Mostrando postagens com marcador Conflito Sírio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Conflito Sírio. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 4 de abril de 2017

OTAN esfacela-se: Relações EUA-Turquia já estão em queda livre

30/3/2017, MK Bhadrakumar, Indian Punchline



"EUA já estão destruindo até a OTAN... E a Rússia nem precisou ajudá-los!"

The Price of Partition: US Military Prepares to Get Kicked Out of Turkey
[EUA preparam-se para ser expulsos da Turquia: preço de insistirem em esfacelar a Síria]

2/4/2017, Rudy Panko, 
Russia Insider (ing.)
















Prima facie, nada há de comum entre a prisão pelo FBI em New York, na 2ª-feira, de um banqueiro turco muito bem relacionado, e a chegada do secretário de Estado dos EUA Rex Tillerson em Ankara dois dias depois. Mas o relacionamento turco-norte-americano tem longa história de diplomacia por coerção.

A Turquia sempre foi tradicional "estado de fronteira" na Guerra Fria, e a importância que tem hoje para os EUA não é menor, com as relações entre EUA e Rússia em perene deterioração e com as velhas linhas pontilhadas na Europa Central, Bálcãs e Mar Negro já reaparecendo. (Na 3ª-feira, o principal comandante dos EUA na Europa, general Curtis Scaparrotti falou à Comissão das Forças Armadas da Câmara de Representantes em Washington, procurando conseguir que "brigadas blindadas e mecanizadas" sejam deslocadas para a Europa para conter a Rússia; no mesmo dia, o Senado dos EUA aprovou, por ampla maioria a inclusão do estado de Montenegro como novo membro da OTAN.).

Pepe Escobar: Querem comunicação político-jornalística de alta octanagem democrática? Chamem Maria!














Maria Zakharova, porta-voz do MRE da Rússia: "Propaganda é ferramenta que todos os países usam, embora alguns em grau diferente. Nada além de meios para promoverem os próprios interesses na esfera da informação. Todos os estados têm trabalho de informação para promover suas políticas. Normal. Mas é muito ruim quando as empresas de mídia assumem campanhas de propaganda de caráter político. O que nossos colegas ocidentais fazem é inaceitável. Distorcem completamente os fatos. Fazem mais, isso sim, trabalho de desinformação. [...]

Sobre Aleppo, a campanha da propaganda ocidental só fez divulgar material que convencesse a opinião pública de que o papel da Rússia na resolução do conflito sírio nada teria de construtivo ou positivo; que teria sido extremamente destrutivo; para fazer crer que nossos parceiros políticos e militares na Síria teriam fracassado. A questão também foi usada para objetivos eleitorais, porque a equipe de Hillary Clinton muito se ocupou de política externa durante o tempo em que ela foi secretária de Estado. Claro portanto que sua campanha eleitoral cuidaria de divulgar só sucessos e vitórias dos EUA pelo mundo. Nesse quadro, o envolvimento da Rússia na Síria teriam mesmo de ser apresentado como destrutivo. E essa tolice virou tema central da campanha eleitoral nos EUA e recebeu atenção máxima! [...]

segunda-feira, 27 de março de 2017

Estado Islâmico (Daech): cria do Ocidente, por Pepe Escobar

24/3/2017, Pepe Escobar, SputnikNews










James Shea, Vice-secretário Assistente da OTAN para Ameaças Emergentes – mas... que título adorável! – fez recentemente uma palestra num clube privado em Londres sobre o Estado Islâmico (Daech). Shea, como muitos recordarão, fez fama como porta-voz da OTAN durante da guerra da OTAN contra a Iugoslávia em 1999.



Depois da palestra, Shea meteu-se numa discussão com fonte que prezo muitíssimo. E a fonte, adiante, bateu cá para mim a verdade nua e crua.



Segundo a inteligência saudita, o Daech foi inventado pelo governo dos EUA – em Camp Bucca, perto da fronteira com o Kuwait – como muitos recordarão –, essencialmente para pôr fim ao governo de maioria xiita de Nouri al-Maliki em Bagdá.


