1/12/2017, Robert Parry, Information Clearing House
Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu
O que mais perturba nesse caso do tenente-general aposentado Michael Flynn, ex- Conselheiro de Segurança Nacional, empurrado para uma armadilha de perjúrio por juízes 'protetores' do governo Obama, é que havia agentes ativos dentro do Departamento de Justiça, que urdiram um caso nada ortodoxo pelo qual Flynn foi intimado e teve de responder interrogatório no FBI, quatro dias depois de assumir o cargo. Naquele interrogatório, o FBI forçou Flynn a recordar minuciosamente conversas passadas que tivera com o embaixador russo; e das quais os agentes do FBI tinham transcrições verbatim interceptadas pela Agência de Segurança Nacional.
Em outras palavras, o Departamento de Justiça não procurava qualquer informação ou confirmação sobre o que Flynn dissera ao embaixador russo Sergey Kislyak – porque as agências de inteligência já sabiam de tudo que havia para saber.
Flynn foi colhido num ardil de interrogatório sobre a lembrança precisa que tivesse das conversas, e acusado de mentir ao FBI nos pontos em que as lembranças não coincidissem perfeitamente com as transcrições.





