Mostrando postagens com marcador Steve Bannon. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Steve Bannon. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

A fala de Steve Bannon que uns amam, outros odeiam e ninguém ouve

Discurso de Steve Bannon ao Congresso da Refundação do Front National, de Marine LePen, 19/3/2018, vídeo, 35”54’ (ing. com trad. simultânea ao francês) aqui transcrito, traduzido, anotado, para referência, e epigrafado).


Traduzido pelo Coletivo Vila Mandinga


“Meu último argumento foi este: [Lavrov] tem razão quando diz que ‘A bandeira que é revolucionária num momento, poderá ser reacionária no momento seguinte.’ Ilich [Lênin] me respondeu que esse pensamento, sim, é correto, mas que um pensamento correto não torna correto o livro inteiro.” 
(1939, “Lênin agitador”, em Lênin, Propagandista e Agitador,
Nadejda Krupskaia, artigo publicado em Propagandista e Agitador, Eroc, 
marxists.org, do livro N. KRUPSKAIA, "La educación comunista. Lenin y la juventud". Páginas visitadas dia 18/10/2018)




Adiante transcrevemos e traduzimos o discurso que Steve Bannon fez ao Congresso da Refundação da Frente Nacional de Marine Le Pen, em março de 2018. É o material mais interessante q encontramos sobre esse personagem que, se for ‘marketeiro’ de Bolsonaro, terá sido porque Bolsonaro ludibriou Bannon. Não seria feito de pequena importância, mas... Quem ouvir Bannon falar dificilmente acreditará que seja ‘marketeiro’ de Bolsonaro. Ou Bolsonaro não é o que diz ser e pode ser muito pior. E esse dilema é uma das arapucas do liberalismo em tempos de Cambridge Analytica.

Mas Bannon discursa diretamente e nomeadamente contra as Killarys e Obamas, que chama repetidas vezes de “essa elite globalista”. Então, porque é espinafrado nos EUA, a mídia ‘ética’ brasileira o espinafra aqui, pode-se dizer, no automático. E se a mídia ‘ética’ de fascistização à brasileira espinafra alguém, a mídia ‘ética’ dita independente e de esquerda à brasileira... espinafra também.

segunda-feira, 4 de junho de 2018

"Soberanos" frente a Bruxelas, não a Washington

29/5/2018, Manlio Dinucci, "Arte da guerra", de Il Manifesto, It., in Voltairenet


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu

Entreouvido na Vila Vudu:

Sinceridade? Bolsa de Valores, 'dólar', 'democracia', 'kurrupção & ética', 'eleições', o diz-que-judiciário-BR não têm importância alguma. Ninguém por aí está a serviço de algum 'mercado', de alguma 'justiça' ou de alguma 'democracia'. Toda a 'mídia', todos os bancos e seus chamados 'especialistas' em 'mercado, 'especialistas' em pesquisas eleitorais,
e 'especialistas' em 'judiciário' de modo geral estão trabalhando A FAVOR DE GUERRA QUE SALVE DA BANCARROTA OS EUA.
E isso, em todo o chamado 'mundo livre'.
Lula e Dirceu estão presos e Dilma foi derrubada por golpe de estado, POR ISSO. 
___________________________________________



Steve Bannon – ex-estrategista de Donald Trump, teórico do nacional-populismo – falou do entusiasmado apoio que dá à aliança [na Itália] Movimento 5 stelle [5 estrelas] para um "governo da mudança". Numa entrevista, (Sky TG24, 26 de maio) disse que "A questão fundamental na Itália em março foi a questão da soberania. O resultado das eleições mostrou que os italianos desejam retomar a própria soberania, o controle sobre o próprio país. Basta dessas regras que vêm de Bruxelas". Mas Bannon não disse "Basta dessas regras que vêm Washington".

sábado, 4 de novembro de 2017

Steve Bannon Declara Guerra à Hollywood Post-Weinstein: "Hollywood se autodetona"

26/10/2017, Paul Bond, Hollywood Reporter


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu

Entreouvido na Vila Vudu:

Em mundo em que FHC-Serra-Aluysim-Temer-Meirelles-Goldfayn 
É Clinton, e Clinton suposto democrata NÃO é democrata... Trump e Bannon são a única oposição democrática que prosperou no hemisfério ocidental.

Gente aqui tá com Trump Bannon. Azira se são os 'conservadores'. Segue a luta.

