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quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Fim da 'quase-privatização' da estatal saudita de petróleo

rei falou. E o delírio de $2 trilhões desmanchou-se no ar 

27/8/2018, DevDISCOURSE, Índia 



Entreouvido na Vila Vudu

"A parte realmente importante desse postado é NOTICIAR que só um projeto golpista MUITO criminoso entrega empresa NACIONAL (ESTATAL) de petróleo ao capital privado internacional.

Aí se vê que, no caso da Arábia Saudita, o país não entregará NEM 5% DO CAPITAL da 'petrobrás-deles'!

Assim se prova q o golpe-da-CIA-aluysim-com-STF-com-tudo aí está
p/fazer do Brasil país ainda MAIS ATRASADO E DEPENDENTE DOS EUA, que a Arábia Saudita.

#LulaLivre #LulaOuNada #DeixaCasaGolpistaCair
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Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu





Durante os dois últimos anos, a Arábia Saudita preparou-se para pôr no mercado 5% da empresa estatal saudita de petróleo e gás. Funcionários promoveram e divulgaram a Oferta Pública Inicial de ações [ing. initial public offering (IPO)] da Saudi Arabian Oil Company (Aramco) com agências internacionais, bancos globais e o presidente Trump dos EUA.

O leilão seria a pedra fundamental sobre a qual se ergueria a prometida 'modernização' econômica, a partir dos $100 bilhões que o país arrecadaria no leilão, a maior IPO de todos os tempos. Foi a menina dos olhos do príncipe coroado Mohammed bin Salman, herdeiro presuntivo da coroa no maior exportador de petróleo do planeta.

Mas depois de meses de dificuldades, afinal as pernas internacionais e domésticas do tal 'leilão' foram cortadas.

terça-feira, 30 de maio de 2017

Preciosidades que nem reis sauditas compram, por MK Bhadrakumar

29/5/2017, MK Bhadrakumar, Indian Punchline














Há algo de obsceno em alguém que foi membro de um governo – um embaixador, por exemplo, ou um comandante de exército – aceitar, depois de aposentado, emprego pago por governo estrangeiro. O ex-comandante do exército do Paquistão general Raheel Sharif jamais poderia ter aceitado a oferta de emprego que lhe fez o rei Salman da Arábia Saudita, como comandante de uma recém inventada "Aliança Militar Islâmica", AMI.

Diz o bom senso que o general paquistanês, nesse cargo, estará convertido em vassalo da Casa de Saud. E quem precisaria disso? General paquistanês quase com certeza já é homem muito rico, que dificilmente precisaria de mais dinheiro. E se o general Sharif tem obsessão insaciável por lutar contra terroristas até o fim da vida, encontraria excelentes oportunidades no próprio Paquistão.

E por que na Arábia Saudita? A única explicação possível é – avareza, ganância. A capacidade dos sauditas para seduzir elites estrangeiras é vastíssima. Segundo a imprensa, o rei Salman deu pessoalmente ao presidente Donald Trump dos EUA presentes no valor de $1,2 bilhão. Uma pesada espada de ouro puro e cabo de diamantes pesando 25kg que, só ela, vale $200 milhões. E há o tal iate de 125m de comprimento e que parece ser o iate pessoal mais alto e mais luxuoso do planeta, com 80 quartos e 20 suítes reais.