segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

América Latina: "Argentina será más interesante para Trump que México"

16/12/2016, Dossier: Trump y América Latina, Deutsche Welle (esp.)


Entrevista enviada pelo Prof. Moniz Bandeira, 
que nos honra com sua atenção, da Alemanha, e a quem agradecemos muito.
(Sugerido e enviado ao Blog pelo Coletivo Vila Vudu)











Donald Trump impulsará un cambio radical en la política de EE.UU., que marca el inicio de una nueva era, según el politólogo Wolf Grabendorff, con desafíos y oportunidades para América Latina. 

El politólogo e historiador Wolf Grabendorff tiene una larga carrera como analista político sobre América Latina. Con excepción de México y Argentina y por distintas razones, la región no se encuentra en el radar del futuro presidente de Estados Unidos, Donald Trump. Grabendorff coincide con otros analistas sobre un posible acercamiento entre Rusia y Estados Unidos si el designado magnate petrolero Rex Tillerson al frente del Departamento de Estado es confirmado en el cargo.

Política Exterior dos EUA e Colégio Eleitoral: Haverá surpresa dia 19/12, amanhã?

18/12/2016, Prof Michel Chossudovsky, Global Research, Canadá














Atualização
18/12/2016 (orig. publicado dia 12/12/2016, aqui atualizado)
A declaração de Obama dia 16/12 em conferência de imprensa na Casa Branca e as recentes "revelações" feitas pelo diretor da CIA John O. Brennan constituem uma declaração "oficial" de que Vladimir Putin, presidente da Federação Russa teria interferido diretamente e deliberadamente nas eleições presidenciais dos EUA a favor de Donald Trump. São acusações graves, sem nem fiapo de prova que lhes dê fundamento, dirigidas tanto contra Moscou como contra o presidente eleito.
Tudo leva a crer que aí esteja em andamento um Golpe "soft" com apoio da inteligência dos EUA, para impedir a posse de Donald Trump na Casa Branca.

A União Europeia está confusa: pensa em cooperar com Moscou para enfrentar Trump

18.12.2016 - Peter Korzun, Strategic Culture



traduzido por btpsilveira





A união Europeia está preparada para um relacionamento mais claramente comercial com os Estados Unidos uma vez que o presidente eleito Donald Trump assuma seu mandato, disse em 03 de dezembro Federica Mogherini, Alta Representante da União Europeia para Relações Exteriores e Políticas de Segurança e vice presidente da Comissão Europeia.
De acordo com a proeminente diplomata, uma União Europeia mais independente poderia se alinhar com a Rússia contra quaisquer esforços da administração Trump caso esta decida minar o acordo com o Irã, embaralhar a política no Oriente Médio ou reduzir o papel das Nações Unidas. “De uma maneira transacional... caso a caso, poderemos encontrar assuntos nos quais não seria surpresa ver europeus alinhados com russos, do mesmo lado – Acordo com o Irã, processo de paz do Oriente Médio e possivelmente o papel das Nações Unidas”, disse ela.

O Legado de Obama no Oriente Médio... que Legado?

17.12.2016 - Martin Berger, New Eastern Outlook



traduzido por btpsilveira




É necessária uma reavaliação da desastrosa administração Obama, tanto nos Estados Unidosquanto no exterior, com a aproximação do final do seu mandato.

A Comissão Econômica e Social para a Ásia Ocidental (ESCWA, na sigla em inglês) das Nações Unidas chegou mesmo a redigir um relato especial para avaliar o dano infligido sobre o Oriente Médio pelas assim chamadas revoluções da “Primavera Árabe”, que foram encenadas durante a administração Obama, pelas agências de inteligência dos Estados Unidos. 

O relatório observa que os protestos na Tunísia funcionaram como um catalisador para as revoltas ou protestos em vários outros países árabes, entre eles Egito, Iêmen, Síria, Barein, Líbia, Oman, Jordânia e Marrocos. A seguir, uma intervenção militar dos Estados Unidos provocou a queda do governo de Muammar Kadaffi na Líbia. Ao mesmo tempo, Washington não tinha qualquer plano de estabilização pós guerra depois que terminou sua intervenção militar. O presidente “pato manco” dos Estados Unidos mais tarde chamou isso de “um grande erro”, e descreveu a situação na Líbia como um caos total.

domingo, 18 de dezembro de 2016

Robert Fisk: Samantha Power esqueceu os massacres cometidos em nome dos Estados Unidos

16.12.2016 - Robert Fisk, The Independent


Traduzido por btpsilveira




Quando Samantha Power falou sobre “barbárie contra civis” em Alepo, subitamente lembrei a morte dos civis palestinos massacrados nos campos de refugiados de Sabra e Chatila em Beirute, 1982, massacrados pelas milícias libanesas ligadas a Israel, enquanto o exército israelense – o mais poderoso aliado dos Estados Unidos no Oriente Médio – assistia:



Lá estava Samantha Power fazendo suas ceninhas de “vergonha” na ONU. “Não há sequer um ato de barbarismo contra civis, nenhuma execução fria de criança que lhes faça pelo menos um pouco de medo?”, a embaixadora dos Estados Unidos para a ONU perguntou a russos, sírios e iranianos. Ela falava de Halabja, Ruanda, Srebrenica “e agora, Alepo”.

Estranho. Para aqueles a quem Samantha falou sobre “barbárie contra civis” em Alepo, lembrei de repente da morte dos civis palestinos massacrados nos campos de refugiados de Sabra e Chatila em Beirute, 1982, massacrados pelas milícias libanesas ligadas a Israel, enquanto o exército israelense – o mais poderoso aliado dos Estados Unidos no Oriente Médio – assistia. Mas Samantha não mencionou esse massacre. Será que talvez tenha sido por que não houve palestinos mortos em número suficiente? Afinal, morreram apenas 1.700, incluindo mulheres e crianças. Em Halabja foram mais de 5.000 mortes. Mas com certeza Sabra e Chatila me assustaram, na época.

Amargurados pela derrota, EUA e União Europeia querem demonizar ainda mais a Rússia.

17.12.2016 - Finian Cunningham, Strategic Culture


Traduzido por btpsilveira




Nesta semana, enquanto as forças da Rússia ajudam a liberação da cidade síria de Alepo de quatro anos de domínio terrorista, Washington e Europa intensificam as ameaças de guerra cibernética e agressão econômica combinadas com sanções. Não se trata de coincidência. É a amargurada resposta dos cúmplices derrotados.

Pura perversidade, não é? Em vez de se juntar às celebrações do povo sírio pela liberação de Alepo das mãos do terroristas; em vez de enviar ajuda humanitária massiva destinada às dezenas de milhares de civis libertados depois de quatro anos de sofrimento causado pelos terroristas; em vez de se congratular com a Rússia por seu papel decisivo na restauração da paz para a segunda maior cidade da Síria, os Estados Unidos e a Europa na realidade estão mais uma vez distorcendo a realidade das coisas e querendo demonizar ainda mais a Rússia.

O comportamento doentio de Washington e seus sátrapas europeus são apenas um caso simples de desdenhar uvas verdes. Só isso. Uvas muito verdes…

Moon of Alabama: EUA, 2016 - O golpe da 'elite' [em casa]

15/12/2016, Moon of Alabama















  • Está em curso uma tentativa de golpe da "elite" contra o presidente eleito dos EUA Donald Trump.
    O golpe é orquestrado pelo campo de Hillary Clinton em associação com a CIA e poderes neoconservadores no Congresso.
  • O plano consiste de usar-se a imbecilidade inventada pela CIA de "A Rússia pôs Trump na Casa Branca", para empurrar o colégio eleitoral contra Trump. A eleição então passaria ao encargo do Congresso. Os Republicanos mais belicistas da bancada da bala neoconservadora poderiam então entregar a presidência à Clinton ou, se esse golpe falhasse, pôr na presidência o vice de Trump, Mike Pence, eleito. E as negociatas da/para a guerra da qual lucram os dois partidos, e que uma presidência Trump ameaça interromper, poderão continuar.
  • Se esse golpe prosperar, é provável que comecem a eclodir violentas insurreições nos EUA, de consequências imprevisíveis.

Até agora, as teses acima não passam de vago esboço. Não se tem notícia de nenhum plano publicado nessa direção. Mas o esquema é bastante óbvio. A sequência contudo inclui alguma especulação.