Claro que não aconteceu desse modo. Então, dez anos depois, no verão de 2014, Daech atacou o Exército Iraquiano, que estava a caminho para conquistar Mosul. O Exército Iraquiano fugiu. Agentes do Daech anexaram o armamento ultramoderno que instrutores norte-americanos haviam consumido de seis a 12 meses para ensinar os iraquianos a usar e... surpresa! Em 24 horas o Daech já incorporara aquelas armas ao próprio arsenal.

domingo, 26 de março de 2017

Síria: Movimento de soldados dos EUA sobre Tabqa complicará a situação política

23/3/2017, Moon of Alabama



Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu



Dos "Comentários"[de: karlof1 | Mar 23, 2017 5:01:57 PM | 16]

"O que está acontecendo na margem oriental da Eurásia e potenciais desenvolvimentos estão resenhados hoje (item 4, abaixo) por Pepe Escobar, cujos recentes vários artigos podem ser todos reunidos numa análise mais ampla:

(1) Pepe Escobar, 9/3/2017, "Oh, que WikiTrump mais traiçoeiro!", 
Asia Times [port].;

(2) Pepe Escobar: 16/3/2017, "Grande Muralha de Ferro contra Nova Rota da Seda?",
 
Asia Times [port.];

(3) Pepe Escobar, 17/3/2017, "Dores do parto de um novo Oriente Médio", 
SputnikNews [port.];

(4) Pepe Escobar, 24/3/2017, "Coreia do Norte: As opções realmente sérias sobre a mesa", 
Asia Times [trad. em breve no Blog do Alok].






Turquia entrou num beco sem saída na Síria. O sonho de Erdogan de avançar para Raqqa e Deir Ezzor ou mesmo até a cidade de Aleppo foi bloqueado por um acordo entre EUA e Rússia. As forças representantes de Erdogan no local estão paralisadas no nordeste da cidade de Aleppo e não têm como avançar nem para o sul, nem para o leste ou oeste. Ocuparam um pedaço de área rural que não dá qualquer poder de barganha a Erdogan; só, potencialmente muitas dores de cabeça. Um pequeno contingente russo avançou para dentro do enclave curdo no noroeste da Síria em torno de Afrin, bloqueando qualquer movimento importante dos turcos contra aquela área.

Turquia e seus patrões no Qatar, Kuwait e Arábia Saudita perderam a guerra pela Síria. Ainda tacitamente apoiados pelos EUA, o grupo tenta agora um movimento de desespero, no esforço para recuperar algum poder de negociação para a próxima rodada das conversações de Genebra. O mais provável é que falhem outra vez. As forças que representam o grupo no noroeste, dentre as quais a al-Qaeda, saíram do norte, rumo à cidade de Hama (vejam o mapa (23/3/2017); vermelho=governo sírio). Ao longo dos últimos dias, capturaram 11 pequenos vilarejos muito fracamente defendidos. No momento, estão sob pesado ataque da força aérea russa e síria; o Exército Árabe Sírio prepara um contra-ataque e em poucos dias os porá para fora de lá.

segunda-feira, 20 de março de 2017

Dores do parto de um novo Oriente Médio, por Pepe Escobar

19/3/2017, Pepe Escobar, SputnikNews










Vocês todos lembram bem do que a ex-secretária de Estado dos EUA Condi Rice previu em 2006 em matéria de "dores do parto de um novo Oriente Médio". Fiel ao regime de George "Dábliu" Bush/Cheney, Condi errou tudo, fragorosa e espetacularmente, não só sobre o Líbano e Israel, mas também sobre Iraque, Síria e a Casa de Saud.

O governo Obama aplicadamente manteve uma tradição que se pode chamar sem medo de errar de Escola Sex Pistols de Política Exterior ("no future for you[não há futuro para você]). Ela está perfeitamente exposta pela imbatível porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da Rússia Maria Zakharova, em poucas e precisas palavras.

