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domingo, 9 de agosto de 2015

Devagar, os Estados Unidos destroem a Europa.

domingo, 9 de agosto de 2015














por Eric Zuesse
tradução mberublue
Artigo originalmente publicado no site Strategic Culture Foundation
Tradução originalmente publicada no Blog btpsilveira


Refugiados Líbios atravessam o Mediterrâneo em busca de asilo na Europa

Na Líbia, Síria, Ucrânia e outros países da periferia ou bordas europeias, O presidente dos Estados Unidos, Barak Obama, continua com sua política de desestabilização, bombardeios e outros tipos de assistência militar que faz com que milhões de refugiados sejam violentamente expulsos desses países periféricos da Europa, com a consequência natural de que se dirigem para ao continente europeu, adicionando combustível ao incêndio já deflagrado pela rejeição ferrenha oposta pela extrema direita europeia para com a imigração. Isso traz a desestabilização como resultado dessa política para o seio da própria Europa e não apenas em sua periferia, como até ao seu interior profundo, atingindo mesmo o norte europeu.

Shamus Cooke, repórter do Guardian, afirma em manchete de 03 de agosto de 2015: “A ‘zona livre’ de Obama pretende transformar a Síria em uma nova Líbia” e conta que Obama aprovou apoio aéreo para o plano improvável e impraticável da Turquia de criar uma zona de exclusão aérea sobre a Síria. Dessa forma, os Estados Unidos querem destruir os planos do Presidente Sírio Bashar Al Assad, que mira principalmente os grupos extremistas islâmicos, incluindo o ISIS, que tomaram o controle sobre grande parte do território Sírio:

Relata Cooke:

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Brookings Institute quer liquidar a Síria


6/8/2015, MIKE WHITNEY, Counterpunch




Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu







Eis o o-que-é-o-que-é da política exterior dos EUA do dia: O que é 'mudança de regime' sem mudança de regime? 

'Mudança de regime' sem mudança de regime é o governo do regime que está no poder, mas não consegue governar. Esse é o atual objetivo da política dos EUA para a Síria: enfraquecer a capacidade para governar do presidente Bashar al-Assad, sem removê-lo do gabinete de governo. A ideia é simples: use os 'jihadis' pagos e treinados pelos EUA para capturar e ocupar porções relativamente grandes do território, tornando impossível para o governo central controlar o estado. Esse é o plano do governo Obama para enfrentar Assad: torná-lo irrelevante.

A estratégia apareceu explicada em detalhes num artigo de Michael E. O’Hanlon do Brookings Institute, sob o título "Deconstructing Syria: A new strategy for America’s most hopeless war" [Desconstruir a Síria: Nova estratégia para a mais sem esperanças das guerra dos EUA]. Aqui vai um excerto:

Invasão dos EUA à Síria: respirem fundo, antes de mergulhar

7/8/2015, Tony Cartalucci, New Eastern Outlook


Ver também



Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu




Quando a revista Foreign Policy anunciou recentemente, em artigo com o mesmo título, que "Turquia Vai à Guerra", o que queriam dizer realmente era "EUA vão à guerra". Isso, porque o longo plano que a revista expõe naquele artigo não é criação turca, mas antigo plano dos EUA, guardado na gaveta há, no mínimo, desde o início de 2012.

O artigo diz que:

Ambos, EUA e Turquia concordam que o Estado Islâmico tem de ser varrido de seu território e da fronteira turca, embora funcionários dos EUA só falem de uma "zona de facto segura", onde sírios refugiados possam encontrar abrigo contra os tiros dos Jihadis e de al-Assad.


Mas essas tais "zonas seguras" são precisamente o que a Brookings Institution, think tank norte-americano conspira para criar desde o primeiro dia do conflito sírio, sob os mais diversos pretextos – primeiro, por fingida preocupação "humanitária", semelhante à farsa que inventaram para justificar a guerra da OTAN contra a Líbia em 2011, agora usando o chamado "Estado Islâmico" (ISIS/ISIL/Daesh) como pretexto.