Ver também:

"Steve Bannon declara guerra a Hollywood", 18/10/2017, Blog do Alok






Poucos meses depois de deixar Washington e o posto de principal conselheiro do presidente Donald Trump, Steve Bannon está de volta ao jornal online Breitbart como presidente executivo, e reorienta suas baterias contra Hollywood, no momento em que a indústria enfrenta acusações de supostos abusos de caráter sexual que teriam sido cometidos por Harvey Weinstein. Bannon planeja um esforço para convencer os conservadores na indústria a contarem o que sabem de propinas/subornos pagos a ou recebidos de políticos.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

"Acima de tudo" – Junta-EUA mete as garras no poder, cada vez mais

21/10/2017, Moon of Alabama









Numa campanha de publicidade em 2008, a Força Aérea dos EUA se autodeclarava "Acima de Tudo". Slogan e símbolo da campanha eram semelhantes à campanha dos alemães em 1933 "Deutschland Über Alles". Foi um sinal do que estava por vir.

Na 5ª-feira, Masha Gessen assistiu ao briefing para a mídia pelo comandante militar da Casa Branca general John Kelly e concluiu:


briefing pode servir como trailer do que seria um golpe militar nos EUA, porque o que Kelly expôs em seus quatro argumentos foi dito sob a lógica de um golpe militar.
1.       Os que criticam o presidente não sabem do que falam, porque não prestaram serviço militar (...)

2.       O Presidente fez a coisa certa, porque fez exatamente o que seu general o mandou fazer (...)

3.       Comunicação entre o presidente e a viúva de um militar é assunto que só diz respeito aos dois (...)

4.       Cidadãos são classificados segundo a proximidade em que estejam de morrer pelos EUA (...)


Gessen chega atrasada. O golpe já aconteceu há meses. Uma Junta militar está no controle das políticas da Casa Branca. E agora está afundando as garras na carne do poder.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Russia-gate real tem a ver com derrubar Hillary

17/10/2017, Tom Luongo

Hillary Clinton acabará presa. Anotem o que digo. E Julian Assange é o arquiteto da destruição dela. Como sei disso? Simples. A barragem de contenção já está rachando.







Artigo de hoje cedo em The Hill denuncia sem meias palavras a colusão entre o Departamento de Estado de Hillary e funcionários russos de alto nível, para a venda de grande parte da produção de urânio dos EUA para a Rosatom, a gigante estatal russa de energia nuclear.

O artigo é mortal. Nem consigo extrair trechos, porque tudo é explosivo. É preciso ler na íntegra e pensar sobre a gravidade do que lá se diz.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

"Adultos" versus "Ideólogos"? Narrativa 'da mídia' sobre a Casa Branca pode estar toda errada

19/8/2017, Moon of Alabama (Com atualização, abaixo)











Os Democratas e a 'mídia' amam os generais do Pentágono na Casa Branca. São os "adultos":

Sen. Sheldon Whitehouse (Democrata de Rhode Island) elogiou Donald Trump por ter escolhido o novo Conselheiro de Segurança Nacional –, chamando o respeitado militar de "adulto provado e certificado".


De acordo com a narrativa dominante, os "adultos" opor-se-iam aos "ideólogos" que cercam o principal assessor de Trump, Steve Bannon. E Bannon é contagioso, segundo Jeet Heer, uma vez que está convertendo Trump num ideólogo etnonacionalista. Uma recente entrevista curta com Bannon desqualifica essa narrativa.

Quem é mentalmente são e quem é maluco, digamos, sobre a Coreia do Norte?

O "adulto" general McMaster, Conselheiro de Segurança Nacional de Trump, não está entre os sãos. Diz que não há como impedir a Coreia de fazer alguma coisa realmente insana.

domingo, 20 de agosto de 2017

Bannon O Bárbaro, agora 'termonuclear', por Pepe Escobar

19/8/2017, Pepe Escobar, SputnikNews














"Bannon O Bárbaro e sua guerrilha termonuclear contra a junta militar que hoje controla a Casa Branca. 
Essa afinal é guerra que se pode levar a sério." 
Pepe Escobar 20/8/2017, Facebook

"Estou deixando a Casa Branca e vou à guerra por Trump contra os adversários dele – no Capitólio, na mídia e nos EUA empresariais."

Eis o que disse o ex-estrategista-chefe da Casa Branca Steve Bannon, pelo telefone, ao homem que escreveu o livro sobre como Bannon/Maquiavel realmente conquistou a Casa Branca para O Príncipe, Donald Trump.

