que esteve em Washington há uma semana e foi recebido pelo próprio Trump, esperava trabalhar para agendar uma reunião de cúpula entre os dois presidentes. Sem dúvida, os eventos estão andando muito depressa. As predições apocalípticas que Trump andou distribuindo a mancheiras, de um confronto militar com a China no Mar do Sul da China já se revelaram puro nonsense.