12/1/2016, Evan Osnos,* The New Yorker
Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu
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| Defensores da bandeira dos Confederados desfilam no Stone Mountain Park, in Stone Mountain, Geórgia, em agosto de 2015 (foto de John Amis / Atlanta Journal-Constitution via AP) |
No inverno de 1999, o jornal Star de Kansas City convidou vários dignitários e escritores locais para que escrevessem suas predições, para receber o século que se iniciava, repetindo o mesmo exercício que o jornal fizera um século antes. Algumas das predições da era Vitoriana mostraram-se encantadoramente proféticas: "os raios do sol serão engarrafados e usados para unir os homens entre eles". Outras, menos: "não haverá grande guerra no século 20".
Dessa vez, um dos convidados foi Leonard Zeskind, pesquisador a serviço da extrema direita com escritório em Kansas City, que recentemente recebeu bolsa de "gênio" oferecida pela Fundação MacArthur por décadas de serviços prestados em estudo imersivo do racismo e do extremismo. Zeskind, diretor do Institute for Research and Education on Human Rights (IREHR), não procurou imagens de ficção científica. Escreveu:

