quarta-feira, 13 de abril de 2016

Brookings Institution e mais um míssil teledesatinado

Panama Papers são "culpa de Putin"


11/4/2016, John Helmer, Dance with Bears, Moscou 


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu





Clifford Gaddy (imagem de abertura, esq.) jamais superou a quedinha que sempre teve, por 20 anos, por Anatoly Chubais e Alexei Kudrin. Tampouco o patrão de Gaddy na Brookings Institution em Washington, Strobe Talbott, o mudador-de-regime em-chefe no Departamento de Estado nos anos 1990s, quando Boris Yeltsin era o homem deles no Kremlin, e o resto da Rússia era fraca demais para lhes resistir.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

O que pensa a China sobre os Panama Papers

Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu


Porque opinionismo tosco do Grupo GAFE plus Ban (Globo-Abr-FSP-Estadão plus Bandeirantes) esse, com certeza TOTAL, só interessa ao Grupo GAFE plus Ban (Globo-Abr-FSP-Estadão plus Bandeirantes) e NÃO INTERESSA ao Brasil (NTs).
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Forças poderosas por trás dos Panama Papers 
5/4/2016, Global Times, Pequim (editorial)
http://www.globaltimes.cn/content/977162.shtml

(Dica de Pepe Escobar, em "Hybrid War, From Palmyra to Panama", SputnikNews, 7/4/2016, em trad.)



Vazamento gigante de documentos confidenciais que pertenceriam a Mossack Fonseca, empresa de advogados com sede no Panamá e acusados de operar como facilitadores para lavar dinheiro suspeito dos seus clientes, chocou a opinião pública internacional. Mais de 11 milhões de documentos foram passados, por fonte anônima, ao jornal alemão Sueddeutsche Zeitung. Segundo o noticiário, esses documentos teriam sido investigados por cerca de 300 jornalistas globais durante um ano.

EUA: Eleições no planeta do "totalitarismo invertido"

Da natureza fraudulenta e destrutiva do neoliberalismo 

Talvez o resultado mais importante até agora da insurgência de Bernie Sanders seja o quão claramente expôs a real natureza totalitária do Estado, nos EUA, no século 21.
Claro, não é o totalitarismo clássico de tipo orwelliano: é o "totalitarismo invertido" que o falecido cientista político Sheldon Wolindescreve tão brilhantemente em seu livro "Democracy, Incorporated" [Democracía S.A (esp.)].
Num sistema de totalitarismo invertido, não há real distinção entre o poder do estado e o poder das grandes empresas. Nesse sistema, uma "democracia gerenciada" atentamente, nas palavras de Wolin, é supervisionada por uma elite tecnocrática a serviço de interesses gerais das grandes empresas.


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu



No "totalitarismo invertido", continuam a existir as formas supostas da democracia – o suficiente para manter uma massa deliberadamente desinformada e subinformada, na ilusão de que ainda viveriam numa democracia –, mas todas as alavancas do governo são firmemente controladas por Wall Street e as indústrias a ela associadas – dobanking, de armas, de energia e de 'mídia' & 'comunicações' em geral.

The Saker: O “Suicídio Pela Negação da Realidade” da União Européia

07.04.2016 - The Saker - Unz Review

Traduzido por Roberto Silveira





Aconteceu o que tinha que acontecer. Na União Europeia, o resultado já era esperado, dado que formada por elos frágeis como é, e o povo holandês foi apenas o primeiro a votar contra a associação com a Ucrânia. Claro que os euroburocratas podem agora encontrar alguma razão para declarar o voto inválido, podem afirmar que alguma lei foi violada e podem até substituir a simples negação por alguma forma de minimizar a associação com a Ucrânia, e finalmente, podem simplesmente ignorar o voto do povo holandês. Mas nada do que façam ou não façam fará qualquer diferença: a verdade inegável e inescapável é que os ucranianos não são benvindos na União Europeia, nem como associados e muito menos como membros. O resultado é que não haverá OTAN, nem União Europeia nem “Futuro Europeu” para a Ucrânia. Todo o balão de ar quente que inflamou as esperanças ingênuas e feias do Euromaidan está em chamas e o projeto Euro-Ucraniano está quebrado e queimando como o Hindenburg (dirigível alemão [LZ129 Hindenburg] fabricado pela Zepellin, que queimou totalmente em uma aterrisagem nos Estados Unidos em 06 de maio de 1937, causando a morte de 13 passageiros, 22 tripulantes e um técnico no solo - NT).

sábado, 9 de abril de 2016

Rússia é expulsa do círculo do poder exclusivista ocidental

9/4/2016, Global Times, Pequim

Entreouvido na Vila Vudu:

Rússia e China começam a preparar-se. 
Os dois maiores BRICS já decidiram: "Não vai ter golpe"!
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Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu



A Rússia anunciou mais cedo que estabelecerá uma força de Guarda Nacional de 400 mil soldados sob liderança direta do presidente Vladimir Putin. A mídia-empresa ocidental viu aí um sinal dos graves desafios políticos que a Rússia enfrenta.

À parte ser repetidamente descrito pelo ocidente como "ditador", agora o presidente Putin está sendo acusado de possuir bens de origem ilícita no exterior, que seriam administradas por amigos seus. 

Na Rússia, o presidente Putin goza da aprovação de 80% dos cidadãos. Mas a imprensa-empresa ocidental o mostra como tão "mau" quanto o governante líbio Muammar Gaddafi ou o iraquiano Saddam Hussein. 

A União Soviética já não existe há muito tempo. A Rússia adotou sistema de eleições copiado do ocidente. Mesmo assim a reputação da Rússia nunca melhora aos olhos do ocidente. O ódio que havia contra a União Soviética parece ter-se transferido para a Rússia.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Rússia fez história na Síria

5/4/2016, Federico Pieraccini, Rússia Insider

"Se ainda não leram, leiam.
Federico faz a decodificação séria, de primeira classe,
do sucesso dos russos e "4+1" na Síria.

Aí está uma das razões CHAVES por que os documentos selecionados, chamados "Panama Papers", vazamento seletivo, foram distribuídos agora"
(Pepe Escobar, 8/4/2016, 
Facebook).


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu



O Exército Árabe Sírio (EAS) e aliados estão libertando a Síria passo a passo, mostrando que são a única força capaz de derrotar em solo o Estado Islâmico (EI) e a Frente Al Nusra (também conhecida como Al-Qaeda). Uma soma de fatores explicam as vitórias recentes.

Palmyra, cidade estratégica e simbólica foi retomada do EI, depois de mais de um ano de sítio. Esse sucesso foi possível graças a meticulosa preparação das operações aéreas e em solo.

O centro de informação conjunta em Bagdá mais uma vez revela-se fator importante na guerra contra o terrorismo. Coordenação de alto nível entre Moscou, Damasco, Bagdá e Teerã, que é fator chave para o sucesso sobre toda a área operacional que inclui Iraque e Síria, com conexões e interdependências.

Fator considerado essencial no planejamento para começar a retomar controle no território sírio foi o esforço para construir informação e meios para avaliar o armamento militar do EI. Especialistas da inteligência russa, iraniana e síria trabalharam para descobrir o que, em matéria de armamento, o EI conseguiu acumular em cinco anos de guerra no Iraque e na Síria. Avaliações do arsenal do EI mostraram de tudo, de blindados para transporte de soldados (BMP-1, MT-LB, MRAP Humvees capturados dos EUA,), a tanques (T72, T55 e M1A1M capturados dos EUA), armas de artilharia antiaérea (2S1 Gvozdika, ZSU-23-4 Shilka) e lançadores múltiplos de foguetes (BM-21 Grad).

quinta-feira, 7 de abril de 2016

EUA contra os BRICS: Corrupção como arma de propaganda

4/4/2016, Robert Parry, Consortium News

"Ano passado, a USAID distribuiu um documento (fact sheet) no qual resume os próprios serviços de pagar jornalistas amigáveis em todo o mundo, inclusive para "formação e treinamento de jornalistas, desenvolvimento de negócios de mídia-empresa, construção de capacidade para instituições de apoio e reforço de ambientes legal-regulatórios para a livre empresa de comunicações em geral."
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Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu



Infelizmente, alguns dos importantes deveres do jornalismo, como aplicar padrões equilibrados aos abusos de direitos humanos e de corrupção financeira, já foram tão pervertidos e corrompidos, pelas demandas da propaganda, de governos e de empresas – e pelo carreirismo de tantos, incontáveis jornalistas –, que já desconfio muito, sempre que a mídia-empresa comercial dominante põe-se a trombetear alguma história suposta 'sensacional', cujo protagonista sempre é algum "vilão da hora", selecionado para a ocasião."
Incontáveis vezes esse tipo de 'jornalismo' não passa de abre-alas para o ataque de "mudança de regime" que logo aparece, para cobrir de lama ou deslegitimar algum governante estrangeiro, antes do inevitável advento de uma "revolução colorida" sempre organizada por ONGs de 'promoção da democracia', praticamente sempre com dinheiro de organizações do governo dos EUA, como National Endowment for Democracy [Dotação Nacional para a Democracia] ou de algum financista neoliberal feito George Soros [ou todas as anteriores].