Papéis de EUA, Rússia, Turquia, Irã e Israel na Síria: Rumo ao fim da guerra

14/3/2017, Elijah ManierBlog











EUA e Rússia têm acordo para pôr fim ao "Estado Islâmico" (ISIS/Daech), como prioridade na Síria, unificando o objetivo sem necessariamente concordar com unir esforços e coordenar o ataque por terra. Ainda assim, esse começo levará ao fim da guerra na Síria e pavimentará o caminho para remover obstáculos essenciais (quer dizer: todos os jihadistas) na estrada do processo de paz.

domingo, 19 de março de 2017

Para o Irã, é necessário salvar a Síria

16/3/2017, Ali Hashem, Al-Monitor












Já com seis anos de crise na Síria, o Irã vê o resultado do conflito como fator que vai modelando o novo Oriente Médio. Foi a primeira intervenção declarada do Irã em outro país, em décadas, que ideólogos iranianos chamaram de guerra pela própria existência do país. Funcionários iranianos dizem que a intervenção na Síria poupou a Revolução Islâmica de ter de combater guerra semelhante no seu próprio território. Nem por isso é guerra menos custosa, impiedosa em termos de perdas materiais e, ainda pior, no dano que causa à imagem do Irã no mundo muçulmano. Limitou as opções do Irã e abalou alianças – apesar dos interesses comuns que o Irã partilha com seus parceiros.

sábado, 18 de março de 2017

A chantagem de Erdogan pode derrubar a Europa de uma vez por todas

16.03.2017, Ruslan Ostashko, LiveJournal/Fort Russ



Tradução russo/inglês: J. Arnoldski – 
Tradução inglês/português: btpsilveira





Provavelmente, você já ouviu falar do escândalo diplomático entre Ancara e Amsterdã. O conflito tomou grades proporções depois que as autoridades holandesas impediram ministros turcos de fazer campanha a favor de Erdogan entre a diáspora turca local e já transbordou as fronteiras holandesas. Pode acabar tendo consequências sérias para toda a União Europeia.

Como tudo isso começou?

quinta-feira, 2 de março de 2017

Síria – Erdogan apostou errado – Trump provavelmente adotará uma estratégia cautelosa

01.03.2017, Moon of Alabama



tradução de btpsilveira





As últimas tendências na Síria enunciavam:

O exército sírio está se movendo na direção do Rio Eufrates, ao Sul de Al-Bab. O movimento poderá cortar o caminho das forças turcas para Raqqa e Manbij.

O movimento foi concluído. Agora, as forças de invasão da Turquia estão bloqueadas e não poderão se mover mais para o Sul. Terão que lutar contra o exército sírio e seus aliados russos se quiserem tomar a direção de Raqqa. Caso se movimentem para leste, terão que lutar contra o YPG sírio/curdo e seus aliados (norte)americanos.

Pela primeira vez desde o início da guerra as linhas de suprimento entre a Turquia e o Estado Islâmico estão cortadas!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

E o Oscar vai para... a Al-Qaeda!













Dos "Comentários" (|5)

Sabe como é o negócio: se você não consegue derrotá-los, insulte-os.
Postado por: rg the lg | Feb 27, 2017 11:26:37 AM








O negócio de Hollywood é o fake. Dessa matéria prima se fazem os filmes – exibicionismo fake de uma realidade falsificada que só existe na cabeça de roteiristas, diretores e do público enganável de sempre. (Confissão: gosto de alguns filmes.)

Hollywood jamais se acanhou de plagiar. Cada ideia, narrativa de alguma espécie de truque cinematográfico que causou agito em algum lugar – e que portanto é geradora potencial de dinheiro – será copiada e recopiada vezes sem conta. Cada sucesso ganha um remake. E mais um.

Em 2015, o apresentador da franquia "Miss Universo" 'leu errado' o nome da vencedora. O homem anunciou "Colômbia" quando a escolhida era "Filipinas". Alguns minutos depois, "corrigiu-se", ele mesmo. Esse "erro" gerou muita atenção a mais, da mídia – e muito mais dinheiro – para o dono do evento.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Estratégia Confusa de Trump leva a mais uma reviravolta de Erdogan na Síria

23.02.2017, Moon of Alabama




tradução de btpsilveira







No front sírio, há dois novos desenvolvimentos. O Estado Islâmico mudou de tática subitamente e o presidente turco Erdogan inverteu seu curso político mais uma vez.

Nas últimas 24 horas novos anúncios de vitórias contra o Estado Islâmico aconteceram em sequência:

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

EUA vs Irã: guerra de maçãs podres vs laranjas podres

21/2/2017, Anwar Khan, The Vineyard of the Saker








"E pergunto: a mídia alternativa tem necessariamente de alinhar-se com o Irã e o Hizbollah na luta para se opor aos desígnios do Império? A mídia alternativa ocidental não pode se manter, como se espera que seja, neutra?" (Anwar Khan)


Entreouvido na Vila Vudu:

A pergunta pode ser sincera, mas é tola. Ninguém jamais saberia manter-se perfeitamente neutro. Nem é preciso ser 'neutro'. 

A luta política não avança de uma 'conclusão lógica', para outra 'conclusão lógica'. A luta política avança de uma DECISÃO POLÍTICA,para outra DECISÃO POLÍTICA.
A ficção dessa tal 'neutralidade' sempre pressuposta, mas sempre inexistente, é que torna possível o jornalismo-empresa do capital e pró-capital – o único jornalismo-empresa que o capital admite que sobreviva... no mundo do capital [NTs].
_________________________________



Estava lendo recente artigo de nosso muito estimado Saker, "EUA vs Irã – guerra de maçãs vs laranjas", que examina resultados potenciais e cenários que poderiam ser criados por uma guerra entre Irã e EUA. Mais uma vez, fui iluminado pela brilhante análise militar – análise de alta qualidade que só o Saker oferece hoje. Só alguém ainda mais entendido que ele em questões militares poderia discordar do que ali se lê. Mas isso só até o Saker acrescentar opinião sua numa questão religiosa. De repente, todo o artigo pareceu-me um pouco mais enviesado, um pouco mais opinioso do que se deve esperar, quando o Irã e os xiitas apareceram inflados [ing. the lionization of Iran and Shias], como se vê com muita frequência em estudos e comentários políticos russocêntricos. Disse o Saker:

"A maior parte dos iranianos são xiitas, o que todo mundo sabe. O que nem tantos conhecem é o motto inspiracional dos xiitas, o qual, creio eu, expressa belamente um dos traços chaves do ethos xiita: "Todos os dias são Ashura e todas as terras são Karbala". (...) Basicamente, a frase manifesta a disposição para morrer pela verdade a qualquer momento e em qualquer lugar. Milhões de iranianos, mesmo os que não são necessariamente muito religiosos, foram educados sob essa determinação de lutar sempre e resistir sempre, custe o que custar."[1]

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

EUA suspendem ajuda militar para oposição síria?

21/2/2017, South Front (matéria da Reuters)













Os EUA suspenderam um programa de assistência militar para a oposição síria no noroeste da República Árabe, que era coordenado pelaCentral Intelligence Agency (CIA) – a agência Reuters noticiou, citando fontes de dentro da oposição síria.

O programa foi congelado depois de um ataque por extremistas que ocorreu em janeiro, e será restabelecido depois que a oposição se reorganizar – disseram as mesmas fontes.

Fonte oficial dos EUA disse à agência Reuters que a suspensão da ajuda à oposição síria nada tem a ver com a troca de governo nos EUA e com o início do governo do presidente Donald Trump. A fonte confirmou que a razão da suspensão foi o ataque por extremistas.

O ministro da Defesa da Rússia Sergei Shoigu insiste contudo que a oposição armada e as formações de mercenários que operam dentro da Síria continuam a receber armas e munições de outros países.

"Basta considerar, por exemplo, que a guerra prossegue ininterrupta na Síria por já quase seis anos. Durante todo esse tempo, grupos da oposição armada e formações de mercenários jamais deixaram de receber do exterior munição, armamento e outros recursos físicos, indispensáveis para manter operações de combate ativo" – disse o general Shoigu na 3ª-feira, na sua fala de abertura do 2º Fórum da Juventude de Todas as Rússias "Cooperação político-militar e econômico-militar: tendências atuais", no Instituto de Relações Internacionais em Moscou.


