
Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu
A Síria está vencendo a guerra. Apesar do sangue e da forte pressão econômica, a Síria está avançando firmemente rumo a uma vitória militar e estratégica que transformará o Oriente Médio. Veem-se sinais claros de que os planos de Washington – para 'mudança de regime', para tornar disfuncional o estado sírio ou para rachar o país por linhas sectárias – fracassaram.
É fracasso que ferirá de morte o sonho dos EUA que Bush-Filho anunciou há uma década, de um "Novo Oriente Médio" subserviente. A vitória da Síria é uma combinação de apoio popular coerente ao exército nacional contra o ataque de islamistas sectários pervertidos (takfiris); apoio firme garantido à Síria por aliados chaves; e a fragmentação de forças internacionais que se alinharam contra a Síria e aliados.
As dificuldades econômicas, inclusive os blecautes frequentes, são hoje maiores do que nunca, mas não quebraram a decisão do povo sírio, de resistir. O governo assegura que alimentos básicos sejam oferecidos a preços razoáveis; e mantém os serviços de educação, saúde, atividades culturais e esportivas e outros serviços. Vários estados antes hostis e agências da ONU já estão retomando relações com a Síria. Uma situação melhorada de segurança, o recente grande acordo de energia com o Irã e outros movimentos diplomáticos favoráveis são sinais, todos eles, de que o Eixo da Resistência foi reforçado.
Ninguém jamais saberia disso, por ler a 'informação' que a imprensa-empresa ocidental oferece. A 'mídia' mentiu ininterruptamente sobre o caráter do conflito e os desenvolvimentos naquela crise. Itens importantes na falsificação da realidade foi ter mantido cuidadosamente ocultada a informação de que a OTAN sempre apoiou os grupos takfiri; só noticiar eventuais avanços desses grupos; e absolutamente ignorar e fazer ignorar os avanços do Exército Árabe Sírio. Verdade é que todos esses terroristas apoiados pelo ocidente praticamente não fizeram qualquer avanço estratégico real desde que uma torrente de soldados estrangeiros os ajudaram a tomar grandes partes de Aleppo, ao norte, em meados de 2012.
