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sábado, 10 de junho de 2017

Irã responde ao ataque do ISIL: "Ataque trivial"

7/6/2017, Ramin Mazaheri, The Vineyard of the Saker












Quer dizer então que o ISIL anda dizendo que fez seu primeiro ataque no Irã... Pois a resposta do Irã parece ser "E daí?!" 

Apesar de um ataque ocorrido perto do aeroporto internacional de Teerã, não houve qualquer interrupção nos embarques e desembarques e viagens. Os cidadãos foram instruídos a manter-se fora do metrô, mas nada parou. Nada de lei marcial. Sequer se decretou algum estado de emergência. Nenhuma restrição imposta às liberdades civis. Nenhuma "Lei Patriota" em preparação. Ninguém assumiu à força o comando executivo do governo.

Apesar do ataque próximo do Parlamento, os deputados continuaram o trabalho regular, mesmo que se ouvissem tiros nas áreas em torno dos prédios oficiais. Sequer foram interrompidas as transmissões da rádio do Parlamento que transmitia a sessão ao vivo.

Deputados corajosos, não é? Assumo que seus eleitores consideram hoje que, sim, escolheram bem.

(Muita gente acha que coragem é ir à guerra armado com uma metralhadora. Engano. Muito mais valente é o jovem que vai à guerra carregando uma faixa ou uma bandeira – tudo que tem é esperança e espírito de autossacrifício.)

Comentaristas estrangeiros só fazem repetir que, afinal, o ISIL teria conseguido atingir o Irã – como se, por isso, todos devêssemos tremer de medo. 

Não. Nem sinal disso.

domingo, 9 de agosto de 2015

Devagar, os Estados Unidos destroem a Europa.

domingo, 9 de agosto de 2015














por Eric Zuesse
tradução mberublue
Artigo originalmente publicado no site Strategic Culture Foundation
Tradução originalmente publicada no Blog btpsilveira


Refugiados Líbios atravessam o Mediterrâneo em busca de asilo na Europa

Na Líbia, Síria, Ucrânia e outros países da periferia ou bordas europeias, O presidente dos Estados Unidos, Barak Obama, continua com sua política de desestabilização, bombardeios e outros tipos de assistência militar que faz com que milhões de refugiados sejam violentamente expulsos desses países periféricos da Europa, com a consequência natural de que se dirigem para ao continente europeu, adicionando combustível ao incêndio já deflagrado pela rejeição ferrenha oposta pela extrema direita europeia para com a imigração. Isso traz a desestabilização como resultado dessa política para o seio da própria Europa e não apenas em sua periferia, como até ao seu interior profundo, atingindo mesmo o norte europeu.

Shamus Cooke, repórter do Guardian, afirma em manchete de 03 de agosto de 2015: “A ‘zona livre’ de Obama pretende transformar a Síria em uma nova Líbia” e conta que Obama aprovou apoio aéreo para o plano improvável e impraticável da Turquia de criar uma zona de exclusão aérea sobre a Síria. Dessa forma, os Estados Unidos querem destruir os planos do Presidente Sírio Bashar Al Assad, que mira principalmente os grupos extremistas islâmicos, incluindo o ISIS, que tomaram o controle sobre grande parte do território Sírio:

Relata Cooke:

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Brookings Institute quer liquidar a Síria


6/8/2015, MIKE WHITNEY, Counterpunch




Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu







Eis o o-que-é-o-que-é da política exterior dos EUA do dia: O que é 'mudança de regime' sem mudança de regime? 

'Mudança de regime' sem mudança de regime é o governo do regime que está no poder, mas não consegue governar. Esse é o atual objetivo da política dos EUA para a Síria: enfraquecer a capacidade para governar do presidente Bashar al-Assad, sem removê-lo do gabinete de governo. A ideia é simples: use os 'jihadis' pagos e treinados pelos EUA para capturar e ocupar porções relativamente grandes do território, tornando impossível para o governo central controlar o estado. Esse é o plano do governo Obama para enfrentar Assad: torná-lo irrelevante.

A estratégia apareceu explicada em detalhes num artigo de Michael E. O’Hanlon do Brookings Institute, sob o título "Deconstructing Syria: A new strategy for America’s most hopeless war" [Desconstruir a Síria: Nova estratégia para a mais sem esperanças das guerra dos EUA]. Aqui vai um excerto: