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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

"Make China great again": Partido Comunista Chinês colhe o momento "histórico", para reformatar a ordem mundial

18/1/2018, Nectar Gan, South China Morning Post (dica de Pepe Escobar, no Face)


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu


ATENÇÃO: Esse artigo só interessa pela 'notícia' que traz sobre o tal "Manifesto" – documento importante para todo o planeta. – Esse artigo absolutamente não interessa pelas 'opiniões' pessoais que a jornalista Nectar Gan e professores de think-tanks pressupostos 'democráticos' enunciem sobre o documento, sobre a China, sobre o Partido Comunista Chinês e sobre o comunismo universal, que se devem desconsiderar por irrelevantes.

Em todos os casos, os leitores devem considerar que a ÚNICA INFORMAÇÃO realmente importante é o que diga e publique o Partido Comunista da China, não o que digam e publiquem Nectar Gan ou o "professor Jonathan Sullivan, que ninguém sabe quem sejam e absolutamente NÃO MANDAM NO PLANETA [NTs (endossado pelo Blog)].




O mundo está em caos, dando ao Partido Comunista da China uma "oportunidade histórica" para fazer a China novamente grande, e reformatar a ordem mundial – ou, pelo menos, foi essa a mensagem que o PCC buscou apresentar também internamente numa peça de opinião, de fundamentos, que está nas manchetes do principal jornal governamental chinês.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

China comunista suposta não comunista, por Jeff J. Brown



Apesar do que diga o império ocidental sobre a democracia na China, o comunismo está funcionando muito bem na sociedade chinesa. O artigo discute como os avanços socioeconômicos e geopolíticos da China desde 1949 podem ser atribuídos à exclusiva versão chinesa de democracia.








Em meados da década dos 1930s, a China estava dividida por quatro forças que competiam entre elas. Uma, o Exército Vermelho comunista, comandado por Mao Zedong. Outra, os fascistas japoneses e seu Exército Imperial. Uma terceira, os Nacionalistas Guomindang, abreviadamente “KMT” (ing.), e comandados por Chiang Kai-Shek. A quarta força eram todos os colonialistas – imperialistas, claro, que se autopromoviam com o rótulo pretensioso de “Grandes Potências”.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Quem tanto quer uma 3ª Guerra Mundial?

21/9/2015, Pepe Escobar, SputnikNews

O que Washington realmente mais deseja é encontrar alguma forma de coerção que obrigue Pequim a abrir o muito ambicionado mercado financeiro chinês, para o cassino financeiro megaespeculativo conhecido como sistema dos Big Banks dos EUA. Não está funcionando – porque a Casa Branca absolutamente não tem meios para pressionar nesse campo.



Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu




O presidente chinês Xi Jinping surfa os EUA em sua primeira visita de estado, quase ao mesmo tempo que o Papa Francisco. Será fascinante observar como os centros de decisão da hiperpotência reagirão a essa dupla exposição ao materialismo dialético – com características chinesas – e à Igreja Católica, em tese, "em reconstrução".


Em discurso histórico em Havana, o Papa Francisco – que se intrometeu na reuniãozinha entre o presidente Barack Obama dos EUA e Raul Castro – insistiu que quer o aprofundamento das relações entre Washington e Havana. Pediu a Obama e Raul que busquem plena reconciliação como exemplo para o mundo, "um mundo que necessita de reconciliação, nessa atmosfera de terceira guerra mundial por etapas que estamos vivendo".

"Terceira guerra mundial" não aparecia na redação oficial do discurso do Papa. Francisco acrescentou essa linha no avião, voando de Roma a Havana.