Shoigu disse que, segundo estimativas do Ministério de Defesa da Rússia, só nos conflitos armados na Síria, Iraque, Iêmen e Líbia, grupos ilegalmente armados receberam cerca de 2.450 sistemas portáteis de defesa antiaérea de curto alcance; 1.750 armas teleguiadas antitanques; cerca de 650 sistemas de artilharia de foguetes múltiplos; mais de 24 mil minas de vários tipos; e mais de 600 toneladas de explosivos.*****





domingo, 4 de dezembro de 2016

Vitória de Bashar al-Assad e Putin em Aleppo pôs o ocidente em surto de pânico

03/12/2016, Martin Berger, New Eastern OutlookNEO















Até o final de novembro, União Europeia e Washington só fizeram tentar convencer a comunidade internacional de que nenhum dos lados no conflito sírio seria suficientemente forte para colher vantagem decisiva no campo de batalha.

Ao mesmo tempo, círculos políticos ocidentais tomaram todas as medidas possíveis para impedir que Damasco e Moscou intensificassem a ofensiva contra os terroristas do 'Estado Islâmico' na Síria, sobretudo em Aleppo. Para essa finalidade, o secretário de Estado John Kerry aumentou os esforços diplomáticos para obter um acordo com a Rússia, sobre a Síria, antes de o atual governo deixar o posto –, como registra o Washington Post. Segundo o mesmo jornal, a Secretaria de Estado pouco se incomoda com a chamada "crise humanitária" em Aleppo; o que teme é que o governo assine acordo diferente com Moscou, que, na essência, põe os EUA ao lado de Bashar al-Assad.


segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Síria 'negocia' no chão: Novos ataques contra rotas de suprimento dos terroristas

1/2/2016, Moon of Alabama

Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu

O Exército Árabe Sírio lançou hoje significativa nova ofensiva no norte de Aleppo. É mais um movimento na 'negociação' que acontece no campo de batalha e que decidirá essa guerra.

Mapa de @PetoLucem – maior – Em HD
Situação Militar no Governorado de Allepo 1/2/2016

O provável objetivo da ofensiva é criar um corredor do noroeste de Aleppo até as cidades sitiadas de Nubol e AlZaraa. As cidades estão cercadas pela Frente al-Nusra (al-Qaeda na Síria) e Ahrar al-Sham e têm sido regularmente bombardeadas. Esse corredor fechará também a principal linha de ressuprimento dos terroristas, que vai do sudoeste de Aleppo até a Turquia.



A ofensiva esteve em preparação durante algum tempo e corre paralela (vídeo) com outra operação em Latakia próximo da fronteira turca, leste de Aleppo e no sul. Para proteger contra qualquer aventura turca, a Rússia reforçou a força aérea disponível. Quatro jatos russos Su-35S multitarefas novos em folha chegaram à Síria

Semana 16 da intervenção russa: EUA invadirão a Síria?

31/1/2016, The Saker, Unz Review The Vineyard of the Saker


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu


Essa semana foi marcada por notáveis sucessos para as forças militares sírias na região de Sheikh Miskeen na província Daraa no sul do país. Enquanto isso, no norte, o Exército Sírio continua sua ofensiva ao norte da estratégica base aérea de Kuweires. Mas esses sucessos militares foram eclipsados por boatos de que os EUA estariam implantando uma base aérea ao norte da Síria, possivelmente perto de Rmeilan, cidade no governorado al-Hasakah no nordeste da Síria, e que isso poderia ser preparatório para uma invasão norte-americana por terra. 

Curiosamente, a mídia-empresa nos EUA pôs-se a publicar rumores de que os russos estariam implantando uma segunda base aérea no norte da Síria. Erdogan chegou a declarar que ele "não tolerará" uma segunda base aérea russa na Síria curda. E na sequência, claro, houve a declaração de Joe Biden, falando de uma 'solução militar' dos EUA para a Síria, se não se encontrar solução negociada. Ouçam-no dizer que os EUA são capazes de "arrancar de lá" o Daech (vídeo, ing.).