Imediatamente depois de sair, Bannon já avisou a Av. [Perimetral Interestadual] Beltway – e o mundo – "que esse governo acabou. Será outra coisa. E haverá todos os tipos de lutas, e haverá dias bons e dias ruins. Mas esse governo acabou."

O "novo" governo dos EUA está de fato subordinado a uma tríade: generais do Pentágono; a família Trump ; e Goldman Sachs/Wall Street (Menos regulações! Menos taxas! Está chovendo grana, Aleluia!).

Bannon acrescentou que volta a tomar posse de suas "armas": "Construí uma máquina muito foda em Breitbart. E agora estou voltando, sabendo o que agora sei, e vamos acelerar aquela máquina. Se digo que vamos acelerá-la, é que vamos acelerá-la."

Assim, o Maquiavel Leninista deixa agora O Charco, para trabalhar em seu elemento preferido: lá fora, nas trincheiras da selva. Podem começar a esperar, porque o mundo virá abaixo.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Steve Bannon não se arrepende nem se dobra

16/8/2017, Robert Kuttner, The American Prospect (sobre o veículo, aqui)














Você talvez suponha, pelo que tenha lido nos veículos da mídia-empresa nos EUA, que Steve Bannon estaria nas cordas, semidestruído e, porisso, agindo com mais cautela. Ainda há poucos dias, logo depois dos eventos em Charlottesville, ele estava sendo culpado pela insistente indulgência de Trump para com os brancos suprematistas. Aliados de HR McMaster, conselheiro de Segurança Nacional, declararam Bannon responsável por uma campanha de Breitbart News, do qual Bannon foi diretor, para demonizar o chefe da Segurança dos EUA. Na conferência com a imprensa na 3ª-feira, Trump defendeu Bannon, mas foi defesa morna, no máximo.

Pois Bannon parecia estar em excelente estado de espírito quando me telefonou, na 3ª-feira à tarde, para discutir a política de adotar linha mais dura contra a China, e não mediu palavras para expor os esforços que tem empreendido para neutralizar seus rivais no Departamento de Estado, da Defesa e do Tesouro. "Estão mijando nas calças" – disse ele, passando a detalhar o que faria para tirar do caminho alguns de seus oponentes no [Departamento de] Estado e na Defesa.

domingo, 12 de março de 2017

O 'aniquilamento' apocalíptico de Steve Bannon, por Alastair Crooke

9/3/2017, Alastair Crooke,* Consortium News












Steve Bannon costuma iniciar muitas de suas palestras para ativistas e reuniões do Tea Party com a seguinte 'história':


"Às 11h do dia 18/9/2008, Hank Paulson e Ben Bernanke disseram ao presidente dos EUA que já haviam soprado $500 bilhões de liquidez para dentro do sistema financeiro nas 24 horas anteriores – mas precisavam de mais um trilhão de dólares, naquele mesmo dia.

A dupla disse que, se não obtivessem o dinheiro imediatamente, o sistema financeiro dos EUA implodiria nas 72 horas seguintes; o sistema financeiro mundial, em três semanas; e o caos político e a agitação social sobreviriam em um mês." (No final, Bannon observa, o mais provável é que tenham requisitado $5 trilhões, mas ninguém sabe realmente quanto foi, porque não houve qualquer registro de todos esses trilhões).

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Pepe Escobar: Andrew Jackson Trump dará corpo à Doutrina Bannon?

09/02/2017, Pepe Escobar, SputnikNews














Nos recônditos profundos da Trumpologia – a nova disciplina infestada de 'especialistas', todos tentando decodificar o novo governo norte-americano – tornou-se moda zombar do estrategista chefe da Casa Branca Steve Bannon, como se se tratasse de criatura sociopata do pântano estilo Jurassic Park, um "quase-fascista" comparável a islamofascistas.

(Mesmo que Bannon só metaforicamente opere como degolador em chefe.)

Descartar Bannon como se fosse uma espécie de Maquiavel/Richelieu remixado para o século 21 que veste calças cobertas de bolsos e gravatas estranhíssimas é resposta barata, de adolescente entediado. Kelyanne Conway pode até ser "especialista em luta-de-faca, com palavras"; Jared Kushner pode até ter tomado a linha D do trem dos negócios imobiliários em Manhattan para vir fazer-se de secretário de Estado 'sombra', com cadeira cativa na sala de situação. Mas o homem a estudar nos detalhes mais excruciantes tem de ser Bannon, que devora ensaios de história e teoria política de café da manhã. Quem quiser descartá-lo que o descarte. E pague o preço.