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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Eugênio Aragão: Caiu o véu da mentira. Não há mais como negar: o golpe foi comprado.

27.02.2017, Eugênio Aragão, Brasil 247



É assim que se despedaça e trucida a democracia: dando o poder a quem perdeu as eleições, garantindo aos derrotados uma fatia gigantesca do governo usurpado e até a nomeação de um dos seus para o STF, para assegurar vida mansa a quem tem dívidas com a justiça. A piscadela de Alexandre de Moraes a Edison Lobão, na CCJ, diz tudo.

Assistiremos a tudo isso sem nenhum sentimento de pudor?




Temer e a pouca vergonha de nossos tempos

Por Eugênio Aragão

As frações de informação tornadas públicas na entrevista do advogado José Yunes, insistentemente apresentado pelos esbulhadores do Palácio do Planalto como desconhecido de Michel Temer, embrulham o estômago, causam ânsia de vômito em qualquer pessoa normal, medianamente decente.

Conclui-se que Temer e sua cambada prepararam a traição à Presidenta Dilma Vana Rousseff bem antes das eleições de 2014. A aliança entre o hoje sedizente presidente e o correntista suíço Eduardo Cunha existia já em maio daquele ano, quando o primeiro recebeu no Palácio do Jaburu, na companhia cúmplice de Eliseu Padilha, o Sr. Marcelo Odebrecht, para solicitar-lhe a módica quantia de 10 milhões de reais. Não para financiar as eleições presidenciais, mas, ao menos em parte, para garantir o voto de 140 parlamentares, que dariam a Eduardo Cunha a presidência da Câmara dos Deputados, passo imprescindível na rota da conspiração para derrubar Dilma.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Chefe da Quadrilha, por Leandro Fortes

08.02.2017, Leandro Fortes, Facebook






Foi Michel Temer, diz Eduardo Cunha, que comandou as nomeações do bando que estava saqueando a Petrobras.

Nem Dilma, nem Lula.

Mas Michel Temer, esse que aí está usurpando a Presidência da República.

Recorro, então, à sabedoria eterna de Dona Marisa Letícia Lula da Silva, e referendo a recomendação que em tão boa hora ela fez aos paneleiros de verde-e-amarelo: enfiem as panelas no cu.

E saiam de